6 de março de 2012

Ídolos - 5.ª Temporada

Olááááááá... agora é que o Júri do Ídolos chegou "au point": além do Moura dos Santos, teremos a Babinha Guimarães, o Tony Carreira e o Pedro Abrunhosa.

(Volta, Laurent Filipe!!!)

Para além do facto de eu pensar que já não existia mais ninguém em Portugal que ainda não tivesse concorrido, ainda temos de levar com um cantor romântico-pimba, a senhora que tanto apresenta o "Peso Pesado" de galochas, como as galas da SIC, e... o Pedro Abrunhosa. Nada contra o senhor, mas pensei que depois da queda magistral, ele não voltasse a pisar aquele palco de má-memória.

Um verdadeiro "elenco de luxo", acrescenta o meu excelso homem.

(Laurent Filipe, não sei se ouviste, mas... podes voltar à antena. PLEASEEE!)

Por isso, gostava de deixar um apelo: alguém diga ao Laurent Filipe que, na última temporada, ele era aquele que ainda percebia qualquer coisinha da poda (além de ser giraço nas horas!). Não estou a meter em causa o sr. Moura dos Santos, mas ele já faz parte da mobília e não conta nas "novas aquisições".

23 de fevereiro de 2012

Feeling... pré-trintinha!

Há uns anos, passei uma semana de férias na cidade do Porto com um grupo de amigos (todos mais velhos). Um deles chamava-me (ainda hoje me chama...) 18 e meio. Outra disse que eu era uma teen inconsciente e dirigiam-se a mim com "pitu-pitu-pitu" meio bebezão.

Hoje, 10 anos e meio passados desde essas férias, sou uma pré-trintinha (trintona é para quem tem mais de 1,60 metros) & I feel GREAT!!!



(Imagem tirada daqui)

22 de fevereiro de 2012

Sangue do meu sangue

Antes de mais, aviso: estava renitente em ver o filme "Sangue do meu sangue". As críticas que choviam de todos os lados faziam-me estar de pé atrás. "Às tantas é um filme meio intelectualóide e que só agrada aos fãs do cinema com significados profundos", pensava eu.

Quebrada a barreira do preconceito, o meu excelso homem comprou o DVD numa dessas promoções de fim-de-semana de um qualquer jornal, e ontem passamos quase 2 horas (seriam mais? seriam menos) de rabinhos alapados no sofá a ver o filme.

E que grande filme é.

Bem realizado, com uma história consistente, representações fenomenais (a Rita Blanco é única, sem sombra de dúvida!)...

A Sinopse é esta (retirada do site Sapo Cinema):
"Márcia mora com a irmã, Ivete, num bairro camarário dos arredores de Lisboa. Juntas, criaram os filhos de Márcia: Cláudia, que estuda enfermagem e é caixa num supermercado, e Joca, que se tornou num pequeno delinquente. Um dia, a vida da família é abalada para sempre: Joca tentou enganar o dealer para quem traficava e é apanhado; e Cláudia apresenta à mãe o seu novo namorado, seu professor e muito mais velho. E quando esta o conhece, percebe que tem de fazer tudo para acabar com a relação, assombrada por uma tragédia sem nome. Esta é uma história de amor incondicional, de sacrifício e de redenção."

15 de fevereiro de 2012

E sai um prato de peixe pra mesa dois

Sou uma pessoa que pouco cozinha peixe. Porque fica o cheiro na cozinha. Porque fica cheiro no cabelo. Por causa das espinhas. Porque nunca sei o que fazer para o acompanhamento (para mim, peixe é sempre grelhado e com salada). Porque nhanhanha blábláblá...

Há umas semanas comprei uns lombinhos de pescada congelados que têm estado a descansar no congelador, basicamente porque nunca sei muito bem o que fazer com eles de forma a não a parecer comida de Hospital.

Hoje encontrei a receita perfeita: Pescada no forno, com miolo de camarão. Fácil, clean e delicioso.

