Recentemente, foi-me dado a conhecer o creme vegetal, Planta Soja. Nunca tinha comido nada de soja. Convenhamos: não sou uma pessoa de arriscar por aí além, e odeio as "modinhas". E, para mim, a soja está, neste preciso momento, associada à moda da doideira da alimentação saudável.
De repente, toda a gente anda louca com a soja e há tudo em soja. O que acaba por me afastar.
Colocando de parte a minha rezinguice, experimentei. E gostei bastante. O sabor é super suave e não é assim tãooooo diferente da manteiga "normal", é fácil de espalhar, e o preço é simpático.
Falo de manteiga "normal", porque quem me tira a manteiga, tira-me tudo...
Gostei da primeira experiência com esta nova Planta Soja. E estou bastante tentada em dar continuidade a estas novas vagas de alimentos. Mas continuo a odiar as modinhas, 'tá?
#youzzplantasoja #youzzportugal
4 de maio de 2017
24 de abril de 2017
Bocas, saídas e outras que tais
Esta é uma pequena compilação de "saídas" do gnomo. Isto para que vejam o que mãe sofre. Juro, pela minha honra, que apenas uma é uma imitação de algo que lhe costumo dizer. O resto... são apenas coisas que lhe saem daquela boca para fora.
1.
TODOS os dias:
Ele - Mamã, estou cheioooooo de fome... posso comer qualquer coisinha?
Eu - Não, filhote, a mamã está mesmo mesmo a terminar o jantar...
3.8 segundos depois de ter começado a jantar:
Ele - Mamã, dóiiiii-me a barriga... não quero comer mais!
5 minutos depois de nos termos levantado da mesa (e depois de ter comido, no mínimo, 80% do conteúdo do prato e fruta):
Ele - Mamã, ainda tenho um pouco de fominha. Posso comer uma bolachinha?
2.
Enquanto lhe dava o pequeno-almoço, numa destas manhãs, para seguir para a escola, com o pai - esta é a tal, onde ele me imitou:
Ele - Mamã, dói-me a barriga!
Eu - Kiko, sempre que não te apetece alguma coisa, dizes que te dói a barriga. Essa já não pega, amiguinho! E agora, quero que comas.
Ele - Pois, e eu também quero ser rico e não sou!
3.
Fui às compras. Quando fui buscar o pequeno ao infantário, ele perguntou se o meu dia tinha corrido bem. Disse-lhe que sim, que tinha ido ao supermercado.
Antevendo a pergunta seguinte que seria "compraste alguma coisa para mim?", disse imediatamente que não tinha comprado doces nenhuns.
"Doces? Porque falaste em doces? Tu sabes que eu não gosto de doces..." foi a resposta.
Esclareci que estava a falar de bolachas... "eu ainda tenho muitas de animais e dinossauros...não quero mais".
4.
Não sei que horas eram da madrugada, e oiço o pequeno, no quarto dele: "mamã... mãe... ó mamã"... levanto-me KO de sono e vou ver o que se passa.
Ele, a esfregar os olhos... também KO de sono e diz-me "não me deste um beijo de boa noite!".
"Tens toda a razão, meu amor...", respondi.
Dei-lhe um beijo, aconcheguei-o e dormiu o resto da noite como um anjo.
1.
TODOS os dias:
Ele - Mamã, estou cheioooooo de fome... posso comer qualquer coisinha?
Eu - Não, filhote, a mamã está mesmo mesmo a terminar o jantar...
3.8 segundos depois de ter começado a jantar:
Ele - Mamã, dóiiiii-me a barriga... não quero comer mais!
5 minutos depois de nos termos levantado da mesa (e depois de ter comido, no mínimo, 80% do conteúdo do prato e fruta):
Ele - Mamã, ainda tenho um pouco de fominha. Posso comer uma bolachinha?
2.
Enquanto lhe dava o pequeno-almoço, numa destas manhãs, para seguir para a escola, com o pai - esta é a tal, onde ele me imitou:
Ele - Mamã, dói-me a barriga!
