16 de junho de 2014

Noções de segurança por um pequenitates de 3 anos

Fui beber café, e levei, obviamente, o Henrique. Pouco depois, chega um senhor com o filho. Uma pulguita eléctrica de 3 anos: entrou no café e fez uma espécie de pino, só para terem noção da raça do miúdo.

Depois de ter dado a sua dose de atenção a uma bebé recém-nascida, o Henrique volta-se para o tal miúdo que assumiu a missão de Obi-Wan Kenobi, e tratou de passar ao Henrique todos os seus sábios conhecimentos sobre a vida e os seus perigos.

Andou a correr como um maluco, e o Henrique, satisfeitíssimo, a correr atrás dele (e eu também, já que o meu mini-gajo não anda sozinho!), até que percebeu que o Kiko corria mais devagar e era mais pequeno. Aí, agarrou na mão da minha pequena cria e explicava:

- "as escaas são piígoxas!" - tradução: as escadas são perigosas.

- "não pooes i xoxinho paa estada. Os caos poem no chão" - tradução: não podes ir sozinho para a estrada. Os carros põem-te no chão!.

- "dou sempe a mão ao papá" - esta não precisa de tradução...

Entretanto, o pai e o miúdo preparavam-se para ir embora. O Tomás, é esse o nome miúdo, já estava dentro do carro, quando saiu à pressa para vir repetir estes conselhos. Olhava para mim com um ar muito sério, como quem diz "tu és maior, faz o que eu mando, e tudo corre bem!".

E assim se passou uma manhã.

13 de junho de 2014

Agora, fala-se de fraldas

Post não patrocinado (com muita pena minha!)


Hoje, a minha atenção no que às coisinhas do Henrique diz respeito virou-se para as fraldas. Tive de enfiar umas quantas na mochilinha dele, já que os avós precisam de, pelo menos, 2 mudas.
E depois olhei para o meu stock de fraldas... está a começar a ficar triste para aquilo que um dia foi um reservatório sem fim de fraldas! Onde, um dia, estiveram 9 embalagens... agora estão duas!

Quem é mãe / pai / cuidador, sabe que o orçamento familiar sofre um abalo quando é preciso comprar fraldas. E depois... raios... a Dodot é aquela que me preenche as medidas. Actualmente, uma embalagem de (+/-) 60 fraldas fica perto dos 20 euros... o que, convenhamos, não é barato.

Sempre que há uma promoção, lá vai a maluquinha (eu!) e compra logo umas 3 ou 4 embalagens que já chegam para um tempinho bem jeitoso.

Mas, ultimamente, o Pingo Doce não tem sido simpático neste aspecto.

Mas, oiço-vos daí a cochichar: "olhá grandessíssima fina... fraldinha Dodot!". Pois, mas já tentámos da marca Pingo Doce e odiei. Tentámos Chicco e odiei. Tentámos Huggies que gostei imenso, mas que deixaram de ser comercializadas em Portugal. E, quando ainda era recém-nascido, o Henrique usou também marca Continente, que não eram nada mázinhas.

Então, para experimentar, comprei no Lidl umas extra-finas, da marca Toujours, com tecnologia Drylock.

(o uso da palavra "tecnologia" associada a fraldas devia ser motivo para os homens as trocarem mais vezes... é só a minha opinião!)

Parece que o xixi fica lá dentro e não sai nem que venha o Mundo atrás. Acabei de lhe pôr uma. Aquilo é tão fininho que faz impressão, juro! A ver vamos...

(aproveitei a ida ao Lidl e comprei também umas Babykini, da Dodot, para a praia... quem já usou? Aquilo é bom? Como estava a metade do preço, trouxe.)


12 de junho de 2014

Cenas Henriquinas...

Olá Blogger, estás bonzinho? Há que séculos que não vinha aqui macular as tuas páginas...

Já fomos com o Henrique há praia... foi há umas semanas, mas é sempre engraçado lembrar a carita dele, surpreendido... "onde foi que vim parar hoje?", parecia dizer. O dia estava muito bonito, calor q.b., pro isso prometia...
Perto de nós, estava um casal com um menino (e outro a caminho), e o Henrique encetou uma perseguição ao miúdo, como é óbvio.