Basta colocar os lombinhos (ou medalhões) de pescada num pirex, onde antes se tinha posto azeite. Temperar o peixe com pimenta, colocar o miolo de camarão e... la pièce de resistance... um pacotinhos de natas misturadas com 3 colheres de sopa de creme de marisco. Vai ao forno cerca de 20 minutos a 200 graus. Acompanhei com um arroz de cenoura e... tcharannnn... um jantar rápido e 'pralá de saboroso.

14 de fevereiro de 2012

Porque há Amores assim...


Jack: Winning that ticket, Rose, was the best thing that ever happened to me... it brought me to you. And I'm thankful for that, Rose. I'm thankful. You must do me this honor. Promise me you'll survive. That you won't give up, no matter what happens, no matter how hopeless. Promise me now, Rose, and never let go of that promise.
Rose: I promise.
Jack: Never let go.
Rose: I'll never let go, Jack. I'll never let go.


Todos sabemos como este amor acabou. Mas, hoje, tal como nos outros 365 dias, o Amor deve ser admirado... nem que seja numa tela de cinema.

13 de fevereiro de 2012

Conversas de casal - quando um pronome masculino faz a diferença

A situação que se segue passou-se esta manhã, minutos antes dele sair de casa.

Ele: Que dia é hoje?
Eu: Dia 13.
Ele: Amanhã é o Dia dos Namorados.
Eu: Sim.
Ele: O que me vais dar? É o Dia dos Namorados...
Eu: (olhei para ele, com ar de "o que vai sair daqui")
Ele: É o Dia dos Namorados... não é dos casais, não é das namoradas... é dos Namorados.
Eu: Se continuares com esse argumento, o que te dou é com o rolo da massa em cima.
Ele: Com o rolo da massa?!
Eu: Sim.
Ele: É uma injustiça. É o dia dos Namorados.
Eu: Vais mesmo continuar a usar essa desculpa mal-amanhada?!
Ele: Vou. É o dia dos Namorados.
Eu: (revirei os olhos e continuei a preparar-me)

E é assim que as manhãs se passam...

10 de fevereiro de 2012

Tenho de virar o T1 de pernas pró ar!

Estou total e absolutamente afastada das lides bloguísticas. Mas a culpa não é minha; é a vida (essa porca!) que me toma mais tempo que aquele que disponho. Trabalho, casa, família, mais casa, mais trabalho, mais pequenos momentos de descanso...

"Piquininos" do meu coração, jamais vos abandonarei, estou só a tirar umas folgas em atraso e volto já-já. Prometo que vou escrever posts até ao fim, e não os vou guardar nos rascunhos do Blogger (porque quando dou por eles, já passou a sua actualidade há muito... tinha umas coisas tão giras sobre a tirada do "piegas" e do Carnaval, e do "Salazar é a sua tia!").

Nos próximos dias, vou continuar a tentar organizar a casa, ganhar espaço nuns lados, para mudar roupas, a cómoda e outros que tais, tentar pôr em prática algumas dicas domésticas que tenho lido algures nas ondas do éter e tornar o mais espaçoso possível um apartamento de 60m2 (em vez, dos 55 que tinha escrito antes e que o meu excelso homem fez questão de corrigir).

(imagem roubada daqui)

1 de fevereiro de 2012

Fringe vs Alcatraz: a batalha final

Vi ontem o 1.º episódio de uma série recém-estreada nos EUA, "Alcatraz". A série pretende transmitir a ideia que a célebre prisão foi encerrada, não porque os prisioneiros foram transferidos para outros estabelecimentos, mas porque estes desapareceram sob circusntâncias misteriosas.

Agora, reaparecem - sem ter envelhecido um dia que fosse - e são apanhados a cometer crimes.

A minha 1.ª abordagem é simples: achei, em certas partes, um paralelismo muito grande com a outra série do mesmo produtor, JJ Abrams... "Fringe".

