No sábado à noite, fui ao cinema. Já não ia lá há algum tempo… fui ver um filme cujo conhecimento sobre o mesmo era nulo. Já tinha ouvido qualquer coisa sobre ele na televisão, mas a minha atenção tinha sido abaixo de “0”. Apocalypto… de Mel Gibson. Confesso que ia de pé atrás, relativamente ao filme. O receio que aquilo fosse... a chamada “banhada”… era superior à ideia que tenho do Mel Gibson-realizador.
Fiquei surpreendida. O filme é fantástico. Totalmente falado em iucateque (dialecto Maia), a fazer lembrar o aramaico de A Paixão de Cristo. O tempo da história é um pouco antes da chegada dos espanhóis ao continente sul-americano, no século XVI.
Um jovem nativo, Jaguar Paw (Pata de Jaguar) vê a sua aldeia ser dizimada e, juntamente com outros homens da sua tribo, é capturado. São levados numa perigosa viagem para serem sacrificados, pelos violentos guerreiros Maias. Antes de ser levado, Jaguar Paw consegue pôr a salvo o filho e a esposa grávida, num buraco.
No entanto, e após uma longa e tortuosa jornada, é-lhe dada uma desumana hipótese de salvação: se conseguir atravessar um campo sem ser morto, pode regressar à floresta. Jaguar Paw corre, pensando na família, e é atingido por uma seta. Num último esforço, arranca a seta do abdómen e espeta-a num dos seus captores, matando-o. Jaguar Paw empreende, então, uma fuga desesperada de regresso a casa, de forma a conseguir reaver a família e conservar o seu modo de vida: “Vamos procurar um novo começo!” – é a última frase do filme.
É um filme brutal, cruel, vêem-se violações, cabeças cortadas, sacerdotes maias a arrancar corações humanos de forma a oferecê-los ao Deus Sol… lutas de vida ou morte. Dito assim parece ser horripilante, mas está lindamente inserido no contexto. Recomendo vivamente, sendo que Rudy Youngblood (Jaguar Paw) é um herói bastante convincente.
Fiquei surpreendida. O filme é fantástico. Totalmente falado em iucateque (dialecto Maia), a fazer lembrar o aramaico de A Paixão de Cristo. O tempo da história é um pouco antes da chegada dos espanhóis ao continente sul-americano, no século XVI.
Um jovem nativo, Jaguar Paw (Pata de Jaguar) vê a sua aldeia ser dizimada e, juntamente com outros homens da sua tribo, é capturado. São levados numa perigosa viagem para serem sacrificados, pelos violentos guerreiros Maias. Antes de ser levado, Jaguar Paw consegue pôr a salvo o filho e a esposa grávida, num buraco.
No entanto, e após uma longa e tortuosa jornada, é-lhe dada uma desumana hipótese de salvação: se conseguir atravessar um campo sem ser morto, pode regressar à floresta. Jaguar Paw corre, pensando na família, e é atingido por uma seta. Num último esforço, arranca a seta do abdómen e espeta-a num dos seus captores, matando-o. Jaguar Paw empreende, então, uma fuga desesperada de regresso a casa, de forma a conseguir reaver a família e conservar o seu modo de vida: “Vamos procurar um novo começo!” – é a última frase do filme.
É um filme brutal, cruel, vêem-se violações, cabeças cortadas, sacerdotes maias a arrancar corações humanos de forma a oferecê-los ao Deus Sol… lutas de vida ou morte. Dito assim parece ser horripilante, mas está lindamente inserido no contexto. Recomendo vivamente, sendo que Rudy Youngblood (Jaguar Paw) é um herói bastante convincente.
QUANDO O FIM CHEGA, NEM TODOS ESTÃO DISPOSTOS A DESISTIR...
(*lamento não pôr aqui nenhuma imagem, mas este Blogger dá cabo de mim e não me deixa ilustrar o texto!!)

