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5 de fevereiro de 2015

Sair em reportagem

Já não o fazia há, praticamente, cinco anos. Estava destreinada, mas, curiosamente, tranquila. Há coisas que são tão naturais que as fazemos de olhos fechados.
Foi necessário "estudar" o meu objecto, preparar o início de conversa, perceber quem é quem e quem faz o quê...

Cheguei um pouquinho antes da hora.

E depois, a coisa fluiu.

Cerca de uma hora de conversa. Sobre o assunto. Sobre tudo e sobre nada.

Sair do local com um calorzinho na barriga, por perceber que a escolha que fiz, aos 18 anos, era a correcta. Que o jornalismo é o que me preenche, apesar dos stresses que provoca, apesar das injustiças que existem neste micro-cosmo, apesar da contra-informação, apesar das dificuldades...

Agora, é lançar os dedos ao teclado e deixar as palavras caírem sobre o papel. Aiiii, as saudades que eu tinha disto!

15 de julho de 2008

Escapadela aos olhares do boss

Ontem e hoje, estive de volta de uma peça sobre um colóquio que se realizou em Leiria. Dos 2 dias de colóquio, tiro algumas conclusões:

- Olivença é nossa;

- Por norma, os conferencistas falam muito e, para eles, 15 minutos é o mesmo que 45 minutos;

- A família Charters de Azevedo tem mau feitio!

Isto sem esquecer o momento único em que vejo um distinto Charters de Azevedo (vénia!) a entornar café pela camisa e calças... o suspiro: "já sabia que isto ia acontecer!". E é isto. E vou estar 'não-sei-quando' de piquete no fim-de-semana com o chefe! Maravilha!
 

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