17 de janeiro de 2017

A importância da nossa opinião

Por vezes, encontramo-nos perante o produto A, B ou C e pensamos o quão interessante seria se nós, o público, o consumidor, pudéssemos ter uma palavra a dizer.

Podemos fazer isso, sabiam? A comunidade Trybe foi-me dada a conhecer muito recentemente. Investiguei mais um bocadinho e gostei do que vi.

A Trybe é uma das maiores comunidades internacionais de consumidores que, em apenas um ano se estabeleceu em mais de 100 mercados diferentes e distribuiu milhares de produtos pelo mundo inteiro, incluindo em Portugal.
Nasceu na Noruega com o propósito de aproximar as marcas aos seus consumidores, incentivando a partilha de opinião sobre os produtos que os utilizadores experimentam.

Resta dizer que é um serviço gratuito e super-simples, onde a única moeda em troca é mesmo... a nossa opinão!

Neste momento, estão a decorrer duas campanhas - toalhitas da Dodot e chuchas da Philips Avent - e qualquer um pode experimentar.

O registo é facílimo - graças aos anjinhos das comunicações, podemos aceder ao site através de qualquer dispositivo. Como já estou registada, acedam através do meu link: https://trybe.com/?ref=da8e199b89. Depois, basta clicarem em "testar" no produto que querem experimentar (toalhitas ou chuchas... ou os dois!). Façam o registo e respondam a um pequeno questionário (3 minutinhos, literamente!) e é só esperar pela seleção.
Todos os utilizadores devem confirmar se têm os dados do perfil completos e corretos, senão a probabilidade de serem escolhidos "amanda-se" por aí abaixo e nem chuchas, nem toalhitas vos salvam!

Quem gosta de ser "experimentador", vai adorar esta experiência!

E as mamãs vão-se encantar ;)
Mais (e melhores novidades vêm a caminho... mi aguardem!)









4 de janeiro de 2017

Esta coisa de crescer

Curiosamente, hoje o post é sobre mim.

Quando fiz 18 anos, pensei que não havia nada mais "crescido" do que atingir a maioridade. Oh a liberdade. Estava tão enganadinha, pobrezinha, Deus m'abençoe! Entrei na faculdade e, consequentemente, num banco para tratar de assuntos meus.

Depois terminei a faculdade. Oh a liberdade. Sure. Primeiro emprego. E, definitivamente, não havia nada mais adulto que isso. Comprei o meu primeiro carro. Fiz um seguro. Mudei de emprego. Comprei o meu segundo carro. Mudei de emprego, de cidade, de concelho, de distrito... e passei a viver com o meu namorado. Isto sim, era viver a minha "adultidade" no seu estado mais pleno.

Depois achei que não era suficiente. Engravidei. Tive um filho, logo fiquei responsável por uma vida humana. Eu! Eu, que ainda chamo "mano" ao meu irmão e que, às vezes, muito raramente, chamo "mamã" à minha mãe. Eu! Responsável por uma pessoa pequenina.

Isto são tudo "peanuts" comparado com a nova empreitada: mudar de casa, lidar com agentes imobiliários e proprietários. Lidar com horas para ver casas que, nas fotografias, são a última coca-cola do deserto, mas depois vai-se a ver e são num 4.º andar sem elevador. Casas que são giras, têm muito potencial, mas que são uma estupidez de tão caras, porque os proprietários têm hipotecas gigantes e pensam que o resto do mundo é uma cambada de papalvos que lhes vai pagar as dívidas.
E depois há casas que parecem todas iguais. Quarto, quarto, casa-de-banho, cozinha e sala... quarto, quarto, casa-de-banho, cozinha e sala...
E não me façam falar das casas para arrendar. Para além de serem poucas, estão todas em todas as agências imobiliárias conhecidas, portanto não é ilusão ver 20 e tal resultados numa busca e depois serem apenas 7 imóveis, com as mesmíssimas fotos.
E eu não quero uma casa em que sou obrigada a ficar com o louceiro gigante (literalmente, ocupava uma parede) em vidro - by the way, obviamente que não fizemos negócio!

