12 de fevereiro de 2014

Isto do Inverno

Imagem retirada daqui
Isto do Inverno é muito giro, muito giro, mas quando a chuva é demais, também chateia. Sou uma rapariga que gosta de todas as estações do ano; aliás, é ver-me a cantarolar a música do Panda e os Caricas, e a celebrar cada estação como ela merece.

Mas, esta coisa das tempestades, das "Stephanies" desta vida, é coisa que irrita. Que me endromina o espírito. Que me encanita.
É a roupa que não seca, é o não puder ir passear para a rua com o miúdo...

Quando está só frio, veste-se mais um casaco, aconchega-se o puto com mais uma manta e com o gorro mais quente, e lá vamos nós: na rua, devagarinho, a aproveitar aqueles raios de sol de Inverno que aquecem tudo, desde a pontinha do nariz até ao coração.

Isto do Inverno é uma coisa engraçada quando as barragens já têm água suficiente, os terrenos estão bem regados, and so on.
Mas tudo o que é demais, enjoa.

Não se pense que não gosto do Inverno - que gosto; eu nasci no Inverno, o meu filho nasceu no Inverno, o meu irmão nasceu no Inverno... enfim... S.Pedro, venha de lá um tempinho mais jeitoso, fá'favor!

6 de fevereiro de 2014

Casa à prova de bebé

Imagem retirada daqui
Com o nascimento do Henrique, punha-se o problema do espaço que, a médio/longo prazo, passaria pela mudança de casa.
Contudo, depois de conversarmos, achámos que nos primeiros meses... no primeiro ano / ano e picos, não valia a pena, porque ele estaria ainda muito dependente de mim (que é como quem diz, da mama da mãe), e que não justificava arranjar casa com quarto para o pimpolho já que ele quase de certeza iria passar as noites connosco.

Não fizemos grandes alterações ao nosso apartamento. O Henrique ainda não andava e, portanto, grades, protectores de tomada, protectores de cantos, e coiso e tal... nada disso foi comprado, instalado ou, sequer, pensado. Mas o Henrique cresceu. E agora mexe-se. Muito! Demasiado!

A "rabiar" (uma amálgama estranha de andar de rabo e gatinhar), ele consegue percorrer a sala em 9.3 segundos (em média, vá...).

E, a "rabiar", a cabeça dele roça, perigosamente, junto dos cantinhos das mesas que, antes, eram inofensivos. E, de repente, olhei para a sala, e tudo me parece anti-bebé.
São os livros nas estantes mais baixas, é a televisão que - se calhar - devia estar mais alta, são os cabos por trás da televisão e junto ao PC que me parecem demasiado "deliciosos" (na perspectiva de um bebé) e mais uns quantos pormenores que não havia coagitado.

Urge tornar esta casa "baby-friendly". Ikea, se prepara que vou-lhe usar!

Imagem retirada deste site brasileiro, que contém dicas para tornar a casa pró-bebé

4 de fevereiro de 2014

Coisas que a Yämmi faz

E pumbas... que as experiências gastronómicas continuam, 3 semanas após a compra. Desta vez, fiz a receita de bolo de chocolate que os senhores apelidaram de Maravilha de Chocolate. E posso testemunhar: fica mesmo uma maravilha.

A consistência depende um pouco do gosto pessoal. Segui a receita que indicava 15 minutos de forno. Deixei arrefecer um pouco quando servi, e estava ainda um pouco líquido (tipo petit gâteau), mas, no dia seguinte, estava um mimo.

Há pouco dias, voltei a arriscar na área da panificação e fiz a receita de pão caseiro. Ficou fabuloso e muito maior do que estava à espera. Fofinho e saboroso. Numa hora, tinha 4 pães que deram para todo o fim-de-semana.

A próxima empreitada vai ser na área dos doces. Já comprei morangos e tomates para fazer uns quantos potezinhos de doce para aqueles dias de gulodice.

Estou bastante satisfeita.


30 de janeiro de 2014

Ensaios e experiências

Aos 10 meses e meio, o Henrique ainda não gatinha, nem anda, nem faz adeus, nem bate palminhas. Faz ensaios, experimenta: uma mão levantada aqui, umas gatas ali, um esforço hercúleo para se pôr de pé, umas passadas trapalhonas e nada mais...

Cada bebé tem o seu ritmo. Foi o que sempre li. Foi o que sempre ouvi dizer. É preciso tempo e paciência... ensinar-lhe, apoiá-lo, amparar-lhe as quedas, dar beijinhos quando se magoa...

Mas, no que ele é muito bom... especialista, arrisco a dizer... é na arte de rasgar papel. E nem são precisos ensaios. Ontem, desfez uma revista, em pedaços, em segundos. É ver o ar orgulhoso e feliz do pequenitates, e nem conseguimos ficar chateados. Sobra é para mim que tenho de limpar os despojos da "guerra".