Eu - Kiko, sempre que não te apetece alguma coisa, dizes que te dói a barriga. Essa já não pega, amiguinho! E agora, quero que comas.
Ele - Pois, e eu também quero ser rico e não sou!
3.
Fui às compras. Quando fui buscar o pequeno ao infantário, ele perguntou se o meu dia tinha corrido bem. Disse-lhe que sim, que tinha ido ao supermercado.
Antevendo a pergunta seguinte que seria "compraste alguma coisa para mim?", disse imediatamente que não tinha comprado doces nenhuns.
"Doces? Porque falaste em doces? Tu sabes que eu não gosto de doces..." foi a resposta.
Esclareci que estava a falar de bolachas... "eu ainda tenho muitas de animais e dinossauros...não quero mais".
4.
Não sei que horas eram da madrugada, e oiço o pequeno, no quarto dele: "mamã... mãe... ó mamã"... levanto-me KO de sono e vou ver o que se passa.
Ele, a esfregar os olhos... também KO de sono e diz-me "não me deste um beijo de boa noite!".
"Tens toda a razão, meu amor...", respondi.
Dei-lhe um beijo, aconcheguei-o e dormiu o resto da noite como um anjo.
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21 de abril de 2017
"Agora, só falta a menina...."
Antes de começar o texto, propriamente dito, deixem-se esclarecer que tenho 5 anos de diferença do meu irmão, e o meu excelso homem tem 6 anos de diferença do dele. Somos, portanto, pessoas com irmãos, e pessoas que não são "seguidinhas" dos caçulas.
Nada contra as pessoas que têm filhos com pouquíssimos anos de diferença. Adoro que as pessoas tenham filhos: é uma excelente notícia para a natalidade deste País, mais crianças alegram a comunidade, etc..
Chateia-me é que estejam sempre a "pedir" um irmão ou irmã para o Henrique.
Ponto 1: quem tem de pedir é ele;
Ponto 2: não gostava que ele fosse filho único, mas a decisão não é só minha;
Ponto 3: não gostava que ele fosse filho único, mas a malta não tem filhos como quem compra maçãs;
Ponto 4: não gostava que ele fosse filho único, mas as condições para ter um 2.º filho sou eu e o meu excelso homem que as definimos.
Eu sei que as pessoas não fazem por mal. Mas, deslarguem-me! Obrigam-me a fazer um sorriso amarelo, só para não ser mal-educada. Principalmente, com pessoas de mais idade, e eu não quero ser rude com pessoas com idade para serem minhas avós.
Só há menos de um ano, é que comecei a dormir noites inteiras - e não são todas. O Henrique desfraldou também há menos de um ano. Deixem-me respirar, aproveitar estas pequenas conquistas, estas pequenas independências do Henrique e aproveitar o crescimento do meu anãozinho de jardim.
Há vantagens em que os filhos tenham idades aproximadas, tal como as há, em idades mais afastadas. E há também desvantagens, em ambos os cenários. Como em tudo na vida, atrevo-me ainda a acrescentar.
Posto isto... "mic drop"
Nada contra as pessoas que têm filhos com pouquíssimos anos de diferença. Adoro que as pessoas tenham filhos: é uma excelente notícia para a natalidade deste País, mais crianças alegram a comunidade, etc..
Chateia-me é que estejam sempre a "pedir" um irmão ou irmã para o Henrique.
Ponto 1: quem tem de pedir é ele;
Ponto 2: não gostava que ele fosse filho único, mas a decisão não é só minha;
Ponto 3: não gostava que ele fosse filho único, mas a malta não tem filhos como quem compra maçãs;
Ponto 4: não gostava que ele fosse filho único, mas as condições para ter um 2.º filho sou eu e o meu excelso homem que as definimos.
Eu sei que as pessoas não fazem por mal. Mas, deslarguem-me! Obrigam-me a fazer um sorriso amarelo, só para não ser mal-educada. Principalmente, com pessoas de mais idade, e eu não quero ser rude com pessoas com idade para serem minhas avós.
