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26 de maio de 2008

Mensagem pela manhã

Oi tudo bem? Era só para mandar um beijo :-*

Quem é que tem a melhor amiga do mundo? Quem é? Eu, pois está claro!

26 de dezembro de 2007

After Christmas

Ora aí está mais um Natal passado. Tenho a comunicar que, efectivamente, o Pai Natal existe. Só não tem barbas brancas. Nem uma barriga enorme. Nem anda de trenó puxado por renas. Nem é assim tão velho. Mas... lê o meu blog. O meu Pai Natal é moreno, usa barba, é assim a puxar para o magrito, anda na casa dos vinte e picos e conduz um Opel. Pronto, e ofereceu-me o CD do Ben Harper.

A minha família quer porque quer (à força) que eu engorde... só este Natal recebi 4 caixas de bombons. Querem adoçar-me a boca, aqueles malandros.

Mas este Natal teve um sabor diferente. O meu irmão não esteve em casa. O sacana pegou nele e pôs-se num avião para França passar o Natal com a namorada e a família dela. O meu primeiro Natal sem o meu irmão. Fica marcado! Pelo menos eu fiquei marcada. Falar com ele via-MSN antes da Consoada não substitui a presença daquele puto.

Fiquei marcada por outra coisa: o meu primo mais velho. Imaginem aquele primo com quem andam sempre à disputa. Aquele que vos chateia a cabeça desde que eram miúdos. Aquele que vos estragava os brinquedos e fugia de vocês para não brincarem juntos. Esse mesmo. Estivemos em sintonia, em casa da avó... por meia-hora, voltámos a ser miúdos de 5,6 e 7 anos. Os mesmos miúdos que se deitavam na rua, na noite de Natal, porque alguém dizia sempre "O Menino Jesus deve estar quase a chegar. Vão ver se o vêem!" E lá íamos... crentes que o Menino Jesus chegava mesmo (as modernices do Pai Natal-Coca-Cola ainda não tinham chegado às nossas casas)!! Fomos miúdos. Novas picardias... e o beijinho da reconciliação de Natal.

As prendas? O que interessam as prendas, quando aos 24 anos voltei a ter 5, mesmo que por meia-hora?

11 de dezembro de 2007

Um pedido simples

E porque a Marta pediu...

28 de outubro de 2007

Ele há coisas do caraças

É de noite. Fui buscar o meu irmão ao expresso. Ele avisa-me "cuidado... há polícia ali à frente na rotunda". Respondi que já sabia. A tensão aumenta quando vejo dois carros azuis-e-brancos e uns quantos homens fardados, com uns coletes catitas reflectores. Um manda-me parar. Estava a amaldiçoar baixinho a minha sorte, mas quando vejo o agente a olhar para mim, largo a rir. Saio do carro e pergunto"Gajo, queres mesmo ver os meus documentos, ou mandaste-me parar só pela sacanice?!". O agente ri-se: era um ex-patrãozinho!

Trabalhei numa Colónia de Férias, propriedade dos Serviços Sociais da PSP. Colónia essa que é gerida por polícias. E, em sorte, fui mandada parar por aquele com quem tenho mais confiança - a seguir ao meu pai, por razões óbvias.

As suas últimas palavras para mim foram: "vá... vai-te lá embora; não estejas aqui ao frio!". Isto sim, é uma operação STOP em condições!

26 de agosto de 2007

Eu não mereço...

... ter amigas como a Carol. Depois das minhas aventuras em terras da capital, eis que chegada «à xanta terrinha» tenho a visita da minha sócia. Quatro dias lindos de praia, passeios, jantaradas, dança e karaoke.

Conhecemo-nos via-Internet há cerca de um ano; desde aí somos, virtualmente, inseparáveis. Só nos conhecemos, pessoalmente, este mês, mas parecia que tínhamos vivido juntas desde sempre.

O meu primo M e a sua noiva, a C, organizaram uma nova despedida de solteiros, desta vez em conjunto - não vá o Diabo tecê-las. A nova data para o enlace foi marcada para dia 9 de Stembro. Desta é que é!

Um desabafo: já não tinha umas férias assim desde meados de 1755 - logo após o terramoto!

10 de junho de 2007

E quando... (II)

atendemos o telemóvel, do outro lado nos dizem "Estás boa?" e, imediatamente, reconhecemos a voz da nossa melhor amiga de infância com quem já não falamos há mais de 10 anos? E quando, em questão de milésimos de segundo, essa mesma infância nos passa à frente dos olhos, sentimos um calor na barriga, vontade de choramingar e querer estar, naquele momento, lá, onde ela está? E quando sabemos que ela pensa exactamente a mesma coisa? E quando nos apercebemos que, por mais anos que passem, aquela ligação nunca vai morrer?

Será isto um momento de felicidade? Acho que sim...
 

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