12 de julho de 2009
11 de julho de 2009
Pesquisa antropológica
A saída desta noite assemelhou-se em muito, e como diria a minha Dra. Jo, "àqueles sketches do Herman José quando ele fazia de explorador na selva".
Por outras palavras, pudemos ver, live & colour, a todo o processo de tentativa de engate do macho portuga adolescente. É hilariante. E motivo de umas boas risadas. É fantástico ver os olhares (supostamente) sensuais a tudo o que use saia... ou que mexa. Desde que tenha mamas! O método de aproximação é do mais... exótico que há.
Fui vítima de um. Aproximou-se, pela calada, e, na hora H, deu-me um encontrão. Tão subtil que até eu percebi que tinha sido propositado. Resultado: olhar 38 de matadora que dizia "voltas a repetir a gracinha, levas um estalo". Sempre odiei as tentativazinhas à D. Juan da Picheleira.
Julgo que, uma vez, falei nos clones fatelas do Cristiano Ronaldo que pululam pela noite, como cogumelos, lado-a-lado, com os clones das meninas que, habitualmente, o seguem. Estes jovens esquecem-se que para tudo, existe um sítio e hora. E o local onde estávamos era completamente despropositado. E pergunto-me: a minha reforma está mesmo dependente destes pequenos seres?
Por outras palavras, pudemos ver, live & colour, a todo o processo de tentativa de engate do macho portuga adolescente. É hilariante. E motivo de umas boas risadas. É fantástico ver os olhares (supostamente) sensuais a tudo o que use saia... ou que mexa. Desde que tenha mamas! O método de aproximação é do mais... exótico que há.
Fui vítima de um. Aproximou-se, pela calada, e, na hora H, deu-me um encontrão. Tão subtil que até eu percebi que tinha sido propositado. Resultado: olhar 38 de matadora que dizia "voltas a repetir a gracinha, levas um estalo". Sempre odiei as tentativazinhas à D. Juan da Picheleira.
Julgo que, uma vez, falei nos clones fatelas do Cristiano Ronaldo que pululam pela noite, como cogumelos, lado-a-lado, com os clones das meninas que, habitualmente, o seguem. Estes jovens esquecem-se que para tudo, existe um sítio e hora. E o local onde estávamos era completamente despropositado. E pergunto-me: a minha reforma está mesmo dependente destes pequenos seres?
P.S.: o filme que fomos ver - A Proposta, com a Sandra Bullock e o Ryan Reynolds - é hilariante. Uma comédia em que se chora a rir. Aliás, na sala do CinemaCity, as gargalhadas mais efusivas vieram de homens, o que prova que não é um filme de gaja. Ahh... e a Sandra aparece nua.
10 de julho de 2009
Receita para uma noite perfeita
Já que não há hipótese de ir a um dos 300 festivais de Verão, os ingredientes para uma noite perfeita (e low-cost) são os seguintes:
- roupa decente (que não calções, top e havaianas)
- sapatos de salto
- maquilhagem clean
- duas amigas do coração
- jantarzinho fast-food (com as amigas)
- cineminha
Mistura-se tudo muito bem. Leva-se apurar durante algumas horinhas e está pronto a servir.
- roupa decente (que não calções, top e havaianas)
- sapatos de salto
- maquilhagem clean
- duas amigas do coração
- jantarzinho fast-food (com as amigas)
- cineminha
Mistura-se tudo muito bem. Leva-se apurar durante algumas horinhas e está pronto a servir.
8 de julho de 2009
Pensamentão do dia
Quem é que ainda acredita na frase: "Não me importa que não me ames. Gosto o suficiente, pelos dois"?!
6 de julho de 2009
Dicionário de Português-Português
essencial
adj. 2 gén.
1. Constitutivo da essência.
2. Preciso, indispensável.
3. Importante.
4. Que tem as qualidades requeridas.
5. Especial, característico.
6. Diz-se dos óleos voláteis obtidos dos vegetais pela destilação.
s. m.
7. Condição principal e indispensável.
É essencial aquele que é importante de alguma forma. É essencial aquele que possui características que fazem dele um alguém especial. Para mim, tu és essencial. Em vários tempos e lugares.
adj. 2 gén.
1. Constitutivo da essência.
2. Preciso, indispensável.
3. Importante.
4. Que tem as qualidades requeridas.
5. Especial, característico.
6. Diz-se dos óleos voláteis obtidos dos vegetais pela destilação.
s. m.
