8 de julho de 2009

Pensamentão do dia

Quem é que ainda acredita na frase: "Não me importa que não me ames. Gosto o suficiente, pelos dois"?!

6 de julho de 2009

Dicionário de Português-Português

essencial
adj. 2 gén.
1. Constitutivo da essência.
2. Preciso, indispensável.
3. Importante.
4. Que tem as qualidades requeridas.
5. Especial, característico.
6. Diz-se dos óleos voláteis obtidos dos vegetais pela destilação.
s. m.
7. Condição principal e indispensável.

É essencial aquele que é importante de alguma forma. É essencial aquele que possui características que fazem dele um alguém especial. Para mim, tu és essencial. Em vários tempos e lugares.

Fez ontem um ano

E comemorámos aqui as mudanças que estavam prestes a começar na minha vida. E, creio, um pouco na vida de cada um dos participantes.

5 de julho de 2009

Músicas que não me saiem da cabeça...

Tempo dos Assassinos - Jorge Palma

Quero o silêncio do arco íris
Quero a alquímia das estações
Quero as vogais todas abertas
Quero ver partir os barcos
Prenhos de interrogações

Amo o teu riso prateado
Como se a lua fosse tua
Vou pendurar-me nos teus laços
Vou rasgar o teu vestido
Eu quero ver-te nua

Vivemos no tempo dos assassinos
Tempo de todos os hinos
Ouvimos dobrar os sinos
Quem mais jura
É quem mais mente

Vou arquitectar destinos
Sou praticamente demente.......

Eu quero ver-te alucinado
Eu quero ver-te sem sentido
Sem passado e sem memória
Quero-te aqui no presente
Eternamente colorido

Porque abomino o trabalho
Se trabalhasse estava em greve
Se isto não te disser tudo
Arranja-me um momento mudo
O menos possível breve

Vivemos o tempo dos assassinos
Tempo de todos os hinos
Ouvimos dobrar os sinos
Quem mais jura
É quem mais mente

Vou arquitectar destinos
Sou praticamente demente.......

Amo o teu riso prateado
Como se o Sol só fosse teu
Vou pendurar-me no teu laço
Amachucar-te essa camisa
Como se tu fosses eu
Como se tu fosses eu
Como se tu fosses eu

3 de julho de 2009

Amor em HD

Se eu podia viver sem amor? Podia... mas não era a mesma coisa.

Peço desculpa aos senhores criativos da campanha daquela empresa de televisão por cabo que começa pela letra Z, termina em N e tem um O no meio, mas tive de adaptar a ideia-chave.

No ano passado, por esta altura, havia entrado de férias de relações amorosas, devido aos 'flops' que se sucediam. Era complicado manter um certo nível de sanidade mental numa altura fulcral da minha vida, então decidi proibir-me de me apaixonar. Era necessário algum 'jogo de cintura', porque toda a gente sabe que, no nosso corpo, só há duas coisas indisciplinadas: o cabelo e o coração.

Tinha conhecido o Marco, o Raul e o Eduardo. Tinha falhado uma reaproximação ao Ed. Depois de uns copos, vi que os quatro tinham tudo para não resultar. Não eram más pessoas (excepto o Marco), mas simplesmente: ou queriam tudo, ou queriam qualquer coisa de indefinido.

Tenho uma amiga que está a passar pelo mesmo estado letárgico que eu passei. Tudo era indiferente, tingido de negro, como se a vida só desse coices... mas está a tentar despertar. Está a perceber que, para os outros gostarem dela, tem de fazer o exercício de se apaixonar por si própria.

Na minha opinião, será esse o limite do amor em alta definição: a pessoa 'ver-se' com a nitidez do HD. Sentir as dores, as alegrias, a felicidade, as cores, os sons e os cheiros. Sentir a vida para além das desilusões.

Música do dia

30 de junho de 2009

Pedrinha na alma

Não resisti a colocar aqui uma das fantásticas conversas do Bagaço Amarelo. Já jantei com ele e já fui, inclusivamente, protagonista de uma destas 1000 e muitas conversas.

conversas 1265
Ela - Que é que tens?
Eu - Nada...
Ela - Conheço-te. Tens alguma coisa...
Eu - Nada. Estou com uma pedrinha na alma mas nem sei porquê.
Ela - Está tudo bem contigo?
Eu - Sim. Estou numa fase boa da vida. Acho que é quando estamos felizes que às vezes surgem estas pedrinhas...
Ela - Sim, quando andamos tristes surgem pedregulhos. Apetece-te uma caneca de cerveja?
Eu - Apetece.
Ela - Então anda, ofereço eu. Apetece-me chegar tarde a casa para chatear o meu marido.
Eu - Porque é que queres chatear o teu marido?
Ela - Não é bem chatear. Quero que ele tenha saudades minhas e fique assim como tu, com uma pedrinha na alma. Quando os homens estão assim fazem tudo o que nós queremos...