Só há menos de um ano, é que comecei a dormir noites inteiras - e não são todas. O Henrique desfraldou também há menos de um ano. Deixem-me respirar, aproveitar estas pequenas conquistas, estas pequenas independências do Henrique e aproveitar o crescimento do meu anãozinho de jardim.
Há vantagens em que os filhos tenham idades aproximadas, tal como as há, em idades mais afastadas. E há também desvantagens, em ambos os cenários. Como em tudo na vida, atrevo-me ainda a acrescentar.
Posto isto... "mic drop"
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19 de abril de 2017
A importância de ler
![]() |
| Um dos últimos livros comprados no alfarrabista em Cascais |
Gosto de ir a Cascais e que ele faça birra para ir a um alfarrabista que existe perto do Santini - a proprietária até já o conhece, mal entra naquele espaço que cheira a História e a letras.
Gosto que ele goste de livros tanto como eu. Gosto do entusiasmo dele quando vamos ao Hipopómatos na Lua, junto da Biblioteca Municipal de Sintra. Gosto que ele goste de histórias, de as ouvir e de as inventar.
Nestes dias de férias, não levámos nenhum livro dele. Mas não fez mal. Ele inventou histórias para dormir. Criou, na cabecinha dele, um conto com o Winnie, The Pooh e todos os personagens do Bosque dos Cem Acres.
Gosto que ele viaje e que descubra o mundo pelos livros. Gosto que ele questione. Gosto que ele use a imaginação para criar os seus enredos. Gosto que ele conheça dinossauros, heróis e vilões, através das páginas novas (ou não) de um livro.
Como costumo dizer sempre, quando me dizem que não sabem o que lhe oferecer: "na dúvida, ofereçam um livro. Nunca são demais!".
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17 de abril de 2017
Spring break
Estiveram, em cima da mesa, algumas propostas, mas optámos por voltar ao distrito de Santarém. Temos lá casa, fica perto de Lisboa, podíamos descansar de verdade (e comer bem, vá...).
O Henrique andava em pulgas para ficar de férias. E tirou "a barriga de miséria": andou de bicicleta, correu, brincou... tudo aquilo a que tinha direito. Nas Portas do Sol, gritou "aos atacantes" do reino que ali ninguém nos atingia, elegeu uma muralha como a sua "pefida" (preferida), e pode ser muito mais do que apenas uma criança que cumpre horários para levantar e ir dormir.
Nestes dias, não dormiu a sesta, obviamente.
"Mas à noite, ia mais cedo para a cama, de certezinha", disse-me uma das minhas tias. Lancei uma gargalhada, porque não... não ia mesmo. Nas férias, não houve grandes horários... e ele nunca tinha sono.
Comemos (muita) da melhor sopa do mundo - a Sopa da Pedra, pois claro! - comemos "Arrepiados" (não conhecia e fiquei fã). E o Henrique ficou louco porque trouxe, de recordação, uma pedra.
Até que chegou a hora de regressar. E houve uma birrinha de saudades, de um local que nos deixa satisfeitos, mas que ainda não tínhamos deixado. E ele que anda tão meloso, tão cheio de mimo...
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Primavera
11 de abril de 2017
Os dias não chegam para tudo
Vejo-me, diariamente, a adiar vir aqui escrever. Todos os dias, o Kiko tem daqueles momentos, e que penso "não me posso esquecer disto, para o blogue", mas depois passa... a rotina atropela, tal camião desgovernado, qualquer boa-vontade que possa existir.
Os dias não chegam para tudo. Infelizmente. E chego às 22h00, a cair para o lado.
Mas o Kiko tem tido os seus momentos, sim. Cada vez me convenço mais que ele, mais do que um miúdo querido e carinhoso, tem uma esponja no lugar no cérebro, tal é a rapidez com que absorve aquilo que lhe é dito, e a forma como interpreta e adequa o que ouve.
Há uns dias - poucos dias - estávamos a jantar. O Henrique, com um ar muito entendido e tão senhor dele próprio, vira-se para o pai e pergunta:
"- Papá, já viste aquela série onde os maus fugiram de carro?" e desenvolveu por ali fora.
