26 de maio de 2017

Eu, o Henrique e o GPS

Trabalho, trabalho, trabalho, mãe no hospital, visita relâmpago a Leiria, trabalho, trabalho, trabalho, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique, Henrique... acho que já perceberam a ideia...

(e com esta camadona de nervos, apareceram-me duas borbulhas no queixo... carai)

O que me vai safando, no meio disto tudo, são as conversas com o Henrique - são assim como tomar um paracetamol quando estamos com uma dorzita! Alivia a dor, até à próxima vaga.

No dia da visita ao hospital, estava eu, à noite, a tentar instalar o GPS no telemóvel, porque no dia seguinte teria uma entrevista e tinha de me orientar. O Henrique queria brincar, obviamente.
Eu - Filhote, espera só um minuto que a mãe está a pôr uma coisa no telefone...
Ele - O que é?
Eu - É uma coisa chamada GPS...
Ele - GPS? O que é?
Eu - A mamã amanhã tem de ir a um sítio um bocadinho mais longe, e este GPS ajuda a mamã a conduzir. Vai dizer assim "vira para a direita", "vai por esta rua"... estás a perceber? É para a mamã não se perder.
Ele - Sim.

E ficou por aí mesmo. No dia seguinte, quando o fui buscar à escola, disse que tinha apanhado o mesmo atalho que o pai costuma usar.
Ele - E usaste o GPS?
Eu - Não, filhote. Este caminho, a mamã conhecia, e não foi preciso usar.
Ele - Mas tu disseste que o GPS era para te ajudar a conduzir. Então porque o meteste no telefone, se não ias usar?

PUMBA: Henrique 358 - Mãe 0


12 de maio de 2017

Da Trybe, com amor :)

Recebi, recentemente, o saco Newfeel, cortesia da Trybe. Trata-se de um saco dobrável, ideal para levar no avião ou para viajar no fim de semana. Guarda-se facilmente no bolso e permite antecipar o excesso de bagagem no regresso da viagem!

Seja para um fim-de-semana, para levar para o ginásio, ou para transportar o portátil, são várias as vantagens deste produto (e o preço também é bastante simpático, diga-se de passagem).

- é facílimo de arrumar. Sendo dobrável, arruma-se, literalmente, a ele próprio, graças à bolsa exterior.
- se for para viajar de avião, este saco tem 35 litros de capacidades, e medidas aprovadas pela IATA: 45x33x18.
- tem uma alça regulável.

Mais uma vez, tive a possibilidade de obter este saco através da Trybe. Trata-se de um site que, regularmente, dá a possibilidade aos seus users de experimentar, a custo zero, produtos de várias naturezas.
Inscrevam-se e habilitem-se a conseguir um destes sacos giríssimos... eu já tentei a minha sorte! E este foi o resultado. Usem este link: https://trybe.com/?ref=da8e199b89, sigam os passos e cruzem os dedos!

saco arrumado

saco aberto

uma das possíveis utilizações do saco Newfeel

8 de maio de 2017

Dia da Mãe'17

O meu Dia da Mãe foi celebrado hoje, segunda-feira. A festinha da escola marcou o dia, adiado, porque, para o meu filho, só seria Dia da Mãe quando houvesse festa. E assim foi!

Passámos a manhã, com outras crianças e respetivas mães. Fizemos pinturas, comemos bolinho e bebemos um copo de sumo. Foram duas horinhas, numa segunda-feira que a tornou com menos "sabor a segunda-feira". Duas horinhas em que as crianças desfrutaram das mães quando, num dia "normal", não o fariam. 

Somos mães todos os dias, a toda a hora... pedimos encarecidamente a Deus e aos anjinhos que nos concedam, mais não seja, a possibilidade de tomar banho, sem ouvir um metralhado "mamã, mamã, mamã...". Só as mães percebem o efeito de cinco minutos na casa-de-banho. 

