17 de setembro de 2015

Conversa de quem não quer dormir!

A conversa de ontem à noite: desde um Ruca voador, até à discussão de como o pai é crescido/pequenino ou até mesmo a diferença entre noite e dia. O meu filho é um teórico!

12 de setembro de 2015

Crowdfunding bem Catita

Os Catitas e as Emoções

"É uma coletânea de 6 livros, contos infantis direcionados para crianças com idades compreendidas entre os 5 e 9 anos. Ensinam o que são as emoções primárias, o que se sente e como lidar com cada uma delas, Raiva, Alegria, Nojo, Medo, Surpresa e Tristeza. A cada emoção corresponde um livro que é composto por uma história, mais atividades psicopedagógicas relacionadas com a respetiva emoção."

A Autora:
Isabel Soares, também conhecida como Drª. Catita. É licenciada em psicologia e mestre em psicologia da educação. Desenvolve a sua atividade profissional como psicóloga, orientadora escolar e comportamental, e também, como formadora. Trabalha com crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem e/ou comportamento, sempre numa abordagem sistémica com pais, educadores e professores.

Enquanto Drª. Catita, tem projetos psicopedagógicos, nomeadamente, projectos direcionados para o desenvolvimento do pensamento crítico através da arte. Estes projetos são desenvolvidos em contexto escolar com crianças do pré-escolar e primeiro ciclo. Para promover a inteligência emocional dos mais pequenos, escreveu esta coletânea.


Espreitem a página de Facebook da Dra. Catita: https://www.facebook.com/dra.catita

Página do crowdfunding: http://ppl.com.pt/pt/prj/os-catitas-e-a-emocoes

10 de setembro de 2015

Trabalhar em casa

Sou uma privilegiada, confesso. Posso trabalhar em casa, gerir os meus horários, gerir a quantidade de lazer e de trabalho conforme me apetece. Posso conversar com gente com coisas interessantes para dizer, fazer trabalhos que me dão mesmo pica...

E fazer isso com o Kiko em casa?

No ano passado, era difícil. Ele ainda não era suficientemente autónomo para eu o deixar num cantinho sossegado a brincar, e dedicar-me ao computador, à investigação, às chamadas telefónicas. E pô-lo a dormir a sesta era uma tarefa digna de Hércules.

Agora, é consideravelmente mais simples. Como ele cresceu em apenas um ano!!!

Com 2 anos e meio, o Henrique brinca com os seus carrinhos, legos, bombeiros e peluches... já constrói enredos que, invariavelmente, passam por uma dupla de bombeiros ir apagar fogos nos locais mais inauditos, ou por construir carros-aviões futuristas de lego, ou por fazer torres de cubos e logo a seguir mandá-las ao chão.

Com 2 anos e meio, o Henrique fica sentado a ver a Doutora Brinquedos, ou o Bombeiro Sam, ou os Octonautas, ou a Casa do Mickey, ou o Jake e os Piratas.

Com 2 anos e meio, o Henrique vai beber água se tiver sede, ou vai buscar pão se tiver fome (ou bolachas se, porventura, me esqueci do pacote "à mão de semear").

Hoje, passei parte da manhã a trabalhar. Só tinha de estar com atenção e perceber quando terminava um episódio de um qualquer boneco animado e colocar a passar outro. Após o almoço, adormeceu e pude escrever e estar ao telefone sem interrupções.

Amanhã, logo se vê. Mas, hoje... hoje foi um dia bom!

7 de setembro de 2015

Thumbs up!!!

As coisas bem feitas têm de ser aplaudidas.

As pessoas têm muito a tendência para falar mal, criticar e apontar defeitos, mas quando as coisas são boas, raramente, se fala delas.

E isto tudo para quê?

As fraldas-cueca do Pingo Doce. A empresa tem vindo a melhorar muito as fraldas. Inicialmente, não gostava nada delas. Eram rijas e deixavam passar muito o xixi. Perdi a conta a calças, calções e pijamas que tive de trocar, porque quando o xixi era em maior quantidade, saía por fora. Depois, melhoraram a "tecnologia". E passaram a ser as minhas favoritas. Ficam um nadinha "pingonas" quando muito cheias, mas cabe a nós, pais, evitar que os bebés fiquem com a mesma fralda muito tempo.

Agora, também alteraram as fraldas-cueca. Estamos a tentar desfraldar, e a fralda-cueca é a melhor, porque podemos subi-las e descê-las como se fossem, efectivamente, cuequinhas. E mesmo para os bebés grandes, como o Kiko, dá-lhes a impressão de estarem a usar cuecas.