Uma úlcera. Vai ser este o resultado da procura de casa!

2 de janeiro de 2017

Post pós-festas

Passou o Natal e chegou 2017.

Virar a página.

Começar de novo.

Longe vai o tempo em que fazia planos e listinhas de desejos para o ano seguinte. Contudo, os anos vieram dar-me razão: é um desperdício de tempo e energia.

Agora, levo as coisas de forma mais zen, e sem estar sujeita a ganhar uma úlcera.

2017 vai ser, apesar de tudo o que escrevi, um ano de mudança. Literalmente. Um dos nossos planos a curto prazo é mudar de casa. Estamos na fase de busca-visita.

Por isso, pessoas, este ano vai ser o ano em que me vou perder entre caixotes e caixinhas. Se não der notícias este trimestre, chamem a polícia.

5 de dezembro de 2016

O Pai Natal, é? Giro...

Fui buscar o pequeno à creche.

Minutos antes tinha confirmado: o Pai Natal ia estar no Fórum, a partir das 16h00. Hora perfeita.

Eu - Amor, queres ir ver se o Pai Natal está no centro comercial?
Kiko - VAMOOOOSSSS

E lá fomos. Fácil estacionar.

Chegados ao pé do Pai Natal, desce sobre a cabeça da minha criança, uma timidez inexplicável. Esconde-se atrás das minhas pernas. Balbucia um "olá" ao Pai Natal - que é bastante convincente, diga-se de passagem! - e vai acenando com a cabeça a tudo o que ele lhe disse: que não pode fazer birras, que tem de comer a sopa toda, para arrumar os brinquedos...

Em defesa do senhor: ele foi muito competente e fez o possível para animar o Kiko, mas o estafermozito já tinha a cena dele debaixo de olho: o comboio.
Lá se desembaraçou do Pai Natal, aceitou o livro que ele lhe deu com um "obrigado" meio-sumido e vá de correr para o comboio.

Uma elfa, muito simpática, pediu-nos para esperar, porque uma menina tinha começado naquele instante as suas voltinhas. O Henrique ficou de fora a contar as voltas. Sim... a rapariga tinha dito que eram 3 voltas e o anão esteve a contá-las.

Sim. Eu mereço.

3 de dezembro de 2016

O blogue e a vida real

Quando criei este blogue, a ideia era, simplesmente, escrever. Tratar este espaço como se fosse um diário onde registava momentos, situações, ideias, etc etc etc
Este blogue assistiu a namoros e a términos; assistiu a mudanças de emprego, e até de distrito de residência. Assistiu à minha gravidez, ao nascimento e ao crescimento do Kiko. Continuo a ser eu, aqui deste lado do ecrã. Com mais anos, com mais quilos e ainda sem cabelos brancos ou rugas, porque a Mãe Natureza, até este momento, tem sido simpática. 

E, ao olhar para outros blogues, não deixo de reparar como estes espaços tão pessoais se tornaram vendáveis. Produtos aos pontapés, lookbooks com as marcas escarrapachadas, os "preferidos" do mês... e penso: mas quem raio tem tempo para isto?! 

Durante a semana, é levantar, preparar o garoto e pôr mãos ao trabalho. Enquanto tomo o pequeno-almoço, vejo um episódio de uma sériezinha... vá... ainda dou essa de barato!
Ao fim-de-semana, sou acordada (cedo, claro...), e enquanto ainda estou meio-comatosa no sofá, o pequeno vê bonecos. 

Ou seja, não tenho cabeça, nem "alembradura" para tirar fotos quas'idílicas dos nossos momentos, do nosso pequeno-almoço, dos looks ou dos cuidados matinais. Epahh, não dá. Uma pessoa "normal" não consegue... 
E aqueles brunches impossíveis?? Quando vou a um brunch, e são raras vezes, sublinho desde já, devo, provavelmente, ter umas quatro horas de acordada, e se estou à mesa, com comida à frente, como-a. Não lhe tiro fotos. Lamento!

