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21 de abril de 2017

"Agora, só falta a menina...."

Antes de começar o texto, propriamente dito, deixem-se esclarecer que tenho 5 anos de diferença do meu irmão, e o meu excelso homem tem 6 anos de diferença do dele. Somos, portanto, pessoas com irmãos, e pessoas que não são "seguidinhas" dos caçulas.

Nada contra as pessoas que têm filhos com pouquíssimos anos de diferença. Adoro que as pessoas tenham filhos: é uma excelente notícia para a natalidade deste País, mais crianças alegram a comunidade, etc..

Chateia-me é que estejam sempre a "pedir" um irmão ou irmã para o Henrique.
Ponto 1: quem tem de pedir é ele;
Ponto 2: não gostava que ele fosse filho único, mas a decisão não é só minha;
Ponto 3: não gostava que ele fosse filho único, mas a malta não tem filhos como quem compra maçãs;
Ponto 4: não gostava que ele fosse filho único, mas as condições para ter um 2.º filho sou eu e o meu excelso homem que as definimos.

Eu sei que as pessoas não fazem por mal. Mas, deslarguem-me! Obrigam-me a fazer um sorriso amarelo, só para não ser mal-educada. Principalmente, com pessoas de mais idade, e eu não quero ser rude com pessoas com idade para serem minhas avós.

Só há menos de um ano, é que comecei a dormir noites inteiras - e não são todas. O Henrique desfraldou também há menos de um ano. Deixem-me respirar, aproveitar estas pequenas conquistas, estas pequenas independências do Henrique e aproveitar o crescimento do meu anãozinho de jardim.

Há vantagens em que os filhos tenham idades aproximadas, tal como as há, em idades mais afastadas. E há também desvantagens, em ambos os cenários. Como em tudo na vida, atrevo-me ainda a acrescentar.

Posto isto... "mic drop"

30 de julho de 2013

Os primos desta vida

Cresci com os meus primos. O Pedro e o Nuno. Mais tarde, veio a Ana. E depois, o Diogo. Pouco depois, o outro Nuno (o Filipe), depois o Miguel e, por fim, a outra Ana (a Aninhas).
As minhas brincadeiras de miúda incluíam ainda o Márcio e o Frederico, outros dois primos de grau diferente. Muitos primos, portanto.

Há umas semanas, em conversa com a Ana n.º 1, chegámos à conclusão que todos tivemos uma infância feliz. Todos juntos. Com mais ou menos discussões, com mais ou menos momentos de pancadaria, com brincadeiras que ocupavam toda a nossa aldeia e mais além, até à noite.

Estes primos foram (e são) os primeiros da minha lista de amigos. São aquelas pessoas que não esqueço mesmo que se passem meses sem os ver. Estes primos são amigos, companheiros de brincadeiras, de vida... são estas as pessoas que estão, inegavelmente e irrevogavelmente, ligados ao meu significado pessoal de "infância".

Todas estas pessoas são primos do Henrique. Primos mais velhos com quem ele nunca vai brincar. Primos que ele verá da mesma forma que eu olhava para os primos do meu pai... aqueles mesmo com quem ele também havia brincado um dia.

O Henrique, agora, tem duas primas. A Laura e a Maria. Gémeas. Com pouco mais de 3 dias de vida. Lindas. Perfeitinhas. Rosadinhas. Tão pequeninas que apetece meter dentro do bolso e andar com elas para todo o lado.
Duas primas que vão aparecer nos álbuns de fotografias, nas festas de anos, nas férias do Verão...

Nasceram na sexta-feira, os dois (pequeninos) elos desta cadeia relacional que não se vai quebrar por mais anos que estas crianças vivam. Bem-vindas, Laura e Maria.

15 de maio de 2013

A propósito do Dia da Família: home, sweet home!

Diz que hoje é o Dia da Família e esta é a minha: com altos e baixos, com vozes várias oitavas acima do limite legal, com amizades profundas e com um amor que ultrapassa a velocidade de rotação da Terra...

Os meus pais que adoro profundamente;

O meu irmão que é a minha pessoa... (muita Anatomia de Grey dá nisto);

Os meus tios que, à falta de melhor descrição, são a Céuzita, o Nunito e o Nandito;

Os meus primos que me ajudaram a crescer mais feliz;

Os meus avós que sempre foram o grande exemplo;

O meu excelso homem que me faz feliz desde o 1.º dia já lá vão 5 anos;

O meu filho que, sem mais delongas, fez de mim uma mulher realizada e completa!

Com a minha família, meio maluquete, sinto-me em casa, quentinha e aconchegada. 
 

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