Nestes (quase) 25 meses de maternidade, nunca estive afastada do Henrique mais de 10 horas. A isso se deve o facto de estar desempregada e o facto de puder realizar alguns trabalhos a partir de casa, por telefone (senhor Alexander Graham Bell, I love you!).
Amanhã, vou sair de casa bem cedo, estar o dia todo fora e a noite também... e, no dia seguinte, sabe Deus a que horas regresso (espero estar em casa pela hora do jantar!). Já ensinei ao pequeno uma cantilena em que ele promete portar-se "bem" e tomar conta da "caca" (casa) e do "papai". Expliquei que não vou dormir com ele, e que ele tem de ser bonzinho com o papá... mas não estou muito convencida que ele tenha entendido!
Vai ser uma coisa esperta, vai!
8 de abril de 2015
31 de março de 2015
Youzz.net - Campanha Purina One
Como já havia dito há alguns meses, sou embaixadora Youzz.net - uma "comunidade de influenciadores", a partir da qual somos, regularmente, seleccionados para campanhas de experimentação de produtos e serviços que tanto podem ir desde protectores solares, como, neste caso, alimentação para gatos.
Esta é já a terceira campanha para a qual sou seleccionada. E ao responder ao questionário de qualificação, tive sempre em mente o Óscar.
O Óscar começou a fazer parte da família quando era tãoooo pequeno que nem dava para ver o sexo. Começámos por pensar que era uma menina, até que percebemos que não era... :)
E assim fiquei super-contente quando soube que fui uma das sortudas que ganhou algumas semanas de alimentação para ele. A marca: Purina!
Esta é já a terceira campanha para a qual sou seleccionada. E ao responder ao questionário de qualificação, tive sempre em mente o Óscar.
O Óscar começou a fazer parte da família quando era tãoooo pequeno que nem dava para ver o sexo. Começámos por pensar que era uma menina, até que percebemos que não era... :)
E assim fiquei super-contente quando soube que fui uma das sortudas que ganhou algumas semanas de alimentação para ele. A marca: Purina!
| O ar deliciado - e pachorrento - do caramelo :) |
A verdade é que, já há alguns anos, tínhamos tido uma experiência com a Purina. O nosso falecido Simba tinha um problema renal e o veterinário aconselhou-nos esta marca por ter todos os componentes nutritivos para ele, sem afectar a sua saúde, ao contrário de outras marcas que abusavam dos sais.
O Óscar pareceu aderir a esta marca... o que vos parece?! ;)
Se quiserem experimentar, tenho algumas amostras, e vales de desconto, para oferecer... é só dizerem! :)
Quem quiser aderir - gratuitamente - basta clicar no banner abaixo, registar-se e participar o mais activamente possível. E boa sorte!
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28 de março de 2015
Introdução ao bacio - lição n.º 1
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| O modelito adquirido é semelhante a este |
- O desmame da mama foi feito tão naturalmente que quase nem dei conta: houve um dia em que simplesmente ele deixou de querer mamar. Assim. Sem pré-aviso, após 21 meses.
- O (quase) desmame da chucha foi igual e quase em simultâneo. Houve um dia em que simplesmente me deu a chucha. Chuchou na chupeta - consecutivamente - desde os 4/5 meses até aos 22, vá. Agora, pede-ma muito raramente. Tão raramente que, na última vez, nem sabia onde é que ela estava.
O desfralde, esse, foi uma coisa que sempre me assustou. A minha ideia sempre foi a seguinte: no ano em que ele fizesse 2 anos, mal o tempo começasse a melhorar, íamos começar a tirar a fralda, aos poucos.
Uma pessoa lê mil descrições, em busca de uma que sirva de guia, e nenhuma é igual. O ponto comum é o bebé sentir-se preparado. E eu olho para o Henrique e ainda o vejo tão bebé, sem vestígios de "maturidade" para largar a fralda. Ainda assim, fui comprar o adereço que faltava.