Coisas misteriosas acontecem (Fringe: um avião despenha-se em circunstâncias suspeitas / Alcatraz: um prisioneiro de Alcatraz reaparece novinho novinho)... uma policial loura, que perdeu o parceiro, começa a investigar (Fringe: Olivia / Alcatraz: Det.Madsen)... aparece um suposto elemento do FBI e manda-a deixar a investigação (Fringe: Broyles / Alcatraz: Hauser)... ela não deixa... ele aparentemente não gosta dela, mas convida-a para fazer parte de uma equipa, que pertence ao FBI, mas que ninguém pode saber o que eles investigam (onde é que eu já vi isto?! Ahhhhh... no "Fringe"! Ahhhh... e no "Alcatraz").

É uma série gira e com potencial... mas, só espero que não terminem com o "Fringe" "às três pancadas", só porque o "Alcatraz" será, teoricamente, mais simples de entender. Contudo, pelo que li, "Alcatraz" será mesmo a série-substituta de "Fringe" que está a perder audiência. Como diria o outro: "A ver vamos!".

16 de janeiro de 2012

Crossover Estrelices / Capa Mole & Companhia

Não é a 1.ª vez que assistimos a um "cruzamento de episódios" entre os meus dois blogues. Mas este é por uma boa causa e não por motivos palermas, como é meu hábito. Pondo os pontos nos "iis": o Capa Mole tem um passatempo a decorrer. "Para ti, Campeão" é o título de um livro escrito por Ana Maltez, uma menina que conheço há muitos anos.

Desconhecia por completo o drama que a Ana vivia, até a irmã - uma grandeeee amiga minha - me contou: o Rafael, namorado da Ana, faleceu em Outubro, vítima de um cancro, e escrever ao Rafa foi a forma que a Ana encontrou para fazer o seu luto.

A Ana tem 25 anos. Ela e o Rafael teriam feito 7 anos de namoro no início deste mês. É uma grande dor perder alguém nesta idade, principalmente, quando se trata daquele que sentimos que é o amor da nossa vida.

Este livro... não nasceu como livro. Eram cartas. Desabafos e confissões que a Ana fazia ao Rafa, para se sentir mais perto dele... estas cartas deram origem a um livro quase por um acaso.

Por isso, achei importante fazer alguma coisa para "promover" o livro dentro das minhas possibilidades. Depois de contactar a Chiado Editora, que acedeu em oferecer um livro, criei o passatempo "Para ti, Campeão", em que desafio cada um de vós a ser criativo e romântico ao mesmo tempo e dizer-me numa frase qual a importância que o amor tem nas vossas vidas.

Deixei ainda a ideia que, se não quiserem esperar pelos resultados do passatempo, o livro está à venda (nomeadamente no site da editora) e que os direitos de autor revertem a favor do IPO.

Participem. Link aqui.

5 de janeiro de 2012

O "problema" Pingo Doce

Sou cliente do Pingo Doce, e enquanto a qualidade se mantiver, continuarei a sê-lo. Ou como diria o meu caríssimo Pedro Rolo Duarte "não vou deixar de ser cliente do Pingo Doce, que tem a melhor linha branca que conheço, nem alinho na contestação primária".

Só quero deixar uma questão: se a malta deixar de fazer compras no PD, fá-las onde? No Continente que também tem praças na Holanda? No Lidl, que é alemão? Ou no Minipreço que é mais difícil encontrar do que água no deserto, além que a diferença
nos preços não é assim tão grande? Não vislumbro alternativas, para ser sincera.

Se gostava de ter um mini-mercado de bairro? Gostava, mas não tenho (e aqueles que abrem na minha rua, 'benzós'Deus) e por isso ou vou ao Pingo Doce (mais perto de casa), ou vou ao Continente (mais longe de casa), ou vou ao Minipreço (um pouco mais longe de casa e onde já vi produtos podres no "departamento" dos frescos), ou, por fim, vou ao Lidl (que fica no caminho entre casa-trabalho, mas que nem sempre tem o que preciso).

Antes de me ir embora, deixo o link do editorial de 3.ª feira do Pedro Santos Guerreiro, director do Jornal de Negócios, onde ele explica por A+B a verdadeira questão com que nos deveríamos preocupar: o investimento que o grupo fará em Portugal, ou melhor, o pouco investimento. A ler aqui.
 

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