Recebi um "dreamcatcher" (caçador de sonhos). Sempre tive, na minha casa de "solteira", espanta-espíritos no quarto, e adorei, portanto, a coincidência.

Este amuleto indígena tem, por trás uma lenda. Segundo a Wikipédia, "antigamente havia duas tribos em guerra. A raiva e o rancor que geraram energias desarmônicas, que faziam com que as crianças tivessem pesadelos. Então a deusa grande mãe búfala desceu à terra e pediu ao xamã da aldeia que fizesse um aro com um galho de salgueiro Os bons sonhos sabiam para onde ir, passando pelo furo central. Aos primeiros raios de sol, as energias ruins se dissipavam".

E é isto. Sou uma mãe, feliz, com o seu próprio caçador de sonhos! 


4 de maio de 2017

Planta Soja - a minha tentativa de comer saudável!

Recentemente, foi-me dado a conhecer o creme vegetal, Planta Soja. Nunca tinha comido nada de soja. Convenhamos: não sou uma pessoa de arriscar por aí além, e odeio as "modinhas". E, para mim, a soja está, neste preciso momento, associada à moda da doideira da alimentação saudável.

De repente, toda a gente anda louca com a soja e há tudo em soja. O que acaba por me afastar.

Colocando de parte a minha rezinguice, experimentei. E gostei bastante. O sabor é super suave e não é assim tãooooo diferente da manteiga "normal", é fácil de espalhar, e o preço é simpático.

Falo de manteiga "normal", porque quem me tira a manteiga, tira-me tudo...

Gostei da primeira experiência com esta nova Planta Soja. E estou bastante tentada em dar continuidade a estas novas vagas de alimentos. Mas continuo a odiar as modinhas, 'tá?

#youzzplantasoja #youzzportugal

24 de abril de 2017

Bocas, saídas e outras que tais

Esta é uma pequena compilação de "saídas" do gnomo. Isto para que vejam o que mãe sofre. Juro, pela minha honra, que apenas uma é uma imitação de algo que lhe costumo dizer. O resto... são apenas coisas que lhe saem daquela boca para fora.

1.
TODOS os dias:
Ele - Mamã, estou cheioooooo de fome... posso comer qualquer coisinha?
Eu - Não, filhote, a mamã está mesmo mesmo a terminar o jantar...

3.8 segundos depois de ter começado a jantar:
Ele - Mamã, dóiiiii-me a barriga... não quero comer mais!

5 minutos depois de nos termos levantado da mesa (e depois de ter comido, no mínimo, 80% do conteúdo do prato e fruta):
Ele - Mamã, ainda tenho um pouco de fominha. Posso comer uma bolachinha?


2.
Enquanto lhe dava o pequeno-almoço, numa destas manhãs, para seguir para a escola, com o pai - esta é a tal, onde ele me imitou:
Ele - Mamã, dói-me a barriga!
Eu - Kiko, sempre que não te apetece alguma coisa, dizes que te dói a barriga. Essa já não pega, amiguinho! E agora, quero que comas.
Ele - Pois, e eu também quero ser rico e não sou!


3.
Fui às compras. Quando fui buscar o pequeno ao infantário, ele perguntou se o meu dia tinha corrido bem. Disse-lhe que sim, que tinha ido ao supermercado.
Antevendo a pergunta seguinte que seria "compraste alguma coisa para mim?", disse imediatamente que não tinha comprado doces nenhuns.
"Doces? Porque falaste em doces? Tu sabes que eu não gosto de doces..." foi a resposta.
Esclareci que estava a falar de bolachas... "eu ainda tenho muitas de animais e dinossauros...não quero mais".


4.
Não sei que horas eram da madrugada, e oiço o pequeno, no quarto dele: "mamã... mãe... ó mamã"... levanto-me KO de sono e vou ver o que se passa.
Ele, a esfregar os olhos... também KO de sono e diz-me "não me deste um beijo de boa noite!".
"Tens toda a razão, meu amor...", respondi.
Dei-lhe um beijo, aconcheguei-o e dormiu o resto da noite como um anjo.