Foto do papá

29 de janeiro de 2014

Coisas que a Yämmi faz

As experiências com a Yämmi continuam. Ontem, não tinha pão em casa... pensei... "raios, podes fazê-lo, Cristina Maria!" e assim foi. A coisa saiu quase tipo scone. Não está mau, mas podia ter arriscado outra receita de pão que ficaria melhor.

Mais comidinhas "chez moi": bacalhau com natas, arroz doce e pãezinhos rápidos. 
















O arroz doce estava óptimo. Cremoso. Óptimo. Tal como o bacalhau com natas. Torci um bocado o nariz quando dizia na receita para pôr batata palha, mas ficou muito saboroso.

Agora, digo com toda a convicção: vou-me perder. Explicando: em média, cada doce demora menos tempo a fazer do que um prato "normal", de refeição... e mais não digo.

(p.s.: estou muito tentada em lançar mãos ao bolo de chocolate, mas não quero passar por gulosa...)


28 de janeiro de 2014

Coisas fofinhas de ser mãe

Quando troco a fralda ao Henrique, se estiver com tempo, dou-lhe beijinhos na barriga. Muitos. Digo "a mamã vai papar a tua barriga". E dou-lhe beijinhos repenicados, dos normais, dos lambuzados... não interessa. Dou-lhe beijinhos.

Ele gosta, ri-se e para mim. O meu coração aquece ao ver aquele sorriso "bi-dente".

Ontem, mesmo ao finzinho do dia, quase quase na hora de o pôr para dormir, estávamos a brincar em cima da cama, com o macaquinho de peluche e com a fraldinha de pano. A determinada altura, deito-me e digo que vou para o "ó-ó". E a minha barriga, naquele momento, ficou destapada. A camisola subiu ligeiramente e a barriga ficou à mostra.

O Henrique inclina-se sobre mim e lambuza-me a barriga, num beijinho trapalhão. Um beijinho que só ele soube dar. Parva como sou, fiquei de lágrima no olho.
Uma coisa que eu faço para o ver sorrir, para ele tornou-se um gesto a fazer.

Se isto não aquece o coração, não sei o que aquecerá.

23 de janeiro de 2014

Experiências Yämmi

Como já tinha dito, a malta comprou a Yämmi, ou "Bimba" (só para amigos, e que é como quem diz, a Bimby de contrafacção).

Fora as sopas, que, sinceramente, não têm ciência absolutamente nenhuma, já me aventurei com umas quantas coisinhas. Temos 15 dias para a experimentar e convém que a coisa fique bem experimentada, para vermos a funcionalidade da bicha.

A ver, já fiz:

- sopas e puré de fruta para o Henrique;
- sopas para nós, os ditos adultos;
- muffins de chocolate;
- pão com chouriço;
- peixe em papelote (ao vapor);
- frango com esparguete;
- scones;
- doce de morango.


E, por agora, foi tudo. Hoje, queria ver se fazia qualquer coisa que metesse gelo, para testar a força da bicha a triturar gelo... granizado de limão parece-me bem.

Uma amiga já teve problemas com a dela, e, por essa Internet fora, já outras pessoas se queixaram de erros que a Bimba acusa e de problemas que levaram à substituição da dita cuja... assusta um bocado, mas a verdade é que ainda não tive razão de queixa da minha.

17 de janeiro de 2014

Curiosidade ou algo mais?: " 'Mein Kampf' de Adolf Hitler no top de vendas online "

A notícia não é de hoje, mas julgo que passou despercebida. A obra "Mein Kampf", escrita por Adolf Hitler, está no top de vendas de ebooks.

Abaixo a notícia completa retirada da edição online do Diário de Notícias:

Edições digitais do livro ideológico do ditador nazi estão a atrair a curiosidade dos leitores. A privacidade de leitura que as novas tecnologias oferecem favorece a procura da polémica obra que fundamentou o nazismo na Alemanha.

As edições digitais de 'Mein Kampf', o livro escrito por Adolf Hitler, que se tornou na "Bíblia" da ideologia nazi na Alemanha, transformou-se, nos últimos tempos, em bestseller nas livrarias electrónicas.


Segundo o jornal britânico "The Guardian", o editor Chris Faraone, que escreve no site Vocativ.com, afirma que "só através das edições gratuitas da obra, em língua inglesa, foram feitos 100 mil downloads, enquanto nas versões pagas se tem assistido a um aumento exponencial das vendas". Em sites como a Amazon, onde um exemplar digital custa cerca de um dólar, 'Mein Kampf' lidera o top dos livros mais vendidos, na secção de "Propaganda e Psicologia Política".

As edições eletrónicas de 'Mein Kampf' estão a ser um surpreendente fenómeno de vendas online mas Chris Faraone não acredita que se trate de uma questão ideológica. Para o editor, o aumento da procura "poderá ter a ver com a curiosidade e com o facto de, agora, poder ser lido na privacidade dos iPads".