(disseram as enfermeiras que ele já deu as primeiras indicações de que se está a preparar: avisa após fazer cocó na fralda. Falta o essencial: pedir para fazer, ou avisar antes de fazer)
Logo na primeira vez que tentámos, fiquei cerca de um quarto de hora a brincar com o Kiko, na casa de banho, com o tablet no colo a ver as aplicações com animais, bebés, carros... não fez nada, mas pelo menos, tentámos.
(uma coisa de cada vez, fáxavôr: ainda me estou a mentalizar do facto dele já ter 2 anos)
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19 de março de 2015
DOIS anos
![]() |
| (texto escrito Imagem retirada daqui |
O Henrique completou 2 anos, no domingo. E eu, tão assoberbada de amor (e de tarefas em mãos!), nem consegui vir, aqui, celebrar mais um marco na vida do piolho eléctrico.
O Henrique completou 2 anos, no domingo. E tal como há dois anos, o dia estava bonito: sol, uma temperatura amena. Tal como há dois anos, a família fez questão de estar connosco. Foram os avós de Mem Martins e os do Picoto, os tios de Lisboa e os do Picoto e as primas que saíram de casa para vir festejar.
O Henrique completou 2 anos, no domingo. Houve o "Parabéns a Você", houve bolo com o rosto sorridente do Mickey, houve risos, houve um piquenique e sobras para trazer para casa.
O Henrique completou 2 anos. E foi isto: um domingo muito feliz!
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10 de março de 2015
Um desfiar de dores
Uns dois dentes a romper.Baba e mãos na boca até às amígdalas.
Tosse seca.
Tosse seca acompanhada de vómito.
Nariz ranhoso.
Um caso sério de "alergia" a limpar o nariz.
Assim vai a vida do anãozinho. O que nos vale é que o bom humor prevalece, e me anda aqui a saltitar como uma pulga eléctrica (e a gritar por mim a cada 30 segundos).
Com a maternidade devia vir um curso universitário de pediatria... nisto ninguém pensa, não é?!
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9 de março de 2015
A frustração do desemprego
Há uns anos, o primeiro-ministro disse que as pessoas deviam ver o desemprego como "uma oportunidade" de fazer algo diferente, para abrirmos horizontes e explorarmos alternativas.
Quando fiquei desempregada, tornei-me mãe a tempo inteiro e dona de casa semi-competente. Os primeiros meses são fáceis. Há tanto para pôr em dia. As conversas, o sono, a leitura, as séries de televisão...
Quando se tem a sorte de ter um subsídio de desemprego, a questão monetária também não é a maior preocupação. Temos de fazer as apresentações obrigatórias no Centro de Emprego, há as formações que o Instituto de Emprego nos apresenta... em certa medida, é estar a usufruir de um direito que nos assiste enquanto contribuintes, após anos de descontos para a Segurança Social.
Como não paramos de procurar emprego, vamos a entrevistas e esperamos pelos melhor.
Mas os meses passam.
E o tempo... esse ditador!... não pára. Não nos pergunta "a mamã dá licença?". Mas ainda assim, levantamos a cabeça e "bola para a frente, que atrás vem gente!". O subsídio ainda vai chegando à nossa conta bancária, repensamos o que estamos a fazer bem e mal, e talvez pensemos na hipótese da criação de um pequeno negócio.
E os meses continuam a passar.
E quando damos por nós, estamos há semanas sem ser chamados para entrevistas. Entretanto, o subsídio já terminou. Vemos a confiança a começar a desaparecer. E afinal, a criação de um negócio é mais complicado do que parecia.
Com um bocadinho de sorte, conseguimos fazer um trabalho ou outro, sem complicações, sem pressões...
E quando já desesperamos por um telefonema, algo, alguém, alguma coisa que nos pareça uma oportunidade... definhamos. Caímos na tentação de não sair de casa - mesmo num dia bonito - afinal, sair para quê? Para onde?