O Bagaço é, talvez, um dos homens que mais admiro na blogosfera. As conversas que ele tem, as opiniões que emite, os pensamentos que expõe para toda a gente ler são provas de uma grande inteligência e sensibilidade. E gosto de pessoas assim.

Esta amiga dele... tem um pormenor curioso: "Quero que ele tenha saudades minhas e fique assim como tu, com uma pedrinha na alma". Acho que nunca ninguém teve uma pedrinha na alma, por mim. E tenho pena.
(e não é no sentido de acederem ao meu capricho... só mesmo pela saudade)

Para rir um bocado

Ontem, estive a ver um episódio de 'Familly Guy', onde o pai (Peter) declara todo o quintal da família como um novo país... Petoria. Esta música surge na sequência da auto-declaração dele mesmo como presidente de um "país de quatro assoalhadas" (esta é uma deixa do episódio).


27 de junho de 2009

Perfeição relativa

Não sou perfeita. Nem tenho pretensões de o ser a curto/médio/longo prazo. Não me apetece treinar para ser perfeita, nem ser uma escrava da perfeição. E notei, esta semana, que algumas pessoas, aos olhos de muita gente, perfeitas, são burrinhas que nem portas.

Caso 1 - Comercial do jornal
Ela - Posso digitalizar?
Eu (a ver o PC vazio) - Podes.
Ela (a olhar para o PC) - Como é que faço?
Eu (a olhar para ela, e a pensar "ela está a gozar") - Carregas no botão que diz 'Digitalizar'.
Ela - Ahhh...
Eu - Mas olha que o PC está desligado.
Ela - Está? E como é que ligo?
Eu (a olhar para ela, e a pensar "hein??? ela só pode estar a gozar")
Ela - É aqui neste botão? Olha, está a ligar... era mesmo!
Eu (a olhar para ela, e a pensar "as vozes estão a mandar-me dizer DAHHHH")

Caso 2 - Informático estagiário
Ele - Olha, Cristina... depois podes ajudar-me a fazer o relatório?
Eu (assoberbada em trabalho) - Hein?
Ele - Eu fiz um, há dois anos e já não sei fazer.
Eu (assoberbada em trabalho e a pensar "não tenho tempo para conversas de merda") - Acabei o curso há 4 anos. Queres que te ajude como?
Ele (a apontar para o computador e à espera que eu me mostrasse interessada) - Pois... é que não sei como escrever...
Eu (a pensar "vou acabar com esta conversa de merda") - E que tal pedires ajuda aos teus professores, boa? Eles sabem os critérios que querem no relatório, porque cada caso é um caso. E não sou eu que to vou fazer.
Ele - Ó N... depois podes ajudar-me a fazer o relatório?

Dito isto, concluo: ainda bem que não sou uma boneca perfeitinha e que os meus dois neurónios comatosos ainda estão vivos e recomendam-se!

25 de junho de 2009

Era impossível passar indiferente

O dia de hoje fica marcado pela morte de alguém que marcou a história das artes. Farrah Fawcett, estrela da televisão nos anos 70, faleceu de cancro no cólon. Curiosamente, acabei o meu dia a ver uma reposição dos 'Anjos de Charlie' na RTP Memória. Mais uma sex-symbol que 'fechou os olhos'.

Horas mais tarde, foi noticiado (e correu mundo) que Michael Jackson, rei da pop dos anos 80, teria falecido, supostamente, vítima de ataque cardíaco. O assunto mereceu enorme destaque na rede Twitter. Tentei esperar pela confirmação da notícia, mas acabei por desistir. As diferenças horárias entre Portugal e os EUA dão cabo de qualquer pessoa minimamente cansada.

De qualquer forma, aqui fica uma imagem de como gosto de recordar cada um deles.



P.S.: Actualização às 08h37 - É oficial. O Rei da Pop morreu!
 

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