21 de abril de 2017

"Agora, só falta a menina...."

Antes de começar o texto, propriamente dito, deixem-se esclarecer que tenho 5 anos de diferença do meu irmão, e o meu excelso homem tem 6 anos de diferença do dele. Somos, portanto, pessoas com irmãos, e pessoas que não são "seguidinhas" dos caçulas.

Nada contra as pessoas que têm filhos com pouquíssimos anos de diferença. Adoro que as pessoas tenham filhos: é uma excelente notícia para a natalidade deste País, mais crianças alegram a comunidade, etc..

Chateia-me é que estejam sempre a "pedir" um irmão ou irmã para o Henrique.
Ponto 1: quem tem de pedir é ele;
Ponto 2: não gostava que ele fosse filho único, mas a decisão não é só minha;
Ponto 3: não gostava que ele fosse filho único, mas a malta não tem filhos como quem compra maçãs;
Ponto 4: não gostava que ele fosse filho único, mas as condições para ter um 2.º filho sou eu e o meu excelso homem que as definimos.

Eu sei que as pessoas não fazem por mal. Mas, deslarguem-me! Obrigam-me a fazer um sorriso amarelo, só para não ser mal-educada. Principalmente, com pessoas de mais idade, e eu não quero ser rude com pessoas com idade para serem minhas avós.

Só há menos de um ano, é que comecei a dormir noites inteiras - e não são todas. O Henrique desfraldou também há menos de um ano. Deixem-me respirar, aproveitar estas pequenas conquistas, estas pequenas independências do Henrique e aproveitar o crescimento do meu anãozinho de jardim.

Há vantagens em que os filhos tenham idades aproximadas, tal como as há, em idades mais afastadas. E há também desvantagens, em ambos os cenários. Como em tudo na vida, atrevo-me ainda a acrescentar.

Posto isto... "mic drop"

19 de abril de 2017

A importância de ler

Um dos últimos livros comprados
no alfarrabista em Cascais
Gosto que o Henrique goste de livros. Dá-me um gozo tremendo irmos à FNAC e ele não desarredar pé dos livros; aliás, estamos ainda a entrar no CascaiShopping e já ele está a pedir para ir "à parte dos meninos grandes", que é como quem diz, a parte infantil da FNAC.

Gosto de ir a Cascais e que ele faça birra para ir a um alfarrabista que existe perto do Santini - a proprietária até já o conhece, mal entra naquele espaço que cheira a História e a letras.

Gosto que ele goste de livros tanto como eu. Gosto do entusiasmo dele quando vamos ao Hipopómatos na Lua, junto da Biblioteca Municipal de Sintra. Gosto que ele goste de histórias, de as ouvir e de as inventar.

Nestes dias de férias, não levámos nenhum livro dele. Mas não fez mal. Ele inventou histórias para dormir. Criou, na cabecinha dele, um conto com o Winnie, The Pooh e todos os personagens do Bosque dos Cem Acres.

Gosto que ele viaje e que descubra o mundo pelos livros. Gosto que ele questione. Gosto que ele use a imaginação para criar os seus enredos. Gosto que ele conheça dinossauros, heróis e vilões, através das páginas novas (ou não) de um livro.

Como costumo dizer sempre, quando me dizem que não sabem o que lhe oferecer: "na dúvida, ofereçam um livro. Nunca são demais!".

17 de abril de 2017

Spring break

Estiveram, em cima da mesa, algumas propostas, mas optámos por voltar ao distrito de Santarém. Temos lá casa, fica perto de Lisboa, podíamos descansar de verdade (e comer bem, vá...). 