Olhámo-nos e rimos. Claro que rimos. O nosso pequeno de 4 anos, um fedelhito, a querer conversar sobre séries. Não começou a disparatar como é hábito, nem fez birra para ver bonecos... sentou-se, a jantar e quis conversar. Demos corda, para ver onde aquilo ia parar. E ele manteve sempre a postura de menino crescido.
Os dias não chegam para tudo. Infelizmente. E chego às 22h00, a cair para o lado.
Mas o Kiko tem tido os seus momentos, sim. Cada vez me convenço mais que ele, mais do que um miúdo querido e carinhoso, tem uma esponja no lugar no cérebro, tal é a rapidez com que absorve aquilo que lhe é dito, e a forma como interpreta e adequa o que ouve.
Há uns dias - poucos dias - estávamos a jantar. O Henrique, com um ar muito entendido e tão senhor dele próprio, vira-se para o pai e pergunta:
"- Papá, já viste aquela série onde os maus fugiram de carro?" e desenvolveu por ali fora.
Olhámo-nos e rimos. Claro que rimos. O nosso pequeno de 4 anos, um fedelhito, a querer conversar sobre séries. Não começou a disparatar como é hábito, nem fez birra para ver bonecos... sentou-se, a jantar e quis conversar. Demos corda, para ver onde aquilo ia parar. E ele manteve sempre a postura de menino crescido.
20 de março de 2017
Saco dobrável - nova campanha Trybe
Nós - todos os que são pais/mães - sabemos o quanto é difícil... reformulo, temos noção do quanto é complicado gerir roupas e outros "tarecos" quando queremos, por exemplo, ir passar um fim-de-semana fora. São as roupas da mãe, as roupas do pai, as roupas da criança... e mais uma muda, não vá a criança sujar-se, e mais um par de sapatos extra, e falta ainda o peluche com que a criança dorme, e mais uns medicamentos não vá haver algum problema... etc etc etc
Quando damos por nós, parece que vamos de férias para a Polinésia durante 3 semanas, tal é a quantidade de tralha que levamos. Eu... eu, então... é o pânico. Ainda me lembro de preparar a mala para as férias na praia e levar uma muda de roupa por dia... claro que depois andava o tempo quase todo de chinelos e calções!
A Trybe tem uma nova campanha - em que já me inscrevi: um saco dobrável, concebido para transportar o equipamento de desporto ou artigos pessoais para os fins-de-semana fora, pequenas estadias ou escapadinhas...
Este saco é ideal para levar no avião: guarda-se facilmente no bolso e permite antecipar o excesso de bagagem no regresso da viagem.
Quando damos por nós, parece que vamos de férias para a Polinésia durante 3 semanas, tal é a quantidade de tralha que levamos. Eu... eu, então... é o pânico. Ainda me lembro de preparar a mala para as férias na praia e levar uma muda de roupa por dia... claro que depois andava o tempo quase todo de chinelos e calções!
A Trybe tem uma nova campanha - em que já me inscrevi: um saco dobrável, concebido para transportar o equipamento de desporto ou artigos pessoais para os fins-de-semana fora, pequenas estadias ou escapadinhas...
Este saco é ideal para levar no avião: guarda-se facilmente no bolso e permite antecipar o excesso de bagagem no regresso da viagem.
Querem melhor que isto? Não sei se há...
Inscrevam-se na Trybe e habilitem-se a conseguir um destes sacos giríssimos... eu já tentei a minha sorte! Usem este link: https://trybe.com/?ref=da8e199b89, sigam os passos e cruzem os dedos!
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#Trybe #Portugal
14 de março de 2017
Afinal... correu tudo bem!
O Henrique faz amanhã 4 anos.
Sim, vou mandar-me ao lugar-comum: o tempo passa a correr.
A fotografia que, hoje, posto é do dia 14 de março de 2013. Tirada pela hora de almoço, sensivelmente. O homem trabalhava e eu estava sozinha, entretida com a máquina, numa vã tentativa de me abstrair do facto que, no dia seguinte, ia conhecer o meu filho.
