2 de junho de 2009

Tic-tac, tic-tac...

Todos os dias, tenho cerca de 30 minutos de calmaria na minha vida que cumpro à risca. São 15 minutos quando vou para o trabalhar e os 15 de regresso a casa. Nesses momentos de condução, costumo meter o rádio do carro bem alto e perder-me um bocado nos meus pensamentos. Vou com os olhos na estrada, mas a cabeça vai longe. 

São os únicos minutos em que, efectivamente, me consigo concentrar apenas em duas missões: em mim e na estrada. O curioso é que nem sempre tive gosto pela condução. 

Esta simples meia-hora é o único tempo (útil) que me sobra, se excluirmos as horas de sono que, em abono da verdade, não têm cumprido aquilo a que são obrigadas e que é deixar-me descansar. Tenho tido noites em que acordo sobressaltada ou em que tenho dificuldade em adormecer ou em que tenho sonhos estranhíssimos. Não sei ao certo o que é que isto significa, nem me vou esforçar, por agora, para entender.

Todos os dias, espero apenas por uma coisa: a minha meia-hora de tranquilidade. 

4 estrelinhas:

paulo disse...

Oi cris :)

Quando os 30 minutos passam , a calmaria, enfim, chega ao fim :(.
Amiga quando quiseres "falar", sabes onde estou ;)

beijinhos :))

Metade de Meio Litro disse...

É fácil ampliares esse tempo, basta conduzires mais devagar!

Agora mais a sério, também partilho dessa paz na condução, adoro conduzir, mas principalmente sozinho.

Então e se andas com o "rádio bem alto" também és daquelas pessoas que baixa o volume do rádio quando anda perdida e à procura de um lugar?

sessaoexperimental disse...

depois acontecem os despistes :P [clv imagina cris a cantar em altos berros dentro do carro] :O

Bjinho ;)

Cristina disse...

Paulo, sei sim.

Metade, ou esperar que haja trânsito... baixo o som quando procuro um lugar, para não incomodar as pessoas que estão na rua :)

Calvin, não canto muito... só um bocadinho, às vezes. Mas a música alta é para exorcisar os pensamentos chatos.

Beijos

 

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