2 de janeiro de 2008

'Pera lá... estamos em 2008

Caraças... o ano lá passou! sim, eu sei que desde o Natal tenho andado desaparecida, mas uma mulher não é de ferro; as festas deixaram-me de rastos. Não confundir "de rastos" com "ressacada"... são duas coisas completamente diferentes.

"Portantes"... bom 2008 a todos, porque, segundo o astrólogo Paulo Cardoso, o meu ano vai ser melhorzito que nos anos anteriores. Acho muito bem!!

Ficai bem e sede felizes!!

11 estrelinhas:

Tiago Duarte disse...

mas como pode ser melhorzinho se eu tou quase a chegar a casa??

Sadeek disse...

Hello giraça (só para começar o ano de manera bem pirosa...)

Acho que é melhor não confudir mesmo senão eu passo por ser o maior "cadelas" de que há memória neste país...ahhahaah....bebendo só cola, água e suminho...HAHAHA

E acho que é mesmo por causa da sede que andava muita gente feliz...AHHAHAHAHA

BEIJÃO

João Cordeiro disse...

Cristina, fiquei triste por saber que nunca recebeste um verdadeira carta de amor.
Assim, e porque não posso escrever-te uma carta de amor, deixo-te com um texto do meu livro Ano Louco.

Tu e Eu

Naquele dia acordei um pouco melancólico. Diria mesmo... triste! Se me perguntassem as razões dessa melancolia. Eu mesmo não saberia responder.
Depois do duche e do habitual pequeno-almoço (sumo de laranja natural, cereais integrais com leite e café sem açúcar) meti-me no carro e conduzi sem rumo.
Quando dei por mim estava na orla da cidade. O sol e a cor da areia contrastavam com a vegetação.
O mar estava fantástico, calmíssimo! Resolvi parar o carro. Saí, caminhei um pouco pela areia, acabando por me deitar. Cogitando nos meus pensamentos e envolvido naquela calmaria da maresia, deixei-me adormecer...
"Lembro-me da sensação incomodativa de pequenas gotículas de suor na minha testa e no meu corpo. Olhei ao meu redor. Não se via vivalma. A praia estava completamente deserta!”
Resolvi dar azo a um desejo meu e despi-me, mergulhando no oceano.
“Afinal que perigo poderia advir? Não estava eu só naquela praia?”
O choque frio das ondas envolvia o meu corpo como um banho revigorante.
Nadei um pouco. Que sensação agradável! De repente, sentia-me de novo no ventre materno. Eu, tal como vim ao mundo, aquele mar infindável e Deus.
Ao fim de algum tempo, já cansado, nadei em direcção à praia.
Deitado de barriga para baixo, sentia a rebentação das ondas no meu corpo! Que sensação incrível.
Eis senão, quando, olhando em direcção às minhas roupas, ali estavas tu, com um sorriso malandro nos lábios.
Um pouco desconcertado, escondi com as mãos a parte mais íntima do meu corpo perguntando-te com um calor no corpo molhado...
- Mas, e agora?
Respondeste com um sorriso nos lábios, um misto de simpatia, carinho e ironia:
- Calma! Deixa-te ir, relaxa...
Fiquei sem saber o que dizer, um pouco constrangido com a minha nudez, porque isso dos homens não sentirem pudor com a nudez, não passa quanto a mim, de um mito.
Quase de seguida (para mim esse espaço de tempo pareceu uma eternidade), levantaste-te sempre sem tirar os olhos de meu corpo e começaste a despir-te.
Eu não parava de tremer e, o teu corpo, também já ele nu, deixava-me perdido de emoções.
Completamente despida de preconceitos, mergulhaste no oceano deixando-me só, deitado na areia.
Parecias uma sereia dos mares. Quanta beleza, e sensualidade.
Depois de algumas braçadas nadaste na minha direcção. Colocaste os braços em torno do meu pescoço e beijaste-me... sôfrega.
Correspondi ao teu beijo, entregando-me. Senti tua língua, preguiçosamente explorando a minha boca. Beijo ardente, beijo carente, beijo de entrega total. Beijo, carinho, ternura... SEDUÇÃO!
Enquanto me beijavas, as minhas mãos iam percorrendo o teu corpo. De repente, ergui-te no meu colo e, como se de uma peça de porcelana se tratasse, transportei-te para a areia com todo o carinho.
Deitei-te, com suavidade, com imensa sensualidade, como que a preparar aquela que muito rapidamente se tornaria minha mulher.
Sorvendo com a tua boca, todas as gotículas de água salgada que "vestiam" o meu corpo, iniciaste um ritual de desejo e loucura. Primeiro no pescoço, descendo pelos ombros e, finalmente... quanta paixão!
Acordei. Minha boca com o teu sabor... com o sabor do mar.
Sinto-me molhado... meu corpo húmido e o desejo de te ter!
Como te quero! Vem, meu Amor. Amemo-nos em uníssono. Ensina-me a amar como nunca me amaram.
Dois corpos num só, vibrantes de desejo até ao êxtase. Quero-te. Mas penso que te perdi.

Beijo sonhador.

Sadeek disse...

Pá, ó minha menina, ainda não me explicaste....que raio de faceta minha é que ainda não conhecias!? Fiquei à nora com essa...

Miguel F. Carvalho disse...

desde quando é que confias no Paulo CArdoso???!!! lol lol lol

grande ano para ti!!!

Cristina disse...

Tiago... hummm... tens razão, pá! lol

Sadeek... pois... convém distinguir as coisas; há malta que já má opinião de mim, e não convém dar-lhes razão! Ahhh... e a faceta que não te conhecia era essa de pai de família. lol

João, já ninguém escreve cartas. As declarações de amor agora passam, infelizmente, no rodapé de programas como a "Praça da Alegria". Muito obrigada pelo texto.

Miguel, não confio. Mas é um bocadinho melhor que a Maya. E apesar de tudo, previu algo de bom para 2008... não se pode desprezar as boas previsões. lol

Beijo a todos :)

Sadeek disse...

Ó Cristina....se eu fosse pai daquela chavalada toda bem desgraçado estava.....AHHAHAAH.....nem como "escort" me safava...AHAHAHAHAH

Mas quem pode ter má opinião de ti?! Como é possivel?! Quer-se dizer.....a cena dos escutas....e o facto de seres vermelha....e....okkkkkkkk ;)

Cristina disse...

Eu não disse que eras pai daquela criançada toda, pá!!

Chega... ok?! Já percebi a ideia... :D

Capitão-Mor disse...

Que "sejais" muito feliz também neste Ano Novo!

Daniela disse...

oh minha grande maluca... tudo de bom!
beijo grande

Cristina disse...

Capitão e Dani... o mesmo para vocês, e em dobro.

 

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