Sim, também gosto muito do Obama.
Sim, estou muito satisfeita por ele ser o 1.º afro-americano na Casa Branca.
Sim, também já ouvi algumas anedotas sobre isso.
Não, não fui daquelas que passou noites em branco na dúvida sobre o que a Michelle Obama haveria de vestir hoje. Ou as miúdas.
Não, não estou preocupada com o facto se o cão das catraias vai ser o cão de água português ou um qualquer rafeiro americano.
Não, não ouvi o discurso na íntegra. Leio amanhã nos jornais.
Congratulations, mister President. And wellcome to the jungle!
20 de janeiro de 2009
O meu chefe é o maior!!
- J... se eu negociar contigo, há hipótese de ter uns diazinhos de férias?
- Sim, claro. Ainda não tiveste, pois não?
- Er... pois, não.
- Vemos isso amanhã!
Chefe, ÉS O MAIOR, carago!!
- Sim, claro. Ainda não tiveste, pois não?
- Er... pois, não.
- Vemos isso amanhã!
Chefe, ÉS O MAIOR, carago!!
19 de janeiro de 2009
Sick & Tired
Não quero andar a queixar-me pelos cantos, mas estou cansada como o raio... depois de 18 meses sem férias, acho que já merecia mais do que dois diazitos por semana.
17 de janeiro de 2009
Eu já...
Anda por aí a rodar o desafio do "Eu já". Como tenho este tempito livre e não tenho nada de importante para dizer, decidi fazer a minha lista...
Eu já... chorei muito por pessoas que não valiam a pena.
Eu já... tive um corte de cabelo vergonhoso.
Eu já... me ri muito, até doer a barriga, a brincar com crianças.
Eu já... pedi desculpa muitas vezes.
Eu já... tive, em tempos, a melhor nota da escola num exame nacional.
Eu já... fingi que estava doente para não ir trabalhar.
Eu já... fui a "outra" e não gostei.
Eu já... enviei MMS provocantes.
Eu já... participei num concurso de beleza.
Eu já... fui babysitter, empregada de limpeza, funcionária de bar, lojista, administrativa e, agora sou, jornalista.
Eu já... tive a auto-estima de um caracol.
Eu já... comi um gelado debaixo das Portas de Brandeburgo, em Berlim.
Eu já... fui alvo de engate, de um italiano, em Amesterdão.
Eu já... jantei em Piccadilly Circus, em Londres.
Eu já... fui perseguida por uma cigana em Granada
Eu já... fui imensamente feliz.
E, agora, vou parar, porque isto é um exercício terrível de auto-avaliação :)
Eu já... chorei muito por pessoas que não valiam a pena.
Eu já... tive um corte de cabelo vergonhoso.
Eu já... me ri muito, até doer a barriga, a brincar com crianças.
Eu já... pedi desculpa muitas vezes.
Eu já... tive, em tempos, a melhor nota da escola num exame nacional.
Eu já... fingi que estava doente para não ir trabalhar.
Eu já... fui a "outra" e não gostei.
Eu já... enviei MMS provocantes.
Eu já... participei num concurso de beleza.
Eu já... fui babysitter, empregada de limpeza, funcionária de bar, lojista, administrativa e, agora sou, jornalista.
Eu já... tive a auto-estima de um caracol.
Eu já... comi um gelado debaixo das Portas de Brandeburgo, em Berlim.
Eu já... fui alvo de engate, de um italiano, em Amesterdão.
Eu já... jantei em Piccadilly Circus, em Londres.
Eu já... fui perseguida por uma cigana em Granada
Eu já... fui imensamente feliz.
E, agora, vou parar, porque isto é um exercício terrível de auto-avaliação :)
14 de janeiro de 2009
Ai que saudades...
Para mudar completamente de assunto, e depois de uma semana a recordar os 'Blur', só me ocorre: AIIIII... as saudades que eu tenho da brit-pop. Mas daquela boa!
...... ......
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Tinha feito um texto sobre as afirmações de D. Policarpo. Achei melhor apagar. E decidi que não vou voltar a mexer com temas delicados como: caso Esmeralda e Igreja Católica.
