Gosto de ler e ponto final. Desde que me lembro de mim enquanto gente, sempre tive livros em casa. A minha mãe insistia para que eu lesse e nunca foi sacrifício para mim ler as obras obrigatórias da secundária. Quando ando a passear pelo Hi5 e afins, a primeira coisa em que reparo nas pessoas é na lista dos livros favoritos. Gosto de saber do que gostam, gosto de saber se têm interesses semelhantes aos meus...
A que propósito vem esta conversa? No local onde trabalho está a decorrer uma Feira do Livro. Tem imensas obras que gostava de possuir, tem oferta que nunca mais acaba, tem livros para todos os escalões etários... mas não vende! Pensei que, com alguma publicidade, as pessoas se mostrassem interessadas em visitar esta Feira. A publicidade foi feita, mas não aparecesse ninguém... não me afecta, minimamente, que a livraria não venda; o que me afecta é o alheamento das populações em relação aos livros. Será que já não existe aquela magia de abrir um livro novo, passar as mãos pelas folhas lisinhas, cheirar o livro e deixarmo-nos absorver pelo seu conteúdo?
Neste momento, tenho uns quantos livros em "stand-by" na mesa-de-cabeceira: "O Nome da Rosa" de Umberto Eco (comprei-o porque sempre tive curiosidade em explorar Eco e não fui defraudada... o livro está a ser óptimo!), "O Retrato de Dorian Gray" de Oscar Wilde (sugestão de um amigo... adorou, recomendou-mo e quando o vi, não hesitei em puxar da carteira.), "Diário de um Serial Killer Sentimental", de Luis Sepúlveda (já li quatro livros deste senhor e adorei... e o nome é sugestivo!), "O Pavilhão de Jade" de Konsalik (bem... um Escritor com "E" maiúsculo!), "Avenida Paulista" de João Pereira Coutinho (um livro de crónicas que alguém "publicitou" no blog e que não descansei enquanto não encontrei) e "O Clube das Sobreviventes" de Lisa Gardner... e acho que é só!! Não tenho tido muito tempo para ler, infelizmente!! Mas nas férias, a vingança será terrível!
A que propósito vem esta conversa? No local onde trabalho está a decorrer uma Feira do Livro. Tem imensas obras que gostava de possuir, tem oferta que nunca mais acaba, tem livros para todos os escalões etários... mas não vende! Pensei que, com alguma publicidade, as pessoas se mostrassem interessadas em visitar esta Feira. A publicidade foi feita, mas não aparecesse ninguém... não me afecta, minimamente, que a livraria não venda; o que me afecta é o alheamento das populações em relação aos livros. Será que já não existe aquela magia de abrir um livro novo, passar as mãos pelas folhas lisinhas, cheirar o livro e deixarmo-nos absorver pelo seu conteúdo?
Neste momento, tenho uns quantos livros em "stand-by" na mesa-de-cabeceira: "O Nome da Rosa" de Umberto Eco (comprei-o porque sempre tive curiosidade em explorar Eco e não fui defraudada... o livro está a ser óptimo!), "O Retrato de Dorian Gray" de Oscar Wilde (sugestão de um amigo... adorou, recomendou-mo e quando o vi, não hesitei em puxar da carteira.), "Diário de um Serial Killer Sentimental", de Luis Sepúlveda (já li quatro livros deste senhor e adorei... e o nome é sugestivo!), "O Pavilhão de Jade" de Konsalik (bem... um Escritor com "E" maiúsculo!), "Avenida Paulista" de João Pereira Coutinho (um livro de crónicas que alguém "publicitou" no blog e que não descansei enquanto não encontrei) e "O Clube das Sobreviventes" de Lisa Gardner... e acho que é só!! Não tenho tido muito tempo para ler, infelizmente!! Mas nas férias, a vingança será terrível!