As "antigas" eram rijas, ásperas... muito pouco maleáveis. E esta semana, tive uma agradável surpresa quando vi nas prateleiras uma nova versão (a própria embalagem é muito mais bonita... e sabe Deus, como nós mães, damos importância a coisas bonitas!). A fralda, em si, é mais suave, mais maleável, tem uma faixa na cintura (e nos lados) mais elástica (e suave). E dá-me a ideia que, para o bebé, se torna, inclusivamente, mais confortável.
Têm também uma novidade que as outras não tinham: uma fita autocolante para enrolar a fralda depois de a tirar.

Gostei muito. Thumbs up, Pingo Doce, well done!

4 de setembro de 2015

Grão a grão, enche o passarinho azul o papo!

O Henrique é terrível para dormir. Isto é ponto assente desde o primeirinho dia em que o senti a rebolar na minha barriga, lá pelas 17/18 semanas de gravidez. Ainda o fedelho era só um micróbiozito de meia-dúzia de centímetros e já me dava água pela barba à noite.

Para que não restem dúvidas: o Henrique é péssimo a dormir. Não quer dormir cedo, acorda "n" vezes - e vá que já lhe passou a fase em que acordava aos berros, e que uma pessoa demorava duas horas para o voltar a adormecer! E também a fase de acordar seis vezes por noite.

Por mais rotinas que lhe tentemos impor, nunca consigo pô-lo a dormir profundamente sem, pelo menos, uma dura batalha de uma hora. É o lavar os dentes, vestir pijama, contar história (e têm sempre de ser duas ou três histórias, que o rapaz é exigente!) - ocasionalmente, cantar-lhe a música do Vitinho! - convencê-lo a deitar-se, convencê-lo a deitar-se outra vez, dar-lhe água 37 vezes, responder 50 vezes aos chamamentos dele e convencê-lo que não é preciso ter medo do escuro e que a mãe está ali ao pé dele e que pode dormir descansadinho.
Depois quer a minha mão, depois quer o meu braço, depois quer estar a massajar-me o cotovelo... tento sair de fininho, ele acorda e repete tudo de novo. É exaustivo.

Ultimamente, temos brincado a fingir que somos passarinhos azuis (ou em linguagem própria"piu-piu aju"). Há uma história que ele adora do Winnie The Pooh, em que o Pooh encontra um ninho com um ovo e daí nasce um passarinho azul e blábláblá. A reter: "piu-piu aju"!
Então, na hora de dormir somos sempre passarinhos azuis. Ele é o passarinho-bebé-azul e eu sou a mamã-passarinho-azul. E lá o consigo convencer que ele tem de dormir descansadinho nas palhinhas do ninho. E depois de me dizer 500 vezes que "piu-piu aju xede" (sede), lá acaba por adormecer. Tem melhorado, ainda assim. Já só demora uns 30/40 minutos.

E esta noite foi o verdadeiro sucesso! Dormiu, na cama dele, até às 6h15. Nem dava para acreditar! É claro que me levantei umas cinco vezes para o tapar, porque o ouvia a chamar-me, e quando me chegava ao pé dele, dormia profundamente, completamente destapado e com as pernas geladas. Mas dormia! E isso é que é a parte emocionante: foi-se deitar mais cedo e dormiu mais tempo - umas 7 horas e tal seguidas. NUNCA aconteceu!

Acho que, aos poucos, a coisa está a regularizar. É como diz o ditado: grão a grão...


31 de agosto de 2015

Depois das férias, o que resta....?

Entre trabalho, problemas com o carro "de família", inspecções, revisões e férias, apercebi-me que não escrevo há mais de um mês...

Mas as novidades também não são muitas. Além das pequenas patifarias do anãozinho. Todos os dias, tem uma ideia diferente, uma reacção a algo, uma piadola na ponta da língua, uma marotice preparada... põe-me os nervos em frangalhos, é certo, mas isto também é ser mãe.

Ser mãe é ouvir 30 vezes num minuto "mãe, ó mãe, mãeeeeee, mamã... ó mamãããããã... mãeeeeeeee...". "O QUÊ????", pergunto eu!!!. "Nada", responde ele com a maior descontracção!

Ser mãe é estar sentada no bidé, a observá-lo no redutor à espera que ele faça xixi, enquanto domina os puzzles que descarreguei no tablet. E quando não há nada, vestir-lhe umas cuequinhas e passados 5 minutos ter a sala alagada em xixi!

Ser mãe é ter de dividir a única bolinha de Berlim na praia... e tê-lo a olhar para mim com olhos de cachorrinho quando acaba.

Ser mãe é fazer montes de bolinhos de areia, na praia, e ouvir SEMPRE "mais, mamã, ôto!".

Ser mãe é lutar para o tirar da piscina e convencê-lo que ir tomar um banho quente é boa ideia!

Ser mãe é estar completamente imóvel com ele a dormir no meu peito...

Ser mãe é ouvi-lo a chamar-me "mamã Babie". Ou "mamã tonta"!