(a ânsia deste rapaz em estar com outras crianças é visível a léguas)

Experimentou pôr os pés na água - a baixa da maré formou uma lagoa, e as crianças estavam lá a brincar, com água pelos joelhos - e nem isso o incomodou.
O chato mesmo foi a areia. Essa malvada, que se infiltrava entre os dedos...

***
As novas aquisições

Recentemente, fomos há Feira do Livro - eu e o meu excelso gajo; o Henrique ficou com os avós - e acrescentámos mais uns títulos à biblioteca do Henrique. Desta vez, foi Beatrix Potter, e os seus amiguinhos: Pedrito Coelho e a Senhora Rata Migalha.
São amorosos. E o Henrique adorou.

Fazemos questão que o Henrique lide com livros desde pequeno. É uma parte que consideramos muito importante no crescimento dele.

De resto, está quase com 15 meses... (onde é que vamos parar a este ritmo, senhorzito?) e com um ar de malandro que não se aguenta. E é o meu maior amor, nesta vida!

26 de maio de 2014

Youzz.net - ou o caso da Embaixadora dos pobrezinhos (parte II)

A persistente mensagem de erro! :(
Como disse antes, além do Sublime Sun (que adorei... e tenho vales para DAR!!! Grátis! Vales de 2€! Para O-F-E-R-E-C-E-R! Quem quiser é só dizer), fui também seleccionada pela Youzz.net para experimentar o Portal do Utente, do Ministério da Saúde.

Em tempos, registei-me e tentei marcar consulta. A coisa correu mal, e voltei-me para o bom e velho telefone. Obviamente, só à milésima tentativa é que consegui marcar a malfadada consulta.

Com o sistema de associação ao Cartão do Cidadão, pensei que a coisa corresse bem. My mistake. O kit que a Youzz.net enviou era um leitor de cartões, um jornal sobre saúde, um panfleto sobre o maravilhoso mundo do Portal do Utente e os respectivos questionários aos amigos.
Procurei por algo que me dissesse quais os passos a dar para a instalação do leitor e nada.
No site da Youzz.net, outros se queixavam do mesmo. Houve até alguém que deu uma dica sobre os processo. Tudo experimentei e nada. A mensagem que me aparecia no ecrã era sempre a mesma: que o dispositivo não era reconhecido.

Desisti. Youzz.net, sois grandes, mas desisti. A culpa não é da empresa, obviamente. Eles apenas promovem, e dão a experimentar, os produtos ou serviços, aos seleccionados. A culpa é de quem tratou dos kits que não teve o discernimento de pensar em criar um guia passo-a-passo, onde estivessem FAQ's e coisas do género.

Contudo, não posso deixar de louvar a ideia subjacente ao Portal do Utente. Lá, podemos deixar o nossos historial médico, como alergias, e outras informações importantes, que será consultado de forma mais rápida e simples por qualquer clínico, pode-se marcar consultas (em algumas zonas do País, pelo que percebi, não é assim tão simples!), e associar outras pessoas ao nosso agregado familiar. As vantagens são muitas, sem dúvida, e poupam idas aos postos médicos, mas... tem de funcionar em condições.

Links úteis:

Portal do Utente - https://servicos.min-saude.pt/utente/portal/paginas/default.aspx

Youzz.net - http://youzz.net/PORTUGAL/default/default/parent_code/2rSZ7z1P24// (registem-se, usando este link)

6 de maio de 2014

Youzz.net - ou o caso da Embaixadora dos pobrezinhos

Há pralá de muito tempo que estou inscrita no site Youzz.net (que dantes se chamava Embaixadores.net, ou algo assim que o valha!). "E no que consiste?" perguntam os meus bons amiguinhos.

Pois bem, consiste, em primeira instância em responder a muiiiiittttooossss questionários. E os questionários dão-nos pontos. E os pontos dão-nos poder na escala hierárquica, e a possibilidade de sermos seleccionados para campanhas de experimentação. And... guess what?! Fui seleccionada para experimentar o Protector Sublime Sun, da L'Oréal (e também fui seleccionada para a campanha do Portal do Utente, mas isso é assunto para outro post... voltarei ao tema mais tarde!)