Hoje, sábado, tinha uma montanha de loiça para lavar, roupa para pôr na máquina e um chão de casa que nem é bom pensar. Ainda pensei em fazer a árvore, mas depois das últimas mudanças feitas no mobiliário... não sei onde pus as decorações. Por isso ainda não foi hoje que nasceu a árvore de Natal no cantinho da sala. Nem sequer uma luzinha pisca-pisca...

(nota mental: se quiser ser uma pessoa influente na sociedade, acho que tenho de começar a organizar-me)


24 de novembro de 2016

Toys'r'us... Continente... Pingo Doce...? Alguém?

Chega o Natal e começa o frenesim com as compras de Natal. Cá em casa, todos os anos é a mesma história: prendas só para as crianças. Mas depois, a mãe pede para comprar uma lembrança para os sogros; depois "ah, só uma coisinha pequena para os pais"... e quando damos por nós, estamos a caminho da Consoada com três sacos cheios e uma travessa com comida.

E todos os anos, começo a pensar nisto com antecedência. A sério: todos os anos. E, por norma, ando eu, dois dias antes do Natal à procura "daquela" lembrancinha que ainda falta para sei-lá-quem... (atenção: as prendas das crianças são sempre as primeiras a serem compradas, e essas sim, com tempo e vagar!).

Este ano, para além de haver mais um bebé, tenho um filho que, TODOS OS DIAS, estuda cuidadosamente TODOS os catálogos de brinquedos das redondezas. E dou por mim, a ver algumas coisas e a pensar "hmmm, nem é assim tão caro! É uma boa hipótese!".

O meu problema? Não sei se é adequado, não consigo perceber os pormenores pelas fotografias minúsculas, não oiço os sons... se são demasiado altos ou assustadores, e mais uma série de dúvidas existenciais do que aos brinquedos diz respeito. Gostava de pegar nas coisas e testá-las eu mesma. Experimentar tocar nas bonecas que, no catálogo, parecem fofinhas, mas que depois vai-se a ver e são duras... (ai, como me enganaste, Masha!).

Gostava de brincar (sim, literalmente, brincar) com os tablets "educativos" do Panda, do Noddy e da Patrulha Pata. Gostava de ver se as Barriguitas têm muitas pecinhas pequenas que se desmontam e se perdem ou que eventualmente podem ir parar a algum estômago. Gostava de saber o que é feito das boas e velhas caixas de Legos... (agora é preciso ter um mestrado em Física Quântica para comprar uma caixa de Legos!). Gostava de ver a articulação das pernas do Batman ou do Super-Homem ou do Hulk e perceber se o Kiko não tem qualquer hipótese de vazar a vista de alguma das primas com estes brinquedos...
Gostava de ver o tamanho dos brinquedos, para não me decepcionar, como já tem acontecido.

Sim, first world problems! Se alguém tiver cunhas na Toys'r'us, no Pingo Doce, no Continente... ou em qualquer outra loja... que me deixe ir ao armazém abrir caixas e brincar, agradecia!


22 de novembro de 2016

Constatação: ele já não é bebé!

A escolinha corre bem. Já tem montanhas de amiguinhos, em especial, o Rodrigo e a Madalena. Gosta das aulas de ginástica. E a comida é invariavelmente boa.

Olho para ele e vejo que o meu bebé está enorme. O meu bebé já não é bebé.
Olho para ele e quando penso em comprar, nos saldos, coisas para o próximo ano, tenho de fazer uma ginástica mental brutal para me lembrar que tenho de procurar roupas para 4-5 anos.

Ainda mal largou as fraldas e já me pede se o "Rudigo pode vi bincar comigo, na minha caja". Convidar amiguinhos cá para casa... imagine-se!!!

Vejo-o, sentadinho no sofá, com os catálogos de brinquedos, a escolher prendas para ele e para as três primas (as gémeas e a prima bebé). O ar compenetrado dele é avassalador (odeio a palavra "avassalador"... prefiro o equivalente inglês "overwhelming").

E sinto que o meu coração pode, de repente, saltar-me do peito, tal é a comoção que trago em mim.