E sentimos a pressão dos outros "já encontraste alguma coisa?", "tens ido a entrevistas?", "já mandaste o currículo para o sítio X?", "não podes só centrar-te na tua área, tens de procurar noutros sítios, noutras áreas..." - mesmo que a intenção seja boa, não há ninguém mais frustrado nesta equação que o desempregado.
Podemos sempre tentar ser proactivos. Fazer coisas. Dedicar o tempo livre a fazer bolos e salgados para fora, pintar, fazer bijuteria... e depois vamos ao Facebook e há centenas de grupos de artesanato e pastelaria, cada um com oito mil artesãos e pasteleiros registados, com peças fantásticas e com bolos dignos do "Cake Boss".
E depois, pronto, acordamos um dia, fazemos a cama, tomamos o pequeno-almoço, enquanto damos uma espreitadela no Facebook, e nos sites de anúncios de emprego, lavamos a loiça, arrumamos aquela roupa que apanhámos no dia anterior, passamos a ferro umas camisas - aiiii que já passou a hora do almoço - comemos qualquer coisa (porque já passaram horas desde a última refeição!) - damos um jeito ao chão da casa, sentamo-nos um bocadinho a descansar, a ler um bocado, talvez... e eis que estamos no fim do dia.
Seis da tarde.
E mais um dia de trabalho cumprido.
Amanhã é outro dia... igual a este!
Quando fiquei desempregada, tornei-me mãe a tempo inteiro e dona de casa semi-competente. Os primeiros meses são fáceis. Há tanto para pôr em dia. As conversas, o sono, a leitura, as séries de televisão...
Quando se tem a sorte de ter um subsídio de desemprego, a questão monetária também não é a maior preocupação. Temos de fazer as apresentações obrigatórias no Centro de Emprego, há as formações que o Instituto de Emprego nos apresenta... em certa medida, é estar a usufruir de um direito que nos assiste enquanto contribuintes, após anos de descontos para a Segurança Social.
Como não paramos de procurar emprego, vamos a entrevistas e esperamos pelos melhor.
Mas os meses passam.
E o tempo... esse ditador!... não pára. Não nos pergunta "a mamã dá licença?". Mas ainda assim, levantamos a cabeça e "bola para a frente, que atrás vem gente!". O subsídio ainda vai chegando à nossa conta bancária, repensamos o que estamos a fazer bem e mal, e talvez pensemos na hipótese da criação de um pequeno negócio.
E os meses continuam a passar.
E quando damos por nós, estamos há semanas sem ser chamados para entrevistas. Entretanto, o subsídio já terminou. Vemos a confiança a começar a desaparecer. E afinal, a criação de um negócio é mais complicado do que parecia.
Com um bocadinho de sorte, conseguimos fazer um trabalho ou outro, sem complicações, sem pressões...
E quando já desesperamos por um telefonema, algo, alguém, alguma coisa que nos pareça uma oportunidade... definhamos. Caímos na tentação de não sair de casa - mesmo num dia bonito - afinal, sair para quê? Para onde?
E sentimos a pressão dos outros "já encontraste alguma coisa?", "tens ido a entrevistas?", "já mandaste o currículo para o sítio X?", "não podes só centrar-te na tua área, tens de procurar noutros sítios, noutras áreas..." - mesmo que a intenção seja boa, não há ninguém mais frustrado nesta equação que o desempregado.
Podemos sempre tentar ser proactivos. Fazer coisas. Dedicar o tempo livre a fazer bolos e salgados para fora, pintar, fazer bijuteria... e depois vamos ao Facebook e há centenas de grupos de artesanato e pastelaria, cada um com oito mil artesãos e pasteleiros registados, com peças fantásticas e com bolos dignos do "Cake Boss".
