11 de agosto de 2014

Fraldas


Uma comentadora "lembrou-me" que, realmente, não tinha dado a minha opinião sobre as fraldas extra-finas do Lidl, da marca Toujours - com tecnologia DryLock (que rondam os 5 euros).


O facto de serem tão fininhas assustou-me um bocadinho, confesso. E fiquei algo receosa em lhas colocar à noite, com medo de ter uma surpresa. Uma surpresa do género daquelas que envolvem ter de mudar lençóis de cama a meio da madrugada.

A verdade é que as fraldas comportaram-se melhor comigo do que eu com elas. Ao serem fininhas não criam aquele "enchumaço" das fraldas de outras marcas quando já estão saturadas de xixi.
Em 35 fraldas, julgo que houve uma fuga de xixi e outra do "number two!", por estarem, aí reconheço, mal colocadas.

(com quase 1 ano e meio, o Henrique ainda não está habituado ao processo de tirar e pôr fraldas e esperneia imenso, o que, às vezes, dá mau resultado)

À noite, também se comportaram lindamente. Sou fã confessa das Dodot Activity (pacote púrpura), mas não desgostei destas.

No cômputo geral, recomendo estas. Tem uma muito boa relação qualidade / preço. Mas ainda assim, quem estiver de pé atrás, aconselho a usar estas durante o dia, quando é necessário trocar o bebé mais vezes, e deixar as "melhorzitas" para a noite.

(na mesma altura, tinha comprado numa promoção umas Dodot Activity Extra, tamanho 4+, e o Henrique usava - e continua a usar - essas à noite)

E hoje, voltei à carga: voltei a comprar um pacote destas, até porque para levar para as férias - daqui a uns dias - são bem mais práticas, exactamente por serem extra-finas e levezinhas, e ocupam pouquíssimo volume.
Outra grande vantagem é irem até aos 18 kg... o Henrique é um esticadinho, que engorda a uma velocidade "caracol" e, pelas minhas contas, mais rapidamente entra na faculdade do que chega aos 18 kg.

22 de julho de 2014

Joelhos: as primeiras vítimas

Marcas de "guerra" no joelho esquerdo
O Henrique decidiu começar a andar sozinho há relativamente pouco tempo.
De passinhos, agarrado a tudo, passou a andar sozinho num estalar de dedos. "Andar" é talvez uma expressão exagerada... correr... ou voar... são talvez mais correctas.

Fomos passar uns dias a Fazendas de Almeirim. Aproveitar a tranquilidade ribatejana, numa casa que lá temos, com um páteozinho e uma horta.
O Henrique achou tudo um máximo, especialmente todos os metros que podia correr em linha recta. Era vê-lo a meter mudanças desde a ponta da sala até à rua.

Obviamente, as quedas foram mais que muitas. E o resultado final foi ter esfolado os dois joelhos.  E uma bochecha (como raios alguém consegue esfolar a bochecha? COMO?).

Lembram-se daquela história de querer almofadar o Mundo? Acho que vou começar pelo Ribatejo.

(e, sim, eu sei que as quedas fazem parte do crescimento...) 

27 de junho de 2014

Almofadar o Mundo

Imagem Dreamstime
Quero comprar uma almofada. Daquelas mesmo grandes: para colocar no chão do meu bairro (ou em toda a Sintra, se o município mo permitir!), nos muros da rua, e nas paredes de casa. Uma almofada gigante que apare todas as quedas do meu pequenitates.

Ultimamente, as quedas têm sido de rabiosque almofadado de fraldas, ou com um joelhito no chão quando mete a 5.ª, mas já deu 2 ou 3 aparatosas. Uma que me fez vir o coração junto ao palato e as lágrimas aos olhos.

Sabem aquela coisa que nos formiga no peito ao vermos o nosso bebé a aprender a andar (primeiro agarrado a nós, com as duas mãos, depois, só com uma, e por fim, sozinho, sem mãos a ampará-lo)? Aquela coisa de o ver pôr em prática algo que lhe ensinámos e que sabemos ser a evolução, o crescimento daquele serzinho "dez-réis de gente"...? Pois, é isso mesmo.

Perdemos tempo (como se alguma vez perder tempo com a nossa criação é, efectivamente, "perder" tempo...) a ensiná-los a virarem-se, a gatinhar, a andar... e depois, cai o Carmo e a Trindade: as primeiras quedas. Galos. Arranhões. Nódoas negras.
Os especialistas dizem que não nos devemos alarmar com as quedas. Que isso só os vai assustar mais e fazê-los chorar. Que as quedas fazem parte.
Mas vê-los a ir em queda-livre direitinhos ao mosaico da sala... não é uma sensação simpática. E é impossível não nos alarmarmos. Coração de mãe é alarmado por natureza.