7. Condição principal e indispensável.
É essencial aquele que é importante de alguma forma. É essencial aquele que possui características que fazem dele um alguém especial. Para mim, tu és essencial. Em vários tempos e lugares.
Fez ontem um ano
E comemorámos aqui as mudanças que estavam prestes a começar na minha vida. E, creio, um pouco na vida de cada um dos participantes.
5 de julho de 2009
Músicas que não me saiem da cabeça...
Tempo dos Assassinos - Jorge Palma
Quero o silêncio do arco íris
Quero a alquímia das estações
Quero as vogais todas abertas
Quero ver partir os barcos
Prenhos de interrogações
Amo o teu riso prateado
Como se a lua fosse tua
Vou pendurar-me nos teus laços
Vou rasgar o teu vestido
Eu quero ver-te nua
Vivemos no tempo dos assassinos
Tempo de todos os hinos
Ouvimos dobrar os sinos
Quem mais jura
É quem mais mente
Vou arquitectar destinos
Sou praticamente demente.......
Eu quero ver-te alucinado
Eu quero ver-te sem sentido
Sem passado e sem memória
Quero-te aqui no presente
Eternamente colorido
Porque abomino o trabalho
Se trabalhasse estava em greve
Se isto não te disser tudo
Arranja-me um momento mudo
O menos possível breve
Vivemos o tempo dos assassinos
Tempo de todos os hinos
Ouvimos dobrar os sinos
Quem mais jura
É quem mais mente
Vou arquitectar destinos
Sou praticamente demente.......
Amo o teu riso prateado
Como se o Sol só fosse teu
Vou pendurar-me no teu laço
Amachucar-te essa camisa
Como se tu fosses eu
Como se tu fosses eu
Como se tu fosses eu
Quero o silêncio do arco íris
Quero a alquímia das estações
Quero as vogais todas abertas
Quero ver partir os barcos
Prenhos de interrogações
Amo o teu riso prateado
Como se a lua fosse tua
Vou pendurar-me nos teus laços
Vou rasgar o teu vestido
Eu quero ver-te nua
Vivemos no tempo dos assassinos
Tempo de todos os hinos
Ouvimos dobrar os sinos
Quem mais jura
É quem mais mente
Vou arquitectar destinos
Sou praticamente demente.......
Eu quero ver-te alucinado
Eu quero ver-te sem sentido
Sem passado e sem memória
Quero-te aqui no presente
Eternamente colorido
Porque abomino o trabalho
Se trabalhasse estava em greve
Se isto não te disser tudo
Arranja-me um momento mudo
O menos possível breve
Vivemos o tempo dos assassinos
Tempo de todos os hinos
Ouvimos dobrar os sinos
Quem mais jura
É quem mais mente
Vou arquitectar destinos
Sou praticamente demente.......
Amo o teu riso prateado
Como se o Sol só fosse teu
Vou pendurar-me no teu laço
Amachucar-te essa camisa
Como se tu fosses eu
Como se tu fosses eu
Como se tu fosses eu
3 de julho de 2009
Amor em HD
Se eu podia viver sem amor? Podia... mas não era a mesma coisa.
Peço desculpa aos senhores criativos da campanha daquela empresa de televisão por cabo que começa pela letra Z, termina em N e tem um O no meio, mas tive de adaptar a ideia-chave.
No ano passado, por esta altura, havia entrado de férias de relações amorosas, devido aos 'flops' que se sucediam. Era complicado manter um certo nível de sanidade mental numa altura fulcral da minha vida, então decidi proibir-me de me apaixonar. Era necessário algum 'jogo de cintura', porque toda a gente sabe que, no nosso corpo, só há duas coisas indisciplinadas: o cabelo e o coração.
Tinha conhecido o Marco, o Raul e o Eduardo. Tinha falhado uma reaproximação ao Ed. Depois de uns copos, vi que os quatro tinham tudo para não resultar. Não eram más pessoas (excepto o Marco), mas simplesmente: ou queriam tudo, ou queriam qualquer coisa de indefinido.
Tenho uma amiga que está a passar pelo mesmo estado letárgico que eu passei. Tudo era indiferente, tingido de negro, como se a vida só desse coices... mas está a tentar despertar. Está a perceber que, para os outros gostarem dela, tem de fazer o exercício de se apaixonar por si própria.
Na minha opinião, será esse o limite do amor em alta definição: a pessoa 'ver-se' com a nitidez do HD. Sentir as dores, as alegrias, a felicidade, as cores, os sons e os cheiros. Sentir a vida para além das desilusões.