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13 de janeiro de 2009
A importância das coisas
Quando tenho dias maus, daqueles mesmo maus, evito todo e qualquer contacto social, porque (e diz o velho ditado): "ou sai coice, ou canelada". E para minimizar os danos, prefiro nem sequer falar com as pessoas. Os meus dias maus têm sido frequentes, ao ponto de se transformarem em semanas más.
Quem me conhece (ou começa a conhecer) sabe que não gosto de me queixar, de me encostar a um canto à espera que as coisas melhorem, enquanto lambo as feridas, como um cachorrinho. Não gosto. Não faz parte de mim. A Cristina não é assim. Ponto final.
Hoje, tudo melhorou. Vi uma luzita ao fundo do túnel e a solução de um problema que me andava a afectar de sobremaneira. Afectava a minha motivação, afectava o meu contacto diário com colegas, afectava a minha tranquilidade...
Até que alguém, com o mais simples gesto do mundo, me deixa um sorriso tolo na cara... aí, esqueço tudo o que é mau, deleito-me a apreciar e a dar importância a quem realmente a merece.
Quem me conhece (ou começa a conhecer) sabe que não gosto de me queixar, de me encostar a um canto à espera que as coisas melhorem, enquanto lambo as feridas, como um cachorrinho. Não gosto. Não faz parte de mim. A Cristina não é assim. Ponto final.
Hoje, tudo melhorou. Vi uma luzita ao fundo do túnel e a solução de um problema que me andava a afectar de sobremaneira. Afectava a minha motivação, afectava o meu contacto diário com colegas, afectava a minha tranquilidade...
Até que alguém, com o mais simples gesto do mundo, me deixa um sorriso tolo na cara... aí, esqueço tudo o que é mau, deleito-me a apreciar e a dar importância a quem realmente a merece.
12 de janeiro de 2009
Estou chateada, passada, furiosa, com uma raiva do tamanho do mundo...
Mas isto passa, graças aos enormes conhecimentos que tenho de yoga. Bendita meia-hora em que abanquei de rabo no chão a fazer uns exercícios manhosos de respiração e afins.
10 de janeiro de 2009
Sou uma fácil...
Hoje, despi-me à frente de um homem. E, ao contrário do que pensam, EU é que paguei! Damn!!
E este foi o segundo episódio da minha saga nos consultórios médicos. Num espaço inferior a 24 horas larguei 110 euros e nem chorei. Comportei-me ali como uma mulherzinha. E tive a confirmação que sou estupidamente saudável (e o doutor do dia anterior deixou-me a ouvir bem!!)
Mas o que me traz aqui é a descrição da minha epopeia de ontem após o teatro e o chocolate quente no melhor bar de Leiria (Alinhavar, Alinhavar, Alinhavar, Alinhavar...).
Chego a casa, estaciono o meu 'Star-mobile', dirijo-me à porta de chave em riste, insiro-a na ranhura e tento rodar.E ela não roda. Olho para o relógio... 1h20. Repito a operação, porque a porta, às vezes, tem vontade própria. Nada. Começo a preocupar-me. Lembro-me: "a minha mãe esteve a tirar os enfeites de Natal da varanda. Deixou a p**a da chave por dentro". Ding ding ding... a sua resposta é: CERTA!!
Prossigo para a cena típica de Romeu e Julieta: mandar pedrinhas à janela da mãe, porque o telemóvel está... isso mesmo... desligado! NADA! Vou bater à porta! NADA! Tocar à campainha! NADA. Olho para o relógio: 1h56. (aiocaralhinho)
Solução radical: vou telefonar para casa. Alguém tem de acordar. Uma vez. Toca mais três vezes. Ninguém acorda (seráquetomaramcomprimidos? aiocaralhinho). Até que pressinto movimentações. O gato começa a miar como se o estivessem a esganar. A minha mãe acende a luz. Vai ao telefone. Eu desligo e bato à janela desesperada: "MÃEEEEE, sou eu!! Estou a morrer de frio e deixaste a porcaria da chave por dentro!!". Chego ao quarto. Quentinho! O meu pai acorda! (sóagora,sôpolícia?!agoranãopreciso). Enfio-me na cama e durmo! Ahhhh... e sonho com o dia em que tenho a minha própria casa. A alegria! O júbilo! O paraíso!