E depois, pronto, acordamos um dia, fazemos a cama, tomamos o pequeno-almoço, enquanto damos uma espreitadela no Facebook, e nos sites de anúncios de emprego, lavamos a loiça, arrumamos aquela roupa que apanhámos no dia anterior, passamos a ferro umas camisas - aiiii que já passou a hora do almoço - comemos qualquer coisa (porque já passaram horas desde a última refeição!) - damos um jeito ao chão da casa, sentamo-nos um bocadinho a descansar, a ler um bocado, talvez... e eis que estamos no fim do dia.
Seis da tarde.
E mais um dia de trabalho cumprido.
Amanhã é outro dia... igual a este!
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11 de fevereiro de 2015
Dicionário Henriquês-Português
O Henrique, tal como 99% dos bebés, tem a sua maneira muito peculiar de falar. Já vai arriscando algumas palavras, mas sem se esticar muito.Assim, e para memória futura (vossa, não a minha, entenda-se!) aqui vai uma amostra do léxico Henriquês:
papai - papá + pai
mamãe - mamã + mãe
nhãoooo (assim mesmo, a arrastar o "ãooo") - não (e temos a variante "ó nhãoooo", com o gesto dramático de levar as mãos à cabeça)
rô - arroz
gôgu - golo ou bola
tão - tostão ou botão (conforme o contexto da conversa)
Ruca - (não necessita de tradução)
Mickey - (idem)
rã - (idem)
cão - (idem)
pão - (idem)
pátum - prato ou pato (conforme estiver a almoçar/jantar ou tomar banho)
pan - Panda
ôôô - Jake e os Piratas
xixi - (não necessita de tradução)
pica-pica - bolacha (por alguma razão desconhecida, embora eu tenha uma teoria)
diu / deu - adeus
Os sons dos animais: consegue "reproduzir" o cão, gato, pato, porco, rato, vaca e o carneiro.
À medida que for necessário, vou acrescentando palavras.
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5 de fevereiro de 2015
Sair em reportagem
Já não o fazia há, praticamente, cinco anos. Estava destreinada, mas, curiosamente, tranquila. Há coisas que são tão naturais que as fazemos de olhos fechados.
Foi necessário "estudar" o meu objecto, preparar o início de conversa, perceber quem é quem e quem faz o quê...
Cheguei um pouquinho antes da hora.
E depois, a coisa fluiu.
Cerca de uma hora de conversa. Sobre o assunto. Sobre tudo e sobre nada.
Sair do local com um calorzinho na barriga, por perceber que a escolha que fiz, aos 18 anos, era a correcta. Que o jornalismo é o que me preenche, apesar dos stresses que provoca, apesar das injustiças que existem neste micro-cosmo, apesar da contra-informação, apesar das dificuldades...
Agora, é lançar os dedos ao teclado e deixar as palavras caírem sobre o papel. Aiiii, as saudades que eu tinha disto!
Foi necessário "estudar" o meu objecto, preparar o início de conversa, perceber quem é quem e quem faz o quê...
Cheguei um pouquinho antes da hora.
E depois, a coisa fluiu.
Cerca de uma hora de conversa. Sobre o assunto. Sobre tudo e sobre nada.
Sair do local com um calorzinho na barriga, por perceber que a escolha que fiz, aos 18 anos, era a correcta. Que o jornalismo é o que me preenche, apesar dos stresses que provoca, apesar das injustiças que existem neste micro-cosmo, apesar da contra-informação, apesar das dificuldades...
Agora, é lançar os dedos ao teclado e deixar as palavras caírem sobre o papel. Aiiii, as saudades que eu tinha disto!
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21 de janeiro de 2015
Também sou uma "connoisseur" dos assuntos do palato
Os crepes de queijo e fiambre do Pingo Doce são fixes. Não são a oitava maravilha do Mundo, mas comem-se bem.