(olhem só para o meu kit de experimentação, tão bonitinho, a viver cá em casa!)

Recebi o protector no sábado. E pensei que era o dia ideal para experimentar. Nesse dia, estava combinado um passeio até Cascais, com um casal amigo, e o dia estava de sol.

Aqui a boa da vossa amiga Cristina, no ano passado, nem sequer cheirou a areia da praia, porque sua excelência, o senhorzito Henrique era demasiado pequenitates para essas andanças. Logo, este ano, estou branquinha como a cal, já que o meu último dia de praia, foi em meados de Agosto de 2012, senão me falha a memória... e a probabilidade de voltar para casa vermelhinha como uma lagosta era bastante elevada.

As primeiras impressões sobre o produto? A-D-O-R-E-I!
Tem um cheiro fantástico... assim meio a côco... aquele cheirinho a Verão que nos faz apetecer mostrar as pernas, e nos levanta o astral até à Via Láctea. Só por aí... conquistou-me! Sou uma rapariga que liga muito a cheiros e há lá coisa melhor que andarmos cheirosas, literalmente, da cabeça aos pés?

O creme espalha-se que é uma maravilha. Odeio cremes que demoram uma eternidade a espalhar, ou por serem muito densos, ou muito gordos... é um tédio estar ali a esfregar a pernoca durante tempos infinitos. E quando se tem um pirralhito a fazer disparates, o tempo urge senhores, o tempo urge! E adorei o Sublime Sun exactamente por isso: tem uma fórmula "light" (perdoem-me, senhores da L'Oréal, mas faltam-me os termos técnicos!) que se espalha imediatamente.

E, por fim, não se cola. Conhecem aquele efeito dos cremes que quando terminamos de espalhar, parece que ficamos com as mãos cheias de UHU (a marca de cola, remember?!), e as pernas a colar uma na outra?! Com este, isso não acontece. Ficamos com as mãos limpinhas, as pernocas protegidas e sem vestígios de UHU no corpo.

Estou, verdadeiramente, muito contente com esta experiência. Quem me conhece sabe que não me vendo com facilidade, mas a L'Oréal conseguiu conquistar-me. E, em jeito de conclusão: o passeio a Cascais correu que foi uma maravilha e, mais importante, não apanhei nenhum escaldão nas pernas, apesar do sol estar super-forte.

Agora, a parte da Embaixadora. Já vendi "o meu peixe", e tenho alguns vales de desconto para oferecer... quem quer experimentar?! 

24 de abril de 2014

Crónica das horas perdidas, ou, como se diz na minha terra "o diabo não está sempre atrás da porta"

Estou desempregada.
Sou mais uma daquelas que engrossa os não-sei-quantos-por-cento das estatísticas nacionais.
Sou mais uma daquelas que recebe subsídio.
Sou mais uma daquelas "mandrionas" que não quer é trabalhar.
Sou mais uma daquelas que a senhora dona Jonet acha que perde mais tempo nas redes sociais do que a fazer alguma coisa pela vidinha.

Pois que hoje fui a uma reunião / entrevista. E ao regressar a casa, perdi-me. E ia parar a Mafra não fosse encontrar um raio de uma aldeola para lá de Cheleiros (onde quer que isso seja, mas que foi o ponto de referência que um senhor achou por bem dar-me).
E com isso, perdi horas de vida útil em que podia estar a fazer qualquer coisa pela vidinha, nem que fosse dormir a sesta, ou a ler um livro.

Olhem, vão mazé trabalhar...

22 de abril de 2014

No more excuses

O Henrique nasceu há um ano, 1 mês e 1 semana.

Eu tinha 47 kg antes da gravidez e 60 no fim... 6 meses após o nascimento, rondava os 54 kg.

As pessoas que me conheciam "do antigamente" dizem, com frequência, que assim é que estou bem. Que dantes estava muito magrinha, e que agora estou melhor, mais cheiinha...
Mas, eu olho para o espelho e aquela barriguinha incomoda-me.
Nas fotografias, vejo uma cara mais bolachuda e incomoda-me.
Vestir roupa que dantes me ficava enorme incomoda-me.