A cesariana estava marcada, portanto, tudo corria para aquela hora. Era uma questão de tempo. Sempre o tempo.
Foram 9 bons meses. A sério! Sem complicações irresolúveis. Umas contrações marotas e uma infeçãozinha mandaram-me para casa quase aos 7 meses, mas fora isso, nada a registar.
Esta foto marca o fim de uma caminhada. E o consequente início de outra. Por um lado, estava morta de medo. Mas, havia uma parte de mim que estava mais do que ansiosa por ter o Henrique nos braços. Parecendo que não, 9 meses custam a passar.
O meu medo não era do parto. Era o regresso a casa. Era vir para o nosso lar, e não saber o que fazer. Não ter aquela campainha perto da cama que, sendo acionada, tinha uma enfermeira, à minha cabeceira, com voz tranquila, dando-me o conforto necessário para saber que tudo iria correr bem.
Em casa,por mais campainhas que tocassem, não havia enfermeiras ou médicos que me acudissem. Iria ter de providenciar tudo. Só com o homem... tão verdinho como eu! Belos pais tens, meu rico filho!
Quatro anos passam num piscar de olhos. Passaram muito mais rápido do que os 9 meses anteriores. E o garoto fez-se! É tranquilo. Tudo correu bem!
Sim, vou mandar-me ao lugar-comum: o tempo passa a correr.
A fotografia que, hoje, posto é do dia 14 de março de 2013. Tirada pela hora de almoço, sensivelmente. O homem trabalhava e eu estava sozinha, entretida com a máquina, numa vã tentativa de me abstrair do facto que, no dia seguinte, ia conhecer o meu filho.
A cesariana estava marcada, portanto, tudo corria para aquela hora. Era uma questão de tempo. Sempre o tempo.
Foram 9 bons meses. A sério! Sem complicações irresolúveis. Umas contrações marotas e uma infeçãozinha mandaram-me para casa quase aos 7 meses, mas fora isso, nada a registar.
Esta foto marca o fim de uma caminhada. E o consequente início de outra. Por um lado, estava morta de medo. Mas, havia uma parte de mim que estava mais do que ansiosa por ter o Henrique nos braços. Parecendo que não, 9 meses custam a passar.
O meu medo não era do parto. Era o regresso a casa. Era vir para o nosso lar, e não saber o que fazer. Não ter aquela campainha perto da cama que, sendo acionada, tinha uma enfermeira, à minha cabeceira, com voz tranquila, dando-me o conforto necessário para saber que tudo iria correr bem.
Em casa,por mais campainhas que tocassem, não havia enfermeiras ou médicos que me acudissem. Iria ter de providenciar tudo. Só com o homem... tão verdinho como eu! Belos pais tens, meu rico filho!
Quatro anos passam num piscar de olhos. Passaram muito mais rápido do que os 9 meses anteriores. E o garoto fez-se! É tranquilo. Tudo correu bem!
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6 de março de 2017
Adeus, Fevereiro. Até para o ano!
Um mês. Um mês em que passou o Dia dos Namorados, o meu aniversário, o Carnaval, e uns quantos dias em obras cá em casa.
Fevereiro que é o mês mais pequeno já passou e nele coube tanta coisa que ainda estou abananada. Passou o Carnaval. Direi antes: sobrevivi a mais um Carnaval. O meu "Pirata" de 2016 deu lugar a um "Capitão América" e a um "Homem Aranha" em 2017. Dois disfarce, sim... que aqui vive-se à grande. Ele que queria ser um super-herói... foi dois!
Celebrei 34 anos esparramada, dividida entre a cama e o sofá - só porque sim, e porque podia - sem mexer uma palha. Best day ever!
Fizemos o quarto do Henrique numa semana; pintámos a sala e o nosso quarto, na semana seguinte. era ver o mobiliário possível na cozinha. O caos. A confusão. Dava-me vontade de chorar cada vez que entrava em casa.
Entrevistei um dos Câmara Pereira e um Chef com Estrelas Michelin.