Peço desculpa aos senhores criativos da campanha daquela empresa de televisão por cabo que começa pela letra Z, termina em N e tem um O no meio, mas tive de adaptar a ideia-chave.
No ano passado, por esta altura, havia entrado de férias de relações amorosas, devido aos 'flops' que se sucediam. Era complicado manter um certo nível de sanidade mental numa altura fulcral da minha vida, então decidi proibir-me de me apaixonar. Era necessário algum 'jogo de cintura', porque toda a gente sabe que, no nosso corpo, só há duas coisas indisciplinadas: o cabelo e o coração.
Tinha conhecido o Marco, o Raul e o Eduardo. Tinha falhado uma reaproximação ao Ed. Depois de uns copos, vi que os quatro tinham tudo para não resultar. Não eram más pessoas (excepto o Marco), mas simplesmente: ou queriam tudo, ou queriam qualquer coisa de indefinido.
Tenho uma amiga que está a passar pelo mesmo estado letárgico que eu passei. Tudo era indiferente, tingido de negro, como se a vida só desse coices... mas está a tentar despertar. Está a perceber que, para os outros gostarem dela, tem de fazer o exercício de se apaixonar por si própria.
Na minha opinião, será esse o limite do amor em alta definição: a pessoa 'ver-se' com a nitidez do HD. Sentir as dores, as alegrias, a felicidade, as cores, os sons e os cheiros. Sentir a vida para além das desilusões.
30 de junho de 2009
Pedrinha na alma
Não resisti a colocar aqui uma das fantásticas conversas do Bagaço Amarelo. Já jantei com ele e já fui, inclusivamente, protagonista de uma destas 1000 e muitas conversas.
conversas 1265
Ela - Que é que tens?
Eu - Nada...
Ela - Conheço-te. Tens alguma coisa...
Eu - Nada. Estou com uma pedrinha na alma mas nem sei porquê.
Ela - Está tudo bem contigo?
Eu - Sim. Estou numa fase boa da vida. Acho que é quando estamos felizes que às vezes surgem estas pedrinhas...
Ela - Sim, quando andamos tristes surgem pedregulhos. Apetece-te uma caneca de cerveja?
Eu - Apetece.
Ela - Então anda, ofereço eu. Apetece-me chegar tarde a casa para chatear o meu marido.
Eu - Porque é que queres chatear o teu marido?
Ela - Não é bem chatear. Quero que ele tenha saudades minhas e fique assim como tu, com uma pedrinha na alma. Quando os homens estão assim fazem tudo o que nós queremos...
O Bagaço é, talvez, um dos homens que mais admiro na blogosfera. As conversas que ele tem, as opiniões que emite, os pensamentos que expõe para toda a gente ler são provas de uma grande inteligência e sensibilidade. E gosto de pessoas assim.
Esta amiga dele... tem um pormenor curioso: "Quero que ele tenha saudades minhas e fique assim como tu, com uma pedrinha na alma". Acho que nunca ninguém teve uma pedrinha na alma, por mim. E tenho pena.
conversas 1265
Ela - Que é que tens?
Eu - Nada...
Ela - Conheço-te. Tens alguma coisa...
Eu - Nada. Estou com uma pedrinha na alma mas nem sei porquê.
Ela - Está tudo bem contigo?
Eu - Sim. Estou numa fase boa da vida. Acho que é quando estamos felizes que às vezes surgem estas pedrinhas...
Ela - Sim, quando andamos tristes surgem pedregulhos. Apetece-te uma caneca de cerveja?
Eu - Apetece.
Ela - Então anda, ofereço eu. Apetece-me chegar tarde a casa para chatear o meu marido.
Eu - Porque é que queres chatear o teu marido?
Ela - Não é bem chatear. Quero que ele tenha saudades minhas e fique assim como tu, com uma pedrinha na alma. Quando os homens estão assim fazem tudo o que nós queremos...
O Bagaço é, talvez, um dos homens que mais admiro na blogosfera. As conversas que ele tem, as opiniões que emite, os pensamentos que expõe para toda a gente ler são provas de uma grande inteligência e sensibilidade. E gosto de pessoas assim.
Esta amiga dele... tem um pormenor curioso: "Quero que ele tenha saudades minhas e fique assim como tu, com uma pedrinha na alma". Acho que nunca ninguém teve uma pedrinha na alma, por mim. E tenho pena.
(e não é no sentido de acederem ao meu capricho... só mesmo pela saudade)