20 de março de 2017

Saco dobrável - nova campanha Trybe

Nós - todos os que são pais/mães - sabemos o quanto é difícil... reformulo, temos noção do quanto é complicado gerir roupas e outros "tarecos" quando queremos, por exemplo, ir passar um fim-de-semana fora. São as roupas da mãe, as roupas do pai, as roupas da criança... e mais uma muda, não vá a criança sujar-se, e mais um par de sapatos extra, e falta ainda o peluche com que a criança dorme, e mais uns medicamentos não vá haver algum problema... etc etc etc

Quando damos por nós, parece que vamos de férias para a Polinésia durante 3 semanas, tal é a quantidade de tralha que levamos. Eu... eu, então... é o pânico. Ainda me lembro de preparar a mala para as férias na praia e levar uma muda de roupa por dia... claro que depois andava o tempo quase todo de chinelos e calções!

A Trybe tem uma nova campanha - em que já me inscrevi: um saco dobrável, concebido para transportar o equipamento de desporto ou artigos pessoais para os fins-de-semana fora, pequenas estadias ou escapadinhas...

Este saco é ideal para levar no avião: guarda-se facilmente no bolso e permite antecipar o excesso de bagagem no regresso da viagem. 

Querem melhor que isto? Não sei se há... 

Inscrevam-se na Trybe e habilitem-se a conseguir um destes sacos giríssimos... eu já tentei a minha sorte! Usem este link: https://trybe.com/?ref=da8e199b89, sigam os passos e cruzem os dedos!

14 de março de 2017

Afinal... correu tudo bem!

O Henrique faz amanhã 4 anos.

Sim, vou mandar-me ao lugar-comum: o tempo passa a correr.

A fotografia que, hoje, posto é do dia 14 de março de 2013. Tirada pela hora de almoço, sensivelmente. O homem trabalhava e eu estava sozinha, entretida com a máquina, numa vã tentativa de me abstrair do facto que, no dia seguinte, ia conhecer o meu filho.

A cesariana estava marcada, portanto, tudo corria para aquela hora. Era uma questão de tempo. Sempre o tempo.

Foram 9 bons meses. A sério! Sem complicações irresolúveis. Umas contrações marotas e uma infeçãozinha mandaram-me para casa quase aos 7 meses, mas fora isso, nada a registar.

Esta foto marca o fim de uma caminhada. E o consequente início de outra. Por um lado, estava morta de medo. Mas, havia uma parte de mim que estava mais do que ansiosa por ter o Henrique nos braços. Parecendo que não, 9 meses custam a passar.

O meu medo não era do parto. Era o regresso a casa. Era vir para o nosso lar, e não saber o que fazer. Não ter aquela campainha perto da cama que, sendo acionada, tinha uma enfermeira, à minha cabeceira, com voz tranquila, dando-me o conforto necessário para saber que tudo iria correr bem.
Em casa,por mais campainhas que tocassem, não havia enfermeiras ou médicos que me acudissem. Iria ter de providenciar tudo. Só com o homem... tão verdinho como eu! Belos pais tens, meu rico filho!

Quatro anos passam num piscar de olhos. Passaram muito mais rápido do que os 9 meses anteriores. E o garoto fez-se! É tranquilo. Tudo correu bem!

6 de março de 2017

Adeus, Fevereiro. Até para o ano!

Um mês. Um mês em que passou o Dia dos Namorados, o meu aniversário, o Carnaval, e uns quantos dias em obras cá em casa.

Fevereiro que é o mês mais pequeno já passou e nele coube tanta coisa que ainda estou abananada. Passou o Carnaval. Direi antes: sobrevivi a mais um Carnaval. O meu "Pirata" de 2016 deu lugar a um "Capitão América" e a um "Homem Aranha" em 2017. Dois disfarce, sim... que aqui vive-se à grande. Ele que queria ser um super-herói... foi dois!

Celebrei 34 anos esparramada, dividida entre a cama e o sofá - só porque sim, e porque podia - sem mexer uma palha. Best day ever!

Fizemos o quarto do Henrique numa semana; pintámos a sala e o nosso quarto, na semana seguinte. era ver o mobiliário possível na cozinha. O caos. A confusão. Dava-me vontade de chorar cada vez que entrava em casa.

Entrevistei um dos Câmara Pereira e um Chef com Estrelas Michelin.

Fevereiro, tu que és um mês tão pequenito, fazes-me ainda choramingar cada vez que vejo manchas de tinta em locais que já tinha limpo umas dezenas de vezes.

Adeus Fevereiro. Até para o ano, sim!


(entretanto, estamos a 15 dias de começar a primavera, e só ontem percebi que, o meu Kiko, faz 4 anos para a semana!)

9 de fevereiro de 2017

A Clara vai ficar super-contente

Já aqui falei da Trybe umas quantas vezes, e esta semana, tive uma surpresa brilhante: recebi um pacotão de fraldas Dodot e uma embalagem de toalhitas, da mesma marca.

O Henrique há muito que não usa fraldas, mas a Clarinha - a nossa prima de 1 ano - vai ficar radiante por ganhar uma embalagem nova de fraldinhas, concebidas para manter a pele sempre seca.