E sim, já sei distinguir a queda que me faz dizer "não se passou nada... vá, levanta-te! A mamã dá tau-tau no chão maroto que fez o Henrique cair! Ai ai, chão maroto!" e que o faz rir, da queda aparatosa que me faz ir a correr para o congelador tirar gelo e metê-lo numa cabecinha magoada e chorosa... a queda que a mim me faz chorar por não ter estado com atenção naquele segundo e não a ter conseguido evitar.

Posto isto: quero almofadar o Mundo. Quem se junta a mim?

25 de junho de 2014

Hoje é um dia bom. Dos melhores.

Há dias bons.
Aqueles dias em que dormimos bem, e acordamos bem-dispostos. Brincamos, descalços, no chão da sala, tomamos o pequeno-almoço e vamos à rua.
Há dias bons.
Aqueles dias em que ele me dá muitos beijinhos e distribui sorrisos por toda a gente.
Aqueles dias em que ele ri muito ao sentir o vento na cara, e que o sol o ilumina mais do que o costume.
Aqueles dias em que posso vestir-lhe uma t-shirt e dispensar as meias, com a tranquilidade de quem sabe que ele não sente frio.
Há dias bons. Aqueles dias em que dou todo o meu amor a cada milésimo de segundo.

E depois temos os outros dias. Os dias menos bons. Os dias menos bons em que ele dormiu mal à noite, e acorda (definitivamente) demasiado cedo.
Aqueles dias em que faz birrinha.
Aqueles dias em que atira tudo ao chão quando, por algum motivo, eu digo "não, Henrique!". Aqueles dias em que me falta a paciência por tudo e por nada.
Aqueles dias em que o amor é o mesmo, mas que não me apetece demonstrar-lho.

Hoje... hoje é um dos dias bons.

E fico (ainda) mais feliz por assim ser.

18 de junho de 2014

Até para nascer é preciso sorte...

Empresas obrigam mulheres a garantir que não vão engravidar durante cinco anos

Notícia inteira aqui.

Não sei até que ponto isto é risível, ou triste. Não sei se pense em inteligência económica, ou em estupidez sociológica dos nossos empresários. Mas algo será.

Foto: retirada do site Público | Adriano Miranda
Num país, em que, claramente, há falta de gente, COMO é que há empresas que mantêm estas práticas? Sem falar na intromissão descarada na vida privada das colaboradoras, a troco de emprego... 

Quando temos, uma diminuição significativa (de ano-para-ano) no número de nascimentos, é perguntar a esses génios quem lhes vai pagar as reformas, se não "permitem" que os futuros trabalhadores europeus possam ser gerados. 0

16 de junho de 2014

Noções de segurança por um pequenitates de 3 anos

Fui beber café, e levei, obviamente, o Henrique. Pouco depois, chega um senhor com o filho. Uma pulguita eléctrica de 3 anos: entrou no café e fez uma espécie de pino, só para terem noção da raça do miúdo.

Depois de ter dado a sua dose de atenção a uma bebé recém-nascida, o Henrique volta-se para o tal miúdo que assumiu a missão de Obi-Wan Kenobi, e tratou de passar ao Henrique todos os seus sábios conhecimentos sobre a vida e os seus perigos.

Andou a correr como um maluco, e o Henrique, satisfeitíssimo, a correr atrás dele (e eu também, já que o meu mini-gajo não anda sozinho!), até que percebeu que o Kiko corria mais devagar e era mais pequeno. Aí, agarrou na mão da minha pequena cria e explicava:

- "as escaas são piígoxas!" - tradução: as escadas são perigosas.

- "não pooes i xoxinho paa estada. Os caos poem no chão" - tradução: não podes ir sozinho para a estrada. Os carros põem-te no chão!.

- "dou sempe a mão ao papá" - esta não precisa de tradução...

Entretanto, o pai e o miúdo preparavam-se para ir embora. O Tomás, é esse o nome miúdo, já estava dentro do carro, quando saiu à pressa para vir repetir estes conselhos. Olhava para mim com um ar muito sério, como quem diz "tu és maior, faz o que eu mando, e tudo corre bem!".

E assim se passou uma manhã.

13 de junho de 2014

Agora, fala-se de fraldas

Post não patrocinado (com muita pena minha!)