Para o editor, o sucesso da obra em formatos digitais poderá estar associado à curiosidade das pessoas pela obra, que a podem assim ler de uma forma mais "clandestina". "Devido ao tipo de livro ideológico que é, e à pesada carga ideológica que tem, as pessoas tinham receio de o comprar numa livraria, de o ler no metro ou mesmo colocá-lo na estante da sua sala, para não serem conotadas com o nazismo ou serem criticadas por isso. E agora têm a oportunidade de satisfazer a sua curiosidade com mais privacidade" diz.

No entanto, não só a curiosidade pela obra poderá justificar, só por si, o aumento da procura. Fatores como o aumento do desemprego, a degradação das condições sociais e as dificuldades económicas causadas pelas medidas de austeridade que têm sido implementadas por todo o mundo são, normalmente, fatores que fazem disparar a insatisfação popular e o aumento da adesão a ideologias radicais e extremistas.

15 de janeiro de 2014

10 meses de Henrique e I don't wanna miss a thing

Henrique,

és o bebé mais irrequieto à face da Terra. É preciso estar com mil olhos bem atentos a observar a tua asneira seguinte. E ainda não andas. Nem quero imaginar quando já puderes andar pela casa toda.

Mas, o mais maravilhoso de tudo, é que mexes em tudo o que podes, e depois, olhas para nós, ris, e o Mundo pára ali mesmo. Tens o sorriso mais fácil, mais bonito, mais simpático que alguma vez consegui sequer prever, durante a gravidez.

Tens o Mundo à tua frente.
Tens um olhar de "malandro" - é o que dizem; sei lá eu o que isso quer dizer. Tens vida nos gestos, no palrar, no riso e nesse tal olhar de "malandro".

És isto e muito mais e não me canso de olhar para ti. Fá-lo-ia todos os dias.

14 de janeiro de 2014

Yämmi - a minha experiência

Os meus muffins (ou melhor, o que sobrava), no dia seguinte.
Comprámos a Yämmi. Depois de algum tempo de indecisão (compramos? não compramos? esperamos que saia a máquina do Pingo Doce?), fizemos um manguito ao Sr. Soares dos Santos e optámos por ir a um estabelecimento comercial da pertença da Sonae (Sr. Belmiro, já sabe... o chequezinho já pode ser enviado) e trouxemos a mimosa da máquina para casa.

Além de ler o livro de instruções, a primeira coisa que fiz foi montar a máquina e tentar perceber para que serviam as peças (para quem a for comprar: o copo medidor - que serve de tampinha à tampa do copo principal - está encafuado numa das placas de esferovite!), como funcionava as cenas do tempo/velocidade.
E... imagine-se... aquilo é super-fácil de entender.

Para experimentar, só fiz uma sopa para o miúdo. Tinha poucas coisas na despensa e não valia a pena estar a inventar logo no primeiro dia. E a verdade é que saiu tão boa e tão cremosa como qualquer uma das sopas que costumo fazer-lhe, com a vantagem que durante o tempo de cozedura pude dar atenção ao menino, em vez de estar constantemente alerta ao tacho, com medo que viesse tudo por fora, ou que queimasse...

Programei a coisa para 30 minutos, e nesse tempo pude brincar com o Henrique, arrumei a louça que estava no escorredor, estive ao telefone... findo o tempo, um sinal sonoro "disse-me" que a os legumes estavam cozidos e que já podia triturar.
O Henrique tem medo da varinha mágica. Mal lhe põe os olhos em cima, começa logo o beicinho e tenho de o tirar da cozinha para terminar a sopa. Com a Yämmi, não foi preciso. Num minutinho, e com pouquíssimo barulho, triturei a sopa, e sem ter de transferir, constantemente, o Henrique entre a sala e a cozinha.

Ontem, depois de uma passagem pelo supermercado, experimentei-me noutras aventuras. Muffins de chocolate. Em menos de 20 minutos (e destes, 15 minutos foi o tempo de forno), tinha um tabuleiro com 11 muffins quentinhos, crocantes e com um interior também em chocolate que derretia... uma delícia.
Para o jantar, num dia frio, nada melhor que uma sopinha. Tentei a sopa camponesa. E, mais uma vez, durante a cozedura, vi tranquilamente a cerimónia da entrega da Bola de Ouro, estive ao telefone com o meu irmão, brinquei com o Henrique... uma série de pequenas coisinhas que não faria. Até podia ter ido tomar banho descansada, sabendo que a máquina desliga sozinha.

Se comprava a Bimby? Pelo preço absurdo não, mas esta, pelo que vejo tem uma relação qualidade/preço aprazível. Ou como li no blog As Dicas da Ba: "Não se pode comparar um simples utilitário com um carro topo de gama. Se cumprem a mesma função? Cumprem, andam os dois, mas sabemos que há diferenças. Aqui é a mesma coisa."
 

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