Uma coisa que sempre adorei, é o facto das marcas usarem a palavra "tecnologia" para falarem sobre a melhoria das fraldas. Estas novas Dodot têm três tubos ultra-absorventes. E isto é o que realmente sempre gostei nesta marca... se não fosse o peso da dita fraldas, às vezes nem notava que o Henrique estava molhado.

Esta nova tecnologia como que "reparte" o xixi uniformemente pelos 3 Tubos Ultra-Absorventes, por isso é mais seco e dilata menos - e não cria aquele efeito "saco de chá" no bebé.

Com as toalhitas, confesso que nem sempre fui tão exigente, como com as fraldas, mas ainda assim o novo tecido das Toalhitas Dodot, graças à sua textura com ondas deslizantes e fibras compactas, limpa eficazmente e não é agressivo com a pele do bebé. 

Portanto, meus amigos (sim, vocês os três que ainda me lêem), se quiserem experimentar boas marcas, sigam este link https://trybe.com/?ref=da8e199b89 que vos deixo, e registem-se na Trybe. Podem não usar os produtos, como aconteceu agora comigo, mas podem dar a hipótese a alguém de quem gostam. Certo, Clarinha??


26 de janeiro de 2017

Maracaaaassss

O Henrique tem três aulas extra-curriculares semanais: música, ginástica e dança criativa / expressão corporal. Adora as três. São aulas curtinhas de 30/40 minutos cada e costuma estar prontíssimo para sair da escola às 17h00 - não se pense que a criatura anda a fazer "piscinas" para ser mais esperto!

Ontem, quarta-feira, vinha excitadíssimo com a aula de música.

Como habitualmente, quando o vou buscar, pergunto-lhe sempre pelo dia: o que almoçou, o que lanchou, qual o desenho que fez, a que brincou com os amigos, se alguém faltou... etc etc etc... basicamente, pergunto-lhe coisas para o fazer falar.
Até que cheguei à parte de perguntar pela aula de música. Só não deu pulos, porque estava sentado na cadeirinha.
Que tinham tocado maracas. E que ele gostava das maracas. E que tinha usado uma maraca amarela. E que o som da maraca é muito giro. E que só usou uma maraca, porque a professora tinha poucas, então os meninos só podiam ter uma maraca. Em resumo: ouvi ontem mais vezes a palavra "maraca" do que em toda a minha vida.

OLÉÉÉ!!!



24 de janeiro de 2017

Chuchinhas que tranquilizam

Sendo um assunto polémico, a verdade é que as chuchas são um instrumento bastante útil. O Kiko odiava, inicialmente. Se lhe punha a chucha era certo e sabido que 3 milésimos de segundo depois tinha sido cuspida. Quando tinha 4 meses, começou a achar-lhes piada. Deixou relativamente cedo, ou pelo menos, muito antes do que outros que vejo por aí - ainda não tinha 2 anos quando deixou de querer...

As chupetas Philips Avent foram uma das marcas que usei. A determinada altura, quando estava na fase de nascer dentes, comprava chuchas à velocidade de 2 por semana.

Estas chupetas acalmam e tranquilizam o bebé, dando-lhe o conforto que ele necessita em todas as fases de crescimento.

As tetinas ortodônticas, colapsáveis e simétricas da Philips Avent respeitam o desenvolvimento do palato, dentes e gengivas do bebé. Todas as chupetas da Philips Avent são feitas em silicone e não têm sabor nem cheiro.

Além que são muito giras... 

Ao contrário de outras – e acreditem que comprei muitas – estas têm, além de uma argola de segurança, uma cápsula protetora, para manter a tetina esterilizada. E têm ainda o bónus de puderem ser lavadas na máquina de lavar loiça.

Querem experimentar estas chuchas? Basta registarem-se na Trybe (sigam o link: https://trybe.com/?ref=da8e199b89) e seguirem os passos. Não custa nada. A sério. Nem um cêntimo.

17 de janeiro de 2017

A importância da nossa opinião

Por vezes, encontramo-nos perante o produto A, B ou C e pensamos o quão interessante seria se nós, o público, o consumidor, pudéssemos ter uma palavra a dizer.

Podemos fazer isso, sabiam? A comunidade Trybe foi-me dada a conhecer muito recentemente. Investiguei mais um bocadinho e gostei do que vi.

A Trybe é uma das maiores comunidades internacionais de consumidores que, em apenas um ano se estabeleceu em mais de 100 mercados diferentes e distribuiu milhares de produtos pelo mundo inteiro, incluindo em Portugal.
Nasceu na Noruega com o propósito de aproximar as marcas aos seus consumidores, incentivando a partilha de opinião sobre os produtos que os utilizadores experimentam.

Resta dizer que é um serviço gratuito e super-simples, onde a única moeda em troca é mesmo... a nossa opinão!

Neste momento, estão a decorrer duas campanhas - toalhitas da Dodot e chuchas da Philips Avent - e qualquer um pode experimentar.