O Henrique andava em pulgas para ficar de férias. E tirou "a barriga de miséria": andou de bicicleta, correu, brincou... tudo aquilo a que tinha direito. Nas Portas do Sol, gritou "aos atacantes" do reino que ali ninguém nos atingia, elegeu uma muralha como a sua "pefida" (preferida), e pode ser muito mais do que apenas uma criança que cumpre horários para levantar e ir dormir. 
Nestes dias, não dormiu a sesta, obviamente. 
"Mas à noite, ia mais cedo para a cama, de certezinha", disse-me uma das minhas tias. Lancei uma gargalhada, porque não... não ia mesmo. Nas férias, não houve grandes horários... e ele nunca tinha sono. 

Comemos (muita) da melhor sopa do mundo - a Sopa da Pedra, pois claro! - comemos "Arrepiados" (não conhecia e fiquei fã). E o Henrique ficou louco porque trouxe, de recordação, uma pedra. 

Até que chegou a hora de regressar. E houve uma birrinha de saudades, de um local que nos deixa satisfeitos, mas que ainda não tínhamos deixado. E ele que anda tão meloso, tão cheio de mimo... 




11 de abril de 2017

Os dias não chegam para tudo

Vejo-me, diariamente, a adiar vir aqui escrever. Todos os dias, o Kiko tem daqueles momentos, e que penso "não me posso esquecer disto, para o blogue", mas depois passa... a rotina atropela, tal camião desgovernado, qualquer boa-vontade que possa existir.

Os dias não chegam para tudo. Infelizmente. E chego às 22h00, a cair para o lado.

Mas o Kiko tem tido os seus momentos, sim. Cada vez me convenço mais que ele, mais do que um miúdo querido e carinhoso, tem uma esponja no lugar no cérebro, tal é a rapidez com que absorve aquilo que lhe é dito, e a forma como interpreta e adequa o que ouve.

Há uns dias - poucos dias - estávamos a jantar. O Henrique, com um ar muito entendido e tão senhor dele próprio, vira-se para o pai e pergunta:
"- Papá, já viste aquela série onde os maus fugiram de carro?" e desenvolveu por ali fora.

Olhámo-nos e rimos. Claro que rimos. O nosso pequeno de 4 anos, um fedelhito, a querer conversar sobre séries. Não começou a disparatar como é hábito, nem fez birra para ver bonecos... sentou-se, a jantar e quis conversar. Demos corda, para ver onde aquilo ia parar. E ele manteve sempre a postura de menino crescido.



20 de março de 2017

Saco dobrável - nova campanha Trybe

Nós - todos os que são pais/mães - sabemos o quanto é difícil... reformulo, temos noção do quanto é complicado gerir roupas e outros "tarecos" quando queremos, por exemplo, ir passar um fim-de-semana fora. São as roupas da mãe, as roupas do pai, as roupas da criança... e mais uma muda, não vá a criança sujar-se, e mais um par de sapatos extra, e falta ainda o peluche com que a criança dorme, e mais uns medicamentos não vá haver algum problema... etc etc etc

Quando damos por nós, parece que vamos de férias para a Polinésia durante 3 semanas, tal é a quantidade de tralha que levamos. Eu... eu, então... é o pânico. Ainda me lembro de preparar a mala para as férias na praia e levar uma muda de roupa por dia... claro que depois andava o tempo quase todo de chinelos e calções!

A Trybe tem uma nova campanha - em que já me inscrevi: um saco dobrável, concebido para transportar o equipamento de desporto ou artigos pessoais para os fins-de-semana fora, pequenas estadias ou escapadinhas...

Este saco é ideal para levar no avião: guarda-se facilmente no bolso e permite antecipar o excesso de bagagem no regresso da viagem. 

Querem melhor que isto? Não sei se há... 

Inscrevam-se na Trybe e habilitem-se a conseguir um destes sacos giríssimos... eu já tentei a minha sorte! Usem este link: https://trybe.com/?ref=da8e199b89, sigam os passos e cruzem os dedos!

 

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