Hoje, a minha atenção no que às coisinhas do Henrique diz respeito virou-se para as fraldas. Tive de enfiar umas quantas na mochilinha dele, já que os avós precisam de, pelo menos, 2 mudas.
E depois olhei para o meu stock de fraldas... está a começar a ficar triste para aquilo que um dia foi um reservatório sem fim de fraldas! Onde, um dia, estiveram 9 embalagens... agora estão duas!

Quem é mãe / pai / cuidador, sabe que o orçamento familiar sofre um abalo quando é preciso comprar fraldas. E depois... raios... a Dodot é aquela que me preenche as medidas. Actualmente, uma embalagem de (+/-) 60 fraldas fica perto dos 20 euros... o que, convenhamos, não é barato.

Sempre que há uma promoção, lá vai a maluquinha (eu!) e compra logo umas 3 ou 4 embalagens que já chegam para um tempinho bem jeitoso.

Mas, ultimamente, o Pingo Doce não tem sido simpático neste aspecto.

Mas, oiço-vos daí a cochichar: "olhá grandessíssima fina... fraldinha Dodot!". Pois, mas já tentámos da marca Pingo Doce e odiei. Tentámos Chicco e odiei. Tentámos Huggies que gostei imenso, mas que deixaram de ser comercializadas em Portugal. E, quando ainda era recém-nascido, o Henrique usou também marca Continente, que não eram nada mázinhas.

Então, para experimentar, comprei no Lidl umas extra-finas, da marca Toujours, com tecnologia Drylock.

(o uso da palavra "tecnologia" associada a fraldas devia ser motivo para os homens as trocarem mais vezes... é só a minha opinião!)

Parece que o xixi fica lá dentro e não sai nem que venha o Mundo atrás. Acabei de lhe pôr uma. Aquilo é tão fininho que faz impressão, juro! A ver vamos...

(aproveitei a ida ao Lidl e comprei também umas Babykini, da Dodot, para a praia... quem já usou? Aquilo é bom? Como estava a metade do preço, trouxe.)


12 de junho de 2014

Cenas Henriquinas...

Olá Blogger, estás bonzinho? Há que séculos que não vinha aqui macular as tuas páginas...

Já fomos com o Henrique há praia... foi há umas semanas, mas é sempre engraçado lembrar a carita dele, surpreendido... "onde foi que vim parar hoje?", parecia dizer. O dia estava muito bonito, calor q.b., pro isso prometia...
Perto de nós, estava um casal com um menino (e outro a caminho), e o Henrique encetou uma perseguição ao miúdo, como é óbvio.

(a ânsia deste rapaz em estar com outras crianças é visível a léguas)

Experimentou pôr os pés na água - a baixa da maré formou uma lagoa, e as crianças estavam lá a brincar, com água pelos joelhos - e nem isso o incomodou.
O chato mesmo foi a areia. Essa malvada, que se infiltrava entre os dedos...

***
As novas aquisições

Recentemente, fomos há Feira do Livro - eu e o meu excelso gajo; o Henrique ficou com os avós - e acrescentámos mais uns títulos à biblioteca do Henrique. Desta vez, foi Beatrix Potter, e os seus amiguinhos: Pedrito Coelho e a Senhora Rata Migalha.
São amorosos. E o Henrique adorou.

Fazemos questão que o Henrique lide com livros desde pequeno. É uma parte que consideramos muito importante no crescimento dele.

De resto, está quase com 15 meses... (onde é que vamos parar a este ritmo, senhorzito?) e com um ar de malandro que não se aguenta. E é o meu maior amor, nesta vida!

26 de maio de 2014

Youzz.net - ou o caso da Embaixadora dos pobrezinhos (parte II)

A persistente mensagem de erro! :(
Como disse antes, além do Sublime Sun (que adorei... e tenho vales para DAR!!! Grátis! Vales de 2€! Para O-F-E-R-E-C-E-R! Quem quiser é só dizer), fui também seleccionada pela Youzz.net para experimentar o Portal do Utente, do Ministério da Saúde.

Em tempos, registei-me e tentei marcar consulta. A coisa correu mal, e voltei-me para o bom e velho telefone. Obviamente, só à milésima tentativa é que consegui marcar a malfadada consulta.

Com o sistema de associação ao Cartão do Cidadão, pensei que a coisa corresse bem. My mistake. O kit que a Youzz.net enviou era um leitor de cartões, um jornal sobre saúde, um panfleto sobre o maravilhoso mundo do Portal do Utente e os respectivos questionários aos amigos.
Procurei por algo que me dissesse quais os passos a dar para a instalação do leitor e nada.
No site da Youzz.net, outros se queixavam do mesmo. Houve até alguém que deu uma dica sobre os processo. Tudo experimentei e nada. A mensagem que me aparecia no ecrã era sempre a mesma: que o dispositivo não era reconhecido.