Fevereiro, tu que és um mês tão pequenito, fazes-me ainda choramingar cada vez que vejo manchas de tinta em locais que já tinha limpo umas dezenas de vezes.
Adeus Fevereiro. Até para o ano, sim!
(entretanto, estamos a 15 dias de começar a primavera, e só ontem percebi que, o meu Kiko, faz 4 anos para a semana!)
Fevereiro que é o mês mais pequeno já passou e nele coube tanta coisa que ainda estou abananada. Passou o Carnaval. Direi antes: sobrevivi a mais um Carnaval. O meu "Pirata" de 2016 deu lugar a um "Capitão América" e a um "Homem Aranha" em 2017. Dois disfarce, sim... que aqui vive-se à grande. Ele que queria ser um super-herói... foi dois!
Celebrei 34 anos esparramada, dividida entre a cama e o sofá - só porque sim, e porque podia - sem mexer uma palha. Best day ever!
Fizemos o quarto do Henrique numa semana; pintámos a sala e o nosso quarto, na semana seguinte. era ver o mobiliário possível na cozinha. O caos. A confusão. Dava-me vontade de chorar cada vez que entrava em casa.
Entrevistei um dos Câmara Pereira e um Chef com Estrelas Michelin.
Fevereiro, tu que és um mês tão pequenito, fazes-me ainda choramingar cada vez que vejo manchas de tinta em locais que já tinha limpo umas dezenas de vezes.
Adeus Fevereiro. Até para o ano, sim!
(entretanto, estamos a 15 dias de começar a primavera, e só ontem percebi que, o meu Kiko, faz 4 anos para a semana!)
9 de fevereiro de 2017
A Clara vai ficar super-contente
Já aqui falei da Trybe umas quantas vezes, e esta semana, tive uma surpresa brilhante: recebi um pacotão de fraldas Dodot e uma embalagem de toalhitas, da mesma marca.
O Henrique há muito que não usa fraldas, mas a Clarinha - a nossa prima de 1 ano - vai ficar radiante por ganhar uma embalagem nova de fraldinhas, concebidas para manter a pele sempre seca.
Uma coisa que sempre adorei, é o facto das marcas usarem a palavra "tecnologia" para falarem sobre a melhoria das fraldas. Estas novas Dodot têm três tubos ultra-absorventes. E isto é o que realmente sempre gostei nesta marca... se não fosse o peso da dita fraldas, às vezes nem notava que o Henrique estava molhado.
Esta nova tecnologia como que "reparte" o xixi uniformemente pelos 3 Tubos Ultra-Absorventes, por isso é mais seco e dilata menos - e não cria aquele efeito "saco de chá" no bebé.
Com as toalhitas, confesso que nem sempre fui tão exigente, como com as fraldas, mas ainda assim o novo tecido das Toalhitas Dodot, graças à sua textura com ondas deslizantes e fibras compactas, limpa eficazmente e não é agressivo com a pele do bebé.
Uma coisa que sempre adorei, é o facto das marcas usarem a palavra "tecnologia" para falarem sobre a melhoria das fraldas. Estas novas Dodot têm três tubos ultra-absorventes. E isto é o que realmente sempre gostei nesta marca... se não fosse o peso da dita fraldas, às vezes nem notava que o Henrique estava molhado.
Esta nova tecnologia como que "reparte" o xixi uniformemente pelos 3 Tubos Ultra-Absorventes, por isso é mais seco e dilata menos - e não cria aquele efeito "saco de chá" no bebé.
Com as toalhitas, confesso que nem sempre fui tão exigente, como com as fraldas, mas ainda assim o novo tecido das Toalhitas Dodot, graças à sua textura com ondas deslizantes e fibras compactas, limpa eficazmente e não é agressivo com a pele do bebé.
Portanto, meus amigos (sim, vocês os três que ainda me lêem), se quiserem experimentar boas marcas, sigam este link https://trybe.com/?ref=da8e199b89 que vos deixo, e registem-se na Trybe. Podem não usar os produtos, como aconteceu agora comigo, mas podem dar a hipótese a alguém de quem gostam. Certo, Clarinha??
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