Claro que também me tira do sério, enerva-me, ralho com ele e ponho-o de castigo. Os brinquedos já foram parar à arrecadação por duas vezes, e não põe os olhos em cima da bicicleta há semanas... ultrapassa todos os limites possíveis e imaginários. Aquela coisa da parentalidade positiva? Sure (só que não!).

Às vezes, penso que ele tem um diabinho e um anjinho por cima de cada ombro que lhe vão dando indicações. De quando em quando, um deles está de folga, certamente, e o outro fica a tomar conta do estaminé.

Estou a escrever este texto e a pensar em quanto ele é esperto, giro... usa a lógica de forma irrepreensível... e as birras... pufff... acontece-lhes o mesmo que ao Chocapic.

Há uns dias, fui buscá-lo à escola, e só quando estava no carro é que me apercebi que estava sem meias. Contou-me uma história estranha. Voltámos atrás, claro. A auxiliar lá me contou que depois da aula de dança mandou os meninos tirarem as meias antiderrapantes que usam, para calçarem as "normais". O Kiko, nesse dia, leva apenas e tão somente as antiderrapantes.
"Como ele é tão obediente, tirou as dele também, e nem me apercebi. Desculpe, mãe!", explicou ela.

Oi? Desculpe? Obediente? Ele? Quem és tu e o que fizeste ao meu filho?! São estas pequenas coisas...
Não devo estar a fazer sentido algum, mas, para mim, resulta...



1 de novembro de 2016

Estreia nas gastroenterites

Há semanas que não conseguia aqui vir. Tivemos a nossa primeira gastroenterite... e a segunda também.

Depois de um mês cheio de tosse, e já tendo esgotado todos os tratamentos domésticos possíveis, marcámos consulta na pediatra. Na véspera da consulta, o Kiko decidiu que ter diarreia e vómitos era uma excelente ideia. Se estávamos com dúvidas acerca de ir ou não à consulta, dissiparam-se por completo.

Viemos de lá com a recomendação de fazer refeições "dieta", e tomar um suplemento alimentar para reidratar o moço. Foi um "31" convencê-lo a tomar o bendito soro, mas lá tomou.
Foram umas belíssimas noites em que corríamos para a casa-de-banho a meio da noite... ou que temíamos um banho de vómito, cada vez que o petiz tossia.

E aos poucos lá ficou restabelecido.

Menos de duas semanas depois, lá ouvimos o temido "dói-me a barriga". Sabemos que não é treta quando a criança tem 3 anos e tal e já havia jantado - teve, portanto, início o "Calvário 2.0: o regresso da gastro". Mais vómitos, mais diarreia, mais noites mal dormidas... ai que saudades (só que não!)!!!

E cá estamos de novo: arroz branco cozido, carnes brancas e peixinho, por causa das tosses.
O que me custa mesmo é ver o bichinho, cheio de fome, e a não conseguir aguentar nada no estômago. Mas... já está a melhorar.

Às vezes, pergunto-me: como é que aquelas mães fashionistas e XPTO ao quadrado conseguem manter-se sãs, giras e frescas quando a filharada anda nestes preparos?!
Andava com olheiras até ao umbigo ainda da primeira semana mal dormida, quando "levei" com a segunda réplica... entre pôr o puto na casa-de-banho, lavar as roupas sujas, pôr a secar, tentar organizar a casa que, às tantas, já parece um cenário de guerra... tem de haver um qualquer segredo por aí algures que não conheço...

29 de setembro de 2016

Latosa em estado puro

O Henrique é um miúdo com a maior lata que, alguma vez, vi na vida. Tem resposta para tudo. Absolutamente.

Há uns dias, falava com o meu irmão ao telefone. "Que'o falá com o tio"... ora, pois com certeza, e passei-lhe o telefone para a mão.
"Olá tio"
"Olá, Henrique. Estás bom?"
"Sim. Já tomaste banho?"
"Ainda não. Vou jantar e depois vou tomar banho"
"Ahhh, parecia que me estava a cheirar mal..."

E devolve-me o telefone! Really?!