O registo é facílimo - graças aos anjinhos das comunicações, podemos aceder ao site através de qualquer dispositivo. Como já estou registada, acedam através do meu link: https://trybe.com/?ref=da8e199b89. Depois, basta clicarem em "testar" no produto que querem experimentar (toalhitas ou chuchas... ou os dois!). Façam o registo e respondam a um pequeno questionário (3 minutinhos, literamente!) e é só esperar pela seleção.
Todos os utilizadores devem confirmar se têm os dados do perfil completos e corretos, senão a probabilidade de serem escolhidos "amanda-se" por aí abaixo e nem chuchas, nem toalhitas vos salvam!

Quem gosta de ser "experimentador", vai adorar esta experiência!

E as mamãs vão-se encantar ;)
Mais (e melhores novidades vêm a caminho... mi aguardem!)









4 de janeiro de 2017

Esta coisa de crescer

Curiosamente, hoje o post é sobre mim.

Quando fiz 18 anos, pensei que não havia nada mais "crescido" do que atingir a maioridade. Oh a liberdade. Estava tão enganadinha, pobrezinha, Deus m'abençoe! Entrei na faculdade e, consequentemente, num banco para tratar de assuntos meus.

Depois terminei a faculdade. Oh a liberdade. Sure. Primeiro emprego. E, definitivamente, não havia nada mais adulto que isso. Comprei o meu primeiro carro. Fiz um seguro. Mudei de emprego. Comprei o meu segundo carro. Mudei de emprego, de cidade, de concelho, de distrito... e passei a viver com o meu namorado. Isto sim, era viver a minha "adultidade" no seu estado mais pleno.

Depois achei que não era suficiente. Engravidei. Tive um filho, logo fiquei responsável por uma vida humana. Eu! Eu, que ainda chamo "mano" ao meu irmão e que, às vezes, muito raramente, chamo "mamã" à minha mãe. Eu! Responsável por uma pessoa pequenina.

Isto são tudo "peanuts" comparado com a nova empreitada: mudar de casa, lidar com agentes imobiliários e proprietários. Lidar com horas para ver casas que, nas fotografias, são a última coca-cola do deserto, mas depois vai-se a ver e são num 4.º andar sem elevador. Casas que são giras, têm muito potencial, mas que são uma estupidez de tão caras, porque os proprietários têm hipotecas gigantes e pensam que o resto do mundo é uma cambada de papalvos que lhes vai pagar as dívidas.
E depois há casas que parecem todas iguais. Quarto, quarto, casa-de-banho, cozinha e sala... quarto, quarto, casa-de-banho, cozinha e sala...
E não me façam falar das casas para arrendar. Para além de serem poucas, estão todas em todas as agências imobiliárias conhecidas, portanto não é ilusão ver 20 e tal resultados numa busca e depois serem apenas 7 imóveis, com as mesmíssimas fotos.
E eu não quero uma casa em que sou obrigada a ficar com o louceiro gigante (literalmente, ocupava uma parede) em vidro - by the way, obviamente que não fizemos negócio!

Uma úlcera. Vai ser este o resultado da procura de casa!

2 de janeiro de 2017

Post pós-festas

Passou o Natal e chegou 2017.

Virar a página.

Começar de novo.

Longe vai o tempo em que fazia planos e listinhas de desejos para o ano seguinte. Contudo, os anos vieram dar-me razão: é um desperdício de tempo e energia.

Agora, levo as coisas de forma mais zen, e sem estar sujeita a ganhar uma úlcera.

2017 vai ser, apesar de tudo o que escrevi, um ano de mudança. Literalmente. Um dos nossos planos a curto prazo é mudar de casa. Estamos na fase de busca-visita.

Por isso, pessoas, este ano vai ser o ano em que me vou perder entre caixotes e caixinhas. Se não der notícias este trimestre, chamem a polícia.

5 de dezembro de 2016

O Pai Natal, é? Giro...

Fui buscar o pequeno à creche.

Minutos antes tinha confirmado: o Pai Natal ia estar no Fórum, a partir das 16h00. Hora perfeita.

Eu - Amor, queres ir ver se o Pai Natal está no centro comercial?
Kiko - VAMOOOOSSSS

E lá fomos. Fácil estacionar.

Chegados ao pé do Pai Natal, desce sobre a cabeça da minha criança, uma timidez inexplicável. Esconde-se atrás das minhas pernas. Balbucia um "olá" ao Pai Natal - que é bastante convincente, diga-se de passagem! - e vai acenando com a cabeça a tudo o que ele lhe disse: que não pode fazer birras, que tem de comer a sopa toda, para arrumar os brinquedos...

Em defesa do senhor: ele foi muito competente e fez o possível para animar o Kiko, mas o estafermozito já tinha a cena dele debaixo de olho: o comboio.
Lá se desembaraçou do Pai Natal, aceitou o livro que ele lhe deu com um "obrigado" meio-sumido e vá de correr para o comboio.

Uma elfa, muito simpática, pediu-nos para esperar, porque uma menina tinha começado naquele instante as suas voltinhas. O Henrique ficou de fora a contar as voltas. Sim... a rapariga tinha dito que eram 3 voltas e o anão esteve a contá-las.

Sim. Eu mereço.

 

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