Ser mãe é ouvi-lo a pedir-me uma história: atira-me com o livro para cima e diz "vá, mamã, tenta!" (porque estou sempre a dizer-lhe para tentar fazer isto ou aquilo...!)

Bem... ser mãe é isto e muito mais! E prometo que, agora na rentrée, vou ser mais assídua.

13 de julho de 2015

Armei barraca!!!

Uma das coisas que mais me chateia é recorrer "n" vezes à televisão para conseguir arranjar bocadinhos para outras tarefas como lavar a loiça, ler um bocadinho, trabalhar...
Recorrer à TV é um hábito terrível, eu sei e confesso, e apercebo-me disso quando enumero os desenhos animados preferidos do Henrique. Como disse? Ele tem desenhos animados preferidos? Não era suposto, certo?

Legos, papel e lápis de cor, instrumentos musicais "caseiros"... eu esforço-me, a sério que sim!

Hoje, foi dia de tenda. Canso-me de ouvir no Canal Panda a publicitarem a tenda do Panda, e andava a contar os dias para o Henrique começar a magicar. E hoje, construímos uma tenda. Resultado: esteve lá encafuado meia manhã a brincar, e decidiu que era lá que iria fazer a sesta.

"Bigado, mãe!" ou "Fissi" (o mesmo que "fixe"), foi o que mais se ouviu por estas bandas!!! De encher o coração!
Tenda da brincadeira

Tenda da sesta

8 de julho de 2015

Ai a minha vida: tenho um "mino gando" auto-suficiente!

Imagem retirada daqui
O Henrique é um palhacito - acho que já o terei dito por aqui, algures. É um miúdo gozão, e com a mania que tem graça. Mas depois tem saídas que uma pessoa olha para ele e pergunta-se de onde raio é que tirou aquela ideia.

Há uns dias, estava constantemente a pedir-me para ir à "paia". Ele que só foi à praia meia-dúzia de vezes no ano passado, e numa altura em que nem nós ainda tínhamos falado em praia.

Agora, pegou na mochilinha dele, encheu-a com brinquedos, queria metê-la às costas e dizia "coia, coia" (escola). Escola?! Hein?! Queres ir à escola?! Como é que ele se lembrou de uma coisa destas?! Ele NUNCA esteve - sequer um dia - numa escola...

Ninguém me preparou para isto: criar um filho tão auto-suficiente que decide, sozinho, onde quer ir (hoje, pela primeira vez disse que era um "mino gando" - menino grande - ele que insiste sempre que é um bebé!!!). Acho que vou começar a preparar-me: daqui a mais umas semanas, faz a mala e vai fazer um interrail!

1 de julho de 2015

"Agora é que ele está na fase gira!", é o que me dizem

As crianças são umas esponjas.

Agora, que começa a fazer gracinhas, é que é giro...

E, de repente, dou por mim a pensar nisto e a juntar as duas equações. Realmente, o Henrique está na fase de absorver tudo o que se lhe diz, aprende a uma velocidade digna de um filme de Hollywood, e põe em prática aquilo que aprende da forma mais inaudita possível.

Por exemplo... e aconteceu hoje... há umas horas apenas... o Henrique estava agarrado às minhas pernas, no seu desporto favorito: chamar por mim. Já meio impaciente e entre risos, digo-lhe "Tu és chatooooo!". Começou a saltitar e a cantarolar "sato", "sato", "sato"... Henrique 1 - Mãe 0.

Tenho muito a mania de, volta e meia, dizer "ai que a mamã é tonta!". Erro! Há uns dias, esqueci-me de levar fraldas para o quarto. Disse: "ai que me esqueci das tuas fraldinhas... a mamã vai buscar, fica aí sentadinho!". Resposta dele: "mamã tonta!"... Henrique 2 - Mãe 0

A verdade é que não se pode dizer nadinha ao pé dele que, a determinada altura, o feitiço vira-se contra o feiticeiro, e tudo o que dissermos poderá ser usado contra nós!!! (repeti-me, não foi?!)

2 de junho de 2015

Jura

Passada a virose, andei num rodopio...

Re-re-comecei a fazer uma coisa que sempre gostei muito. Re-re-comecei a escrever como uma maluca, a telefonar, a perguntar, a apagar coisas, a tirar fotografias, a ler o meu nome no finzinho de um trabalho... 

E entretanto, apanhei (?), fiquei (?) uma conjuntivite... há sempre espaço, na minha vida, para coisas novas. E esta foi mesmo novidade. 

De momento, há um turbilhão de coisas a passar. Decisões a tomar. Ver que caminhos tomar. Voltarei a ser mais regular. Eu volto sempre. Juro. 
 

(c)2009 Estrelices. Based in Wordpress by wpthemesfree Created by Templates for Blogger