E este foi o segundo episódio da minha saga nos consultórios médicos. Num espaço inferior a 24 horas larguei 110 euros e nem chorei. Comportei-me ali como uma mulherzinha. E tive a confirmação que sou estupidamente saudável (e o doutor do dia anterior deixou-me a ouvir bem!!)
Mas o que me traz aqui é a descrição da minha epopeia de ontem após o teatro e o chocolate quente no melhor bar de Leiria (Alinhavar, Alinhavar, Alinhavar, Alinhavar...).
Chego a casa, estaciono o meu 'Star-mobile', dirijo-me à porta de chave em riste, insiro-a na ranhura e tento rodar.E ela não roda. Olho para o relógio... 1h20. Repito a operação, porque a porta, às vezes, tem vontade própria. Nada. Começo a preocupar-me. Lembro-me: "a minha mãe esteve a tirar os enfeites de Natal da varanda. Deixou a p**a da chave por dentro". Ding ding ding... a sua resposta é: CERTA!!
Prossigo para a cena típica de Romeu e Julieta: mandar pedrinhas à janela da mãe, porque o telemóvel está... isso mesmo... desligado! NADA! Vou bater à porta! NADA! Tocar à campainha! NADA. Olho para o relógio: 1h56. (aiocaralhinho)
Solução radical: vou telefonar para casa. Alguém tem de acordar. Uma vez. Toca mais três vezes. Ninguém acorda (seráquetomaramcomprimidos? aiocaralhinho). Até que pressinto movimentações. O gato começa a miar como se o estivessem a esganar. A minha mãe acende a luz. Vai ao telefone. Eu desligo e bato à janela desesperada: "MÃEEEEE, sou eu!! Estou a morrer de frio e deixaste a porcaria da chave por dentro!!". Chego ao quarto. Quentinho! O meu pai acorda! (sóagora,sôpolícia?!agoranãopreciso). Enfio-me na cama e durmo! Ahhhh... e sonho com o dia em que tenho a minha própria casa. A alegria! O júbilo! O paraíso!
Tira-me a carapaça!!!
Fui ao teatro. Há séculos que me apetecia ir ver uma peça e encontrei aquela que me preencheu as medidas: Monólogos da Marijuana. A um título apelativo, juntam-se dois dos três actores que são giros que fartam.
Esta deixa do "Tira-me a carapaça!!!" é só uma das milhentas tiradas brilhantes da peça. Divertida, infrmativa, jocosa... tem de tudo. AMEIIII.
Depois de uma comédia da vida real, a noite acabou num dos poucos bares de qualidade de Leiria: Alinhavar. Um nome a reter. Um bar onde podemos ler a última edição da 'Ípsilon', ou uma 'Grande Reportagem', datada de 1991. Onde somos atendidos pela proprietária, que interrompe uma conversa com uns quaisquer turistas ingleses. Onde somos convidados a voltar no dia seguinte, porque vai lá haver música ao vivo. Esse género de bares, onde podemos encontrar empresários a tocar umas guitarradas porque lhes dá na gana...
Já não ia lá há anos largos. Não me recordo porquê. E agora não preciso de desculpa para lá voltar, porque me lembrei da razão de me sentir confortável lá.
A epopeia do regresso a casa fica para amanhã. Entretanto, fiquem com 'Light Years' dos Pearl Jam... que me têm acompanhado esta semana!
Esta deixa do "Tira-me a carapaça!!!" é só uma das milhentas tiradas brilhantes da peça. Divertida, infrmativa, jocosa... tem de tudo. AMEIIII.
Depois de uma comédia da vida real, a noite acabou num dos poucos bares de qualidade de Leiria: Alinhavar. Um nome a reter. Um bar onde podemos ler a última edição da 'Ípsilon', ou uma 'Grande Reportagem', datada de 1991. Onde somos atendidos pela proprietária, que interrompe uma conversa com uns quaisquer turistas ingleses. Onde somos convidados a voltar no dia seguinte, porque vai lá haver música ao vivo. Esse género de bares, onde podemos encontrar empresários a tocar umas guitarradas porque lhes dá na gana...
Já não ia lá há anos largos. Não me recordo porquê. E agora não preciso de desculpa para lá voltar, porque me lembrei da razão de me sentir confortável lá.
A epopeia do regresso a casa fica para amanhã. Entretanto, fiquem com 'Light Years' dos Pearl Jam... que me têm acompanhado esta semana!