Não me sinto eu... sinto-me desconfortável, neste corpo que agora é o meu. E para estar bem com os outros, tenho de estar bem comigo.

Por isso, acabaram-se as desculpas.
O Henrique já nasceu há muito tempo, para eu continuar com a desculpa do pós-parto.

Está na hora de começar a tratar disto. E hoje é o dia.

(deixei passar a Páscoa com as suas amêndoas de chocolate do demo, 
e a visita aos tios e padrinhos que nos enchem de comida, 
e os folares, e os pães-de-ló de Felgueiras... 
tudo mexido pela mão do próprio Belzebu)

Está decidido. Acabaram-se os bolinhos de pastelaria, e os snacks carregadinhos de açúcar a meio da tarde. Comprei as bagas Goji da moda e vou começar a enfiá-las em iogurte... comprei aquelas bolachas de arroz para fingir de snack, mais água, e menos doces... comer mais peixinho e menos carne, mais vegetais...

Vou perder peso... uns 3/4 quilitos... ou não me chamo Cristina Maria. 

15 de abril de 2014

A maior das sortes

Hoje, enquanto dava iogurte ao Henrique, apercebi-me que é do caraças ter este privilégio que é vê-lo crescer. A maior parte das mães que conheço tem de deixar os seus rebentinhos aos 4, 5, 6 meses na creche com pessoas que, sendo profissionais, não são família, não têm o mesmo calor no colo que uma avô, um avó, a mamã...

Apercebi-me que é do caraças conseguir, inclusivamente, controlar o nascimento dos dentes, saber de cor as músicas que ele gosta, perceber quais são os episódios do Pocoyo que andam a passar repetidos e enchê-lo de beijos quando me apetece...

É uma merda (e peço desculpa pelo termo) estar desempregada, só haver um ordenado a entrar em casa, e beca-beca-beca... se, no início, se levava a coisa com mais descontracção, chega uma altura que se começa a fazer contas à vida e que a coisa assim não se pode arrastar muito mais tempo.
Pensa-se que a alternativa é trabalhar em casa (ou trabalhar mais em casa, porque já se sabe para quem "sobra" as tarefas domésticas...).

E depois, olho para o Henrique. Crescido. Feliz. Saudável. Com as birras normais em bebés da idade dele. E volto a pensar que realmente sou uma mulher com uma sorte do caraças (mesmo com o fogão sujo até à 5.ª casa...).

Imagem retirada daqui

7 de abril de 2014

Henrique e o mar

Ontem, domingo, levantámo-nos bem cedo. O senhorzito Henrique achou que era um bom dia para fazer coisas em família, por isso, vai de acordar os pais e fazê-los levantar o rabinho da cama.

E a verdade é que... até foi bom. Tomámos o pequeno-almoço cedo, e aproveitámos para ir passear até às praias. Começámos pela Praia Grande. O Henrique dormia. Vimos o quanto a praia está com um aspecto desolador. As últimas tempestades levaram o areal, e deixaram à vista as enormes rochas que, usualmente, estão bem escondidinhas.

Passámos à Praia das Maçãs... o Henrique dormia. O sacana acordou-nos cedíssimo e cometia o sacrilégio de estar a dormir como um anjo. Vimos o que havia para ver e estávamos já a pensar em voltar para casa, quando nos apeteceu pão com chouriço. O Henrique acorda.

Voltámos então para trás - que a manhã até estava agradável - e, pela primeira vez, o Henrique viu o mar. Pisou o areal (ainda que calçado!). Divertiu-se (muito! imenso!) a ver os outros meninos a brincar. Riu. Gargalhou. Foi tão feliz que nos deixou a nós felizes.

Cada dia me convenço mais que é um privilégio assistir ao aprendizado de alguém. Ver a felicidade dele em experimentar coisas, ver coisas, tocar em coisas que tomo por adquiridas. Como o mar... ou crianças a brincar com discos voadores... ou encher-se de areia da praia...

Os créditos da fotografia são do papá

2 de abril de 2014

A propósito da estreia, amanhã, do "Sei lá!" da Margarida Rebelo Pinto

Imagem retirada daqui
Os ensinamentos que retirei dos livros da Margarida Rebelo Pinto, nomeadamente do "Sei lá":









FIM
 

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