Os pastéis de nata - também do Pingo Doce - estavam a 19 cêntimos a unidade, na loja PD onde costumo ir. Trouxe seis. São 'muita bons. Mas atenção: não são aqueles congelados, são dos outros, da área da pastelaria. Esses, sim! 'Muita bons!
Os pastéis de nata - também do Pingo Doce - estavam a 19 cêntimos a unidade, na loja PD onde costumo ir. Trouxe seis. São 'muita bons. Mas atenção: não são aqueles congelados, são dos outros, da área da pastelaria. Esses, sim! 'Muita bons!
(Dr. Alexandre Soares dos Santos... o meu cheque já pode seguir, faxavôr e obrigada!)
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2 de janeiro de 2015
Passagem de Ano - a crónica tãooooo aguardada
Cá em casa, juntou-se a fome com a vontade de comer. Se eu pouco ligo às festanças de passagem de ano (já lá vai o tempo em que ia para as praias da região, celebrar com mais outros milhares de pessoas!), o meu excelso homem... esse então... não dá a mínima.
O dia 31 passou-se de forma absolutamente espectacular: o miúdo almoçou mais cedo, e foi recambiado para os avós durante umas 3 horinhas para descansarmos um bocado da crise de queixume que o assolapou durante 1 semana.
Fomos almoçar, dar um giro ao CascaiShopping (parar na padaria Eric Kaiser e comprar um pão com nozes, de ir à Lua e voltar!), buscar a cria (que começou a sua sesta da tarde quase às cinco horas, o que prometia loucura all night long)...
Já em casa, o que restava do último dia de 2014 não podia ter sido mais... comum. E fizemos tudo o que costumamos fazer, por exemplo, ao domingo (um dos dias mais aborrecidos da semana!).
Chegou a grande noite.
Jantámos. "Abóbramos" no sofá a ver o programa do Alvim no Canal Q, até chegar a meia-noite (e sim, o miúdo continuava "on fire", como esperava que ia acontecer). O melhor da meia-noite foi ver o ar contente do Henrique a ver o modesto fogo-de-artifício de Mem Martins. Dissemos: "olha as luzes no céu!"... e na carinha dele abriu um sorriso. Mesmo adoentadito, estava genuinamente feliz.
Houve um abraço de família, beijinhos e abraços.
E assim se passou 2014 - o 1.º ano completo com o Henrique, como muito bemlembrou o meu excelso homem.
Os nossos desejos para 2015 são básicos: que, no mínimo, seja igual a 2014. E, se assim for, já não é nada mau.
O dia 31 passou-se de forma absolutamente espectacular: o miúdo almoçou mais cedo, e foi recambiado para os avós durante umas 3 horinhas para descansarmos um bocado da crise de queixume que o assolapou durante 1 semana.
Fomos almoçar, dar um giro ao CascaiShopping (parar na padaria Eric Kaiser e comprar um pão com nozes, de ir à Lua e voltar!), buscar a cria (que começou a sua sesta da tarde quase às cinco horas, o que prometia loucura all night long)...
Já em casa, o que restava do último dia de 2014 não podia ter sido mais... comum. E fizemos tudo o que costumamos fazer, por exemplo, ao domingo (um dos dias mais aborrecidos da semana!).
Chegou a grande noite.
Jantámos. "Abóbramos" no sofá a ver o programa do Alvim no Canal Q, até chegar a meia-noite (e sim, o miúdo continuava "on fire", como esperava que ia acontecer). O melhor da meia-noite foi ver o ar contente do Henrique a ver o modesto fogo-de-artifício de Mem Martins. Dissemos: "olha as luzes no céu!"... e na carinha dele abriu um sorriso. Mesmo adoentadito, estava genuinamente feliz.
Houve um abraço de família, beijinhos e abraços.
E assim se passou 2014 - o 1.º ano completo com o Henrique, como muito bemlembrou o meu excelso homem.
Os nossos desejos para 2015 são básicos: que, no mínimo, seja igual a 2014. E, se assim for, já não é nada mau.
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