Desisti. Youzz.net, sois grandes, mas desisti. A culpa não é da empresa, obviamente. Eles apenas promovem, e dão a experimentar, os produtos ou serviços, aos seleccionados. A culpa é de quem tratou dos kits que não teve o discernimento de pensar em criar um guia passo-a-passo, onde estivessem FAQ's e coisas do género.

Contudo, não posso deixar de louvar a ideia subjacente ao Portal do Utente. Lá, podemos deixar o nossos historial médico, como alergias, e outras informações importantes, que será consultado de forma mais rápida e simples por qualquer clínico, pode-se marcar consultas (em algumas zonas do País, pelo que percebi, não é assim tão simples!), e associar outras pessoas ao nosso agregado familiar. As vantagens são muitas, sem dúvida, e poupam idas aos postos médicos, mas... tem de funcionar em condições.

Links úteis:

Portal do Utente - https://servicos.min-saude.pt/utente/portal/paginas/default.aspx

Youzz.net - http://youzz.net/PORTUGAL/default/default/parent_code/2rSZ7z1P24// (registem-se, usando este link)

6 de maio de 2014

Youzz.net - ou o caso da Embaixadora dos pobrezinhos

Há pralá de muito tempo que estou inscrita no site Youzz.net (que dantes se chamava Embaixadores.net, ou algo assim que o valha!). "E no que consiste?" perguntam os meus bons amiguinhos.

Pois bem, consiste, em primeira instância em responder a muiiiiittttooossss questionários. E os questionários dão-nos pontos. E os pontos dão-nos poder na escala hierárquica, e a possibilidade de sermos seleccionados para campanhas de experimentação. And... guess what?! Fui seleccionada para experimentar o Protector Sublime Sun, da L'Oréal (e também fui seleccionada para a campanha do Portal do Utente, mas isso é assunto para outro post... voltarei ao tema mais tarde!)


(olhem só para o meu kit de experimentação, tão bonitinho, a viver cá em casa!)

Recebi o protector no sábado. E pensei que era o dia ideal para experimentar. Nesse dia, estava combinado um passeio até Cascais, com um casal amigo, e o dia estava de sol.

Aqui a boa da vossa amiga Cristina, no ano passado, nem sequer cheirou a areia da praia, porque sua excelência, o senhorzito Henrique era demasiado pequenitates para essas andanças. Logo, este ano, estou branquinha como a cal, já que o meu último dia de praia, foi em meados de Agosto de 2012, senão me falha a memória... e a probabilidade de voltar para casa vermelhinha como uma lagosta era bastante elevada.

As primeiras impressões sobre o produto? A-D-O-R-E-I!
Tem um cheiro fantástico... assim meio a côco... aquele cheirinho a Verão que nos faz apetecer mostrar as pernas, e nos levanta o astral até à Via Láctea. Só por aí... conquistou-me! Sou uma rapariga que liga muito a cheiros e há lá coisa melhor que andarmos cheirosas, literalmente, da cabeça aos pés?

O creme espalha-se que é uma maravilha. Odeio cremes que demoram uma eternidade a espalhar, ou por serem muito densos, ou muito gordos... é um tédio estar ali a esfregar a pernoca durante tempos infinitos. E quando se tem um pirralhito a fazer disparates, o tempo urge senhores, o tempo urge! E adorei o Sublime Sun exactamente por isso: tem uma fórmula "light" (perdoem-me, senhores da L'Oréal, mas faltam-me os termos técnicos!) que se espalha imediatamente.

E, por fim, não se cola. Conhecem aquele efeito dos cremes que quando terminamos de espalhar, parece que ficamos com as mãos cheias de UHU (a marca de cola, remember?!), e as pernas a colar uma na outra?! Com este, isso não acontece. Ficamos com as mãos limpinhas, as pernocas protegidas e sem vestígios de UHU no corpo.

Estou, verdadeiramente, muito contente com esta experiência. Quem me conhece sabe que não me vendo com facilidade, mas a L'Oréal conseguiu conquistar-me. E, em jeito de conclusão: o passeio a Cascais correu que foi uma maravilha e, mais importante, não apanhei nenhum escaldão nas pernas, apesar do sol estar super-forte.

Agora, a parte da Embaixadora. Já vendi "o meu peixe", e tenho alguns vales de desconto para oferecer... quem quer experimentar?! 
 

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