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Depois da primeira semana de escola, já ficou em casa dois dias, e tivemos de o ir buscar outros dois dias, porque sua excelência estava com febre. Entretanto, também já percebeu que a escola é coisa para ter de ir todos os dias. Então, todos os dias, TENTA, inventar desculpas para não levarmos.

"Tratam-me mal na escola..."
"A sério?! Mas eu já lá estive muitas vezes e nunca vi ninguém a tratar mal os meninos. Como é que te tratam mal?"
"Dão-me almoço... e lanche!"

NÃOOOOO... as auxiliares dão-lhe comida?! Que ultraje!! Estou chocadíssima com as condições desta instituição. Onde é que já se viu darem almoço (e lanche) às crianças?!

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Vou buscá-lo, todos os dias, depois da hora do lanche, até para ele ter mais um bocadinho de tempo para brincar com os outros miúdos. Depois, quando estamos no carro, tudo depende se dormiu bem a sesta ou não. Às vezes, desbobina tudo o que fez. Outras vezes, é preciso arrancar.

Cenário 1 - dias em que nem sequer consigo que me diga o que almoçou.
"O que fizeram hoje? Colagens ou pinturas?"
"Nada."
"Estiveste o dia todo na escola e não fizeram nada?"
"Não me apetece dizer-te."

Cenário 2: o tagarela em ação
"O que fizeram hoje? Colagens ou pinturas?"
"A professora cortou ovelhas e colámos ao pé dos puquinhos"
"Boa... e quais foram as cores que usaram?"
"Ó mãe... as ovelhas são bancas, e os puquinhos são rosa... não podiam ser verdes, não achas? E depois, fomos almoçar, e depois fomos brincar mais um bocadinho, e depois fomos dormir. Acordaram-nos e fomos lanchar e depois tu foste me buscar."

Assim, tudo muito explicadinho e com muitos "depois... e depois... e depois".

Ultimamente, ir para a escola tem sido "um bocadinhoooo mais divertido". É amigo da Madalena, da Estrelinha (?? foi o que percebi) e do Salvador. E já não usa tantas desculpas. Se bem, que, de quando em quando, lá vem um "o bibe aperta-me".

16 de setembro de 2016

Crónica "Aqueles dias"

Tenho andado com a sensação que me falta alguma coisa. Não é "sentir falta"... e mais um achar que me esqueci de alguma coisa importante. Parece que a minha mente ainda está em modo "agosto" ligado e que, hoje, dia 16 de setembro, ainda está a pensar em bebidas frescas, jantares descontraídos, e em apanhar sol.

Hoje, percebi o que era quando estava a vestir o pequeno para a pré. É tão fácil vesti-lo. Uma roupa, o bibe e está feito. Eis então que me apercebi que ele tem tão pouca roupa. Tenho andado a alternar entre três pares de calças... e dois deles são, literalmente, iguais (um tem botão, e o outro uma mola, mas, de resto, iguais).

Estava a apressar-me para conseguir, ainda de manhã, ir ao Fórum, no mínimo, comprar mais um par de calças. Entretanto, decidi, que devia pôr de lado a roupa que já não lhe serve, numa onda de "vamos cá arranjar espaço". E vá de abrir gavetas. O que descubro? Não um, não dois... mas três pares de calças NOVAS, ainda com etiquetas penduradas, imagine-se!

Pronto, problema das calças resolvido! Mas coloquei, num saco, "n" camisolas de manga, mais finas, para as manhãs... novo problema ativo! E ele agora anda na fase "super-heróis", por isso, não podem ser umas camisolas quaisquer.




Aparte: numa destas manhãs, estava frio para xuxu, vesti-lhe uma camisola com manga comprida, com heróis. De tarde, o tempo abriu, e fazia calor... tantooooo calor. Não quis tirar a camisola. Suou o dia todo, porque queria ser um dos super-heróis. 


Agora tenho calças novinhas em folha, dois casacos novos (comprados no Inverno passado, nos saldos), e mais camisolas no monte do "para ver se ainda servem". 

Porque é que estas criaturas têm de crescer?! Que gastação de dinheiro, senhores... que gastação de dinheiro!!! 

 

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