8 de julho de 2013

Pedinchar em nome do bebé

A pedido de várias famílias... - ok, não foram váriaaaaassss famílias, foi só um futuro pai - vou deixar aqui um mini-tutorial de pedinchar coisas em nome do Nenuco Chorão que já nasceu ou está para nascer.

Dodot - 'ssoas, registem-se no site e existe por lá algures uma opção "Amostras" onde, neste momento, dá para pedir amostras de toalhitas Dodot Sensitive, Dodot Activity e da gama Happyjama (para as crianças mais crescidas). Só enviam 1 amostra por pessoa, e demoram um niquinho a enviar, mas enviam sempre.
A Dodot tem outra coisa boa: na compra de fraldas Dodot Sensitive, as embalagens têm um código que pode ser introduzido algures no site, e a marca envia 2 vales de 2€ - um para fraldas da gama Sensitve e outro para toalhitas da mesma gama. São 4€ que se poupam, portanto.

(em tempos idos, já tinha pedido as toalhitas Sensitive - e já as gastei como é óbvio - mas aqui fica a imagem das minhas amostras Activity e dos meus vales para fraldas e toalhitas, que recebi na semana passada)

Mustela - inscrevi-me no site (na parte do Clube Mustela) e recebi uma carteirinha cor-de-rosa com várias amostrinhas. Soube, em fóruns, que algumas mães receberam peluchinhos (devia ser no tempo das vacas gordas, sei lá...)

Felicitas - inscrevi-me no site. Mais uma vez, há mães que dizem ter recebido um kit na altura da 1.ª ecografia. Eu só recebi coisas deles na maternidade. Pedi agora no site o kit dos 4 meses e estou à espera... logo se vê!

Oleoban e Halibut - enviei um mail para "contactos@oleoban.pt" e "apoio.cliente@medinfar.pt" e simplesmente pedi amostras para o meu bebé. Demoraram quase nada a enviar.
Façam um mail bonitinho do género:

"Boa tarde,

o meu nome é XXXXXX, e estou grávida de Y semanas. Gostaria de solicitar o envio de amostras e catálogos dos vossos  produtos para bebé.

Morada: ________________

Cumprimentos e obrigada desde já!

(Nome)"












Também enviei mails para "saninter@saninter.pt" (Uriage) e " portugal@expanscience.pt" (Mustela) - estou a aguardar.

PROMOÇÕES
A marca Fisher Price, para a colecção de 2013, tem um vale de desconto de 5€. Ainda o tenho e é válido até 1 de Novembro. Entretanto, aproveitei em Maio uma outra campanha desta mesma marca em que reembolsavam em 50% uma compra efectuada até meados de Junho. Comprei o mobile do Kiko e pedi o reembolso - no fim-de-semana recebi um mail a dizer que o dinheiro iria ser depositado na minha conta nos próximos dias.

(sempre em actualização... )


4 de julho de 2013

Percentil 5

E eis que, aos 3 meses e meio, o Henrique alcançou a curva do percentil 5 do peso. Até essa altura estava sempre abaixo do "normal".
A pediatra, mal lhe botou os olho, viu que ele estava bem mais desenvolvido: mais comprido (60 centímetros) e o peso já lhe agradou.

Não vou falar mais da agruras que passámos até este momento. Foi uma verdadeira batalha, que envolveram muitas lágrimas minhas e do Henrique, ecografias e baterias de análises. Enfim... já passou tudo! Estou, finalmente, mais liberta de preocupações e já posso curtir o meu filhotinho em pleno.

Muito provavelmente, vão começar a ser introduzidas as sopinhas. A enfermeira do posto médico já me "preveniu", antes da consulta dos 4 meses (QUATRO MESES???) marcada para daqui a 2 semanas.
Mais uma etapa no crescimento desta patanisca.

Olho para o Henrique e já não vejo o meu bebézinho minúsculo. Já está um matulão risonho e palrador, com energia para dar e vender, espertalhão, sempre de olho arregalado e atento a tudo o que mexe.

'Portantes', mexido e remexido todo este assunto, tudo o que me preocupa, neste exacto momento, é não ter roupa que me sirva disponível. Tudo o que me serve está ou babado, ou bolçado, ou ambos. Mummy issues.

19 de junho de 2013

Vacinas para que vos quero... Capítulo II

Já não bastavam as vacinas "obrigatórias" e vão estes pais malucos inventar de também dar as vacinas facultativas.

Já começaram a imaginar o cenário?

Para início de conversa, odeio agulhas. Odeio mesmo. Aquele tipo de ódio que me faz ficar com todos os pelinhos do corpo eriçados. Por isso, por norma é o pai que segura a cria nestas alturas.
Depois, ouvir o bebé a chorar mexe-me com os nervos.
E por fim, a reacção às vacinas é sempre uma incógnita: vai fazer febre? diarreia? irritabilidade? nada?

Ontem, após a piquinha, o Kiko estava na boa: ria, palrava... basicamente, não era nada com ele. Hoje, chora como um desalmado. Felizmente, estou a conseguir fazê-lo adormecer com facilidade (relativa) e já levou com meio supositório para acalmar.

Agora, dorme tranquilo ao meu colo. Sempre ouvi dizer que colo de mãe é mais doce que mel... portanto é deixar o meu pequenito lambuzar-se à vontade, se isso o conforta.

16 de junho de 2013

Ela é barriga, coxas, rabo, mamas... tudo XL

Sim, eu sei que só passaram 3 meses desde que o Kiko nasceu. Sim, eu sei que com o tempo a coisa vai ao sítio, mas caramba... comecei a gravidez com 47 kg. Quarenta e sete quilos. E continuo com mais de 54 kg (aqui está a forma requintada de dizer que tenho peso a mais, sem dizer ao certo quanto...).

Até percebo que as pessoas não me queiram ver assim a roçar o esquelético, mas sou uma moçoila saudável e sentia-me bem. Era feliz e não sabia. Vestia orgulhosamente um belo 36... um S... ou em alguns casos um XS. Agora estou nefastamente agarrada aos 38's aos M's da minha tristeza (lido assim a frio e de repente não parece assimmmm tão trágico, mas queroooooo voltar aos meus 36 e S's).
Toda eu sou mamas, barriga, coxas, rabo... sou uma amálgama de xixa. Como amamento, não posso dar-me ao luxo de comer saladinhas e sopinhas e ficar por assim mesmo... mesmo que quisesse não conseguia. Amamentar dá fome. Oh, se dá.

Imaginem-se às 3 e tal da manhã, a dar a milésima repetição do episódio 10 da 4.ª temporada do NCIS (não sei se é... é apenas exemplificativo!), as únicas pessoas acordadas são vocês mesmos e a pequena criatura que não fala. O sono começa a apoderar-se dos vossos corpos e mentes. Para manter uma chama acesa, e já que ali estamos, 'tá de comer (e beber água... que a coisa também dá uma sede impossível de descrever!). Vão umas bolachinhas, um pãozinho (generosamente barrado) com manteiga, uma fatia de queijo, uma maçã.

À noite, às vezes, não há tempo para fazer jantar e encomenda-se uma pizza, aquece-se uma lasanha...

Estão a ver onde quero chegar, certo?!

E pronto, é por isto (e muito mais!) que continuo ali a meio caminho entre a baleia branca e o cachalote. Mas a coisa vai ao sítio... ai, vai vai.

14 de junho de 2013

Para ti, filho, que fazes 3 meses

Henrique,

antes que o tempo me roube estes pequenos minutos que tenho para te escrever, ou que o sono te passe e voltes a acordar, quero dizer que te amo.

Quando nasceste, eras pequenino, franzininho, eras o meu bebé perfeitinho, lindo, e tão minúsculo que tinha medo que me escorregasses dos braços. Quando te colocaram sobre mim pela 1.ª vez, quando mamaste pela 1.ª vez, quando as tuas mãozinhas, instintivamente, procuraram as minhas, soube que tinha conseguido alcançar a minha melhor realização

Fazes 3 meses - é horrível pensar na passagem do tempo. Lembro-me que estavas na minha barriga há 3 meses quando eu e o teu pai partilhámos a boa nova com os nossos amigos.
Henrique, fazes 3 meses e eu só queria ter o dom de fazer parar os relógios, manter-te sempre bebé, sempre aconchegado nos meus braços, sempre fresco, sempre fofo, sempre meu...
Fazes 3 meses. Meu Deus. Ainda ontem marquei a cesariana. Ainda ontem entrei no hospital. Ainda ontem ouvi o teu coração pela 1.ª vez...

Se me pedissem, agora, neste momento exacto, para descrever o dia em que nasceste, fá-lo-ia, sem hesitações. Lembro-me de cada minuto, lembro-me de cada linha de diálogo com o teu pai, com as enfermeiras, contigo - quando te exibiram por cima de um lençol impessoal e feio - tão pequenino, e escorregadio...

Estavas quentinho, protegido e, de repente, arrancaram-te do paraíso que conhecias e trouxeram-te para uma bolha enorme, fria e desconhecida que é o Mundo inteiro. Até te meterem nos meus braços. Ali, conheceste-me. E eu a ti.

E já se passaram 3 meses.

12 de junho de 2013

Henrique, o puto mais simpático do Mundo

Estivemos de férias em casa dos meus pais... foram 3 dias e meio que serviram, essencialmente, para a família materna matar todas as saudades possíveis e imaginárias e apresentar a mini-dose aos meus amigos que ainda não o conheciam.

E conheceram a faceta mais docinha do meu Nenuco: aquela que se desfaz em sorrisos e gargalhadinhas contagiantes.

O Henrique, sem dúvida, que enche a minha vida de alegria! É impossível não ficar um pouco mais feliz quando se vê um sorrisão destes que ilumina toda uma sala.


(demorei tanto a actualizar o blogue que daqui a uns dias vamos a nova dose de vacinas. Estou a fazer figas para que a reacção seja ligeiramente mais positiva do que a anterior.)

25 de maio de 2013

Bebé palrador = horas e horas de diversão

O Henrique já tenta comunicar. É giro giro vê-lo a esforçar-se para interagir. Abre muito os olhos, fixa na pessoa que está a falar com ele e é vê-lo a fazer caretas e a soltas uns "hannn", "áu" e outras "palavras" dentro do mesmo género lexical.

Quando acaba de mamar, já de estômago cheio, a felicidade apodera-se dele. Olha para mim e "fala" à maneira que só nós percebemos. "Fala" com felicidade no olhar, sabedor que já alcançou o que queria: fazer-se "entender", comunicar com a mãe (ou com o pai, após o biberão!)

E fica chateado se não respondemos. Por isso, sozinha em casa com ele, são horas de diversão a "conversarmos" com "palavras" que não dizem nada, com um sorriso desdentado maior do que a largura do Mundo, com beijos e miminhos. Eu e o Henrique.

Ainda não "fala" muito e nem sempre tem vontade, mas quando está para aí virado, "deslarguem-nos". Deixem-nos ser assim, só os dois. Adoro ter tempo para ele. Adoro "brincar" às mamãs e bebés com o meu filhote lindo, que já começa a fazer as suas gracinhas.

E falando nos olhos do Henrique: são claramente o ponto forte dele. Muito grandes, muito atentos, muito chamativos e alegres... "ó pra estes olhos!!!" é a frase que mais ouço. Pessoas que passam por nós e voltam atrás ou abrandam o passo só para admirar o olhão aberto do Kiko, que mantém a compostura (salvo quando tem fome, destaque-se!).

É um orgulho ser mãe deste miúdo!!!

20 de maio de 2013

Vacinas para que vos quero...

O Henrique começava a uniformizar horários; já tínhamos autorização para começar a alargar horários nocturnos das refeições e eis que ele leva as vacinas dos dois meses.

"Ah, pode dar febre!"

"Ah e tal, o sítio onde foi picado pode inchar! Meta gelo!"

"Vou receitar Ben-u-ron em supositório para tratar em caso de febre e dores!"

Esqueceram-se de avisar que ele podia ficar intratável e inconsolável. No dia em que as levou, a coisa até correu bem: comia e dormia, como se quer num bebé; até que chegou o início da noite. Choro desalmado, acordava de hora a hora, não comia bem, chorava ainda mais... em resumo: uma noite para esquecer.
O dia seguinte foi igual.

O que fazer nestes casos quando, até os miminhos, não são suficientes para acalmar as dores de um bebé?
O supositório seria uma boa ideia, caso o bebé não esteja com prisão de ventre, caso contrário só o vai estimular a fazer o cocó que tanto o atormenta. Ou seja, efeito zero, já que é expulso daquele pequeno corpo em menos de nada.
Voltar a sujeitar o bebé a novo supositório quando ele está claramente enervado com toda a situação? No way!!!

Resta-nos aguentar como gente grande!
Mas, fosse o cansaço acumulado, fosse o stress, fosse uma enormidade de factores, desabei em lágrimas! Sentia dentro de mim que era uma mãe horrível por não conseguir acalmá-lo, ajudá-lo a combater as dores... sentia que devia ser capaz de fazer mais e melhor... sentia que devia estar presente para o bem e para o mal, a toda a hora... não é fácil lidar com a nossa mente quando o corpo não aguenta nem mais um segundo, ainda para mais quando uma das "técnicas" para o acalmar era pô-lo à mama. Estava dorida, exaurida de cansaço, com a cabeça a latejar... apetecia-me fugir para um sítio sossegado, para acalmar, descansar um bocado e voltar cheia de vigor!

Hoje, é 2.ª feira. O Henrique já voltou ao ponto em que tinha ficado antes: passou lindamente a noite e está a dormir tranquilamente enquanto escrevo e faço uma panela de sopa. E aproveito uns minutinhos de calmaria! Porque sou capaz de muita coisa, mas não sou duas...

(e no próximo mês temos as não obrigatórias... 'tadinho do meu macaquinho!)

16 de maio de 2013

Amamentação

Já escrevi aqui que optei por dar mama ao Henrique. Mal me perguntaram - ainda na sala de parto - se queria amamentar, o meu instinto disse "sim", sem que a minha boca sequer se apercebesse do que acabava de dizer.
Sempre tive medo que a genética falasse mais alto e me visse impossibilitada de amamentar. A minha mãe contava que o leite dela era fraco, e que secou rapidamente, e que o meu irmão passou fome nas primeiras semanas de vida e etc, etc, etc... já me via a protagonizar o mesmo filme e a gastar rios de dinheiro em latas de Aptamil (nome escolhido ao acaso... julgo que era o leite que o meu irmão bebia!).

No curso de preparação, disseram que estas questões eram mitos. Que os médicos "do antigamente" não promoviam a amamentação e que seguiam o caminho mais simples para não se chatearem com mães a chorarem-se por causa dos problemas de mamas.

(um aparte: acho que nunca se "disse" tantas vezes a palavra "mamas" como agora neste blog!)

Tive o Henrique a uma 6.ª feira e no sábado tinha as mamas em pedra. O bichinho não pegou bem e além da subida repentina do leite, fiquei com um dos mamilos gretados. À distância de 2 meses, sei que é normal, mas na altura foi HORRÍVEL. O Henrique chorava, eu chorava... as enfermeiras ensinaram-me a tirar o excesso de leite e a massajar o peito para desfazer os nós que se formavam. Sobrevivi.

Em casa, continuei durante uns dias a fazer massagem até que deixou de ser necessário. O Henrique continuava a mamar, mas chorava muito e o peso não aumentava por aí além.
Nas visitas semanais ao centro de saúde, chegámos à conclusão que eu produzia bem, mas tinha o "problema" de ter leite da categoria "magro". Toca de tentar engrossar a coisa. Comer muito fast-food, frutos secos, beber muita água...
O Henrique mamava, mas continuava a choradeira, e o aumento de peso era residual. Toca a introduzir leite artificial. Confesso que fiquei frustrada: queria amamentar, mas o meu corpo insistia que ele é que manda. Enfim, mas desde que vi que o Henrique fica muito satisfeito em mamar e depois beber do biberão, lixei um bocado na minha insistência e dou-lhe o que o meu corpo mandar. Por pouco que seja, quero é o meu filho feliz e a crescer.

Não sou fundamentalista da amamentação. Tentei e não resultou em pleno. Que se lixe. Haja dinheiro para comprar leite artificial. Mas, ainda assim, ninguém me tira o prazer e o gozo de amamentar o meu ratito, mesmo que seja apenas meia horinha de 3 em 3 horas (agora um bocadinho mais alargado!).

Entretanto, SE houver algum/a novo/a visitante, o site SOS Amamentação é muito bom a esclarecer dúvidas que surjam, e saber que há alguém - à distância de um telefonema - que ajuda neste campo, é tranquilizante.

15 de maio de 2013

A propósito do Dia da Família: home, sweet home!

Diz que hoje é o Dia da Família e esta é a minha: com altos e baixos, com vozes várias oitavas acima do limite legal, com amizades profundas e com um amor que ultrapassa a velocidade de rotação da Terra...

Os meus pais que adoro profundamente;

O meu irmão que é a minha pessoa... (muita Anatomia de Grey dá nisto);

Os meus tios que, à falta de melhor descrição, são a Céuzita, o Nunito e o Nandito;

Os meus primos que me ajudaram a crescer mais feliz;

Os meus avós que sempre foram o grande exemplo;

O meu excelso homem que me faz feliz desde o 1.º dia já lá vão 5 anos;

O meu filho que, sem mais delongas, fez de mim uma mulher realizada e completa!

Com a minha família, meio maluquete, sinto-me em casa, quentinha